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Apresentando Arctan Research open.substack.com/pub/tonyvo…
Apresentado a @ArctanResearch e nosso white paper: O Uso de ML e IA no Processo de Investimento
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ARCTAN RESEARCH | CARTA MENSAL tonyvolpon.substack.com/p/ar…
Os juros americanos tiveram a maior alta mensal desde 2022 e o S&P 500 não caiu. Seguimos comprados.
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When Nietzsche wrote, in The Genealogy of Morals, that the state descended on ancient man like a ravenous predator and subjected him tortures to mould and shape him into a citizen, this is exactly what he meant. In El Salvador, that very ancient process is at work today, breaking the most violent and reprehensible individuals in order to allow a civil society to emerge in which basic pleasures like walking down the street at night and engaging in commerce are possible.
Order can only be built on a foundation of terrible violence. We have forgotten this in the West, because that process is so distant from us, but we are fast heading towards a situation where brutal violence will again have to be deployed by the state to allow civil society to emerge once again.
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BREAKING: 75% of active fund managers failed to beat the S&P 500 over the preceding 12-month period, per WSJ
BRIEFING ARCTAN — 18 de agosto de 2026
Segunda-feira teve queda nas bolsas americanas, com o S&P 500 recuando 0,47% e o VIX fechando em 14,25. O Ibovespa ficou praticamente estável, caindo 0,09%, mas segue com queda de 6,3% no mês contra alta de 3,4% do índice americano no mesmo período. O destaque, porém, veio dos juros: o título americano de trinta anos atingiu 5,31%, o maior nível em duas décadas, e o Brent subiu 2,8% para US$91 com as conversas entre Estados Unidos e Irã sem avanço.
A inflação americana veio benigna, o petróleo tinha recuado e as chances de alta de juros em setembro caíram — tudo isso deveria puxar os juros para baixo. A ponta curta obedeceu; a ponta longa fez o contrário. Quando o mercado cobra mais para emprestar por trinta anos justamente quando as notícias de inflação melhoram, ele não está falando de inflação. Está falando de quanta dívida terá que absorver.
Viemos escrevendo há semanas que governos endividados e empresas de tecnologia financiando investimento no mercado de dívida disputam a mesma poupança global, e que isso pressiona os juros longos. A pesquisa mensal com gestores globais divulgada hoje mostra que essa deixou de ser uma visão de minoria: “alta desordenada dos juros” subiu para o segundo maior risco apontado, e o investimento em infraestrutura de inteligência artificial aparece pelo segundo mês seguido como a fonte mais provável de um evento de crédito relevante. Quando um argumento vira preocupação de consenso, ele perde valor como diferencial — e é justo registrar isso em vez de repetir a tese como se fosse novidade.
A mesma pesquisa traz o principal argumento contra nossa posição. É a terceira leitura mais otimista desde 2022: o caixa dos gestores caiu a 3,5%, um dos níveis mais baixos da série histórica iniciada em 1998, e a alocação global em ações está na máxima desde novembro de 2021. Estamos comprados junto com o consenso, o que é desconfortável.
O contraponto — e é por isso que seguimos posicionados — é que os dados de alavancagem efetiva dos fundos, medidos pelas corretoras que os financiam, mostram exposição perto da mediana do último ano. Pesquisa de sentimento e alavancagem real estão apontando para lados opostos. Pesquisas antecipam mal o timing; alavancagem é o que efetivamente força vendas. Se as duas convergirem para cima, aí sim o risco muda de natureza.
No Brasil, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial com R$17 bilhões em dívidas. É exatamente o perfil de varejo doméstico alavancado que mais sofre com juros altos por período prolongado — e vale acompanhar se é caso isolado ou o primeiro de uma sequência.
Sobre a próxima semana nos Estados Unidos: o encontro de Jackson Hole não deve trazer sinalização clara. A leitura predominante é que a decisão sobre juros foi empurrada de setembro para dezembro. Há uma assimetria que merece atenção de quem está comprado: quem aposta na desinflação precisa acertar em todas as etapas, enquanto quem aposta em inflação persistente precisa acertar uma única vez para que o Fed tenha que subir juros.
Seguimos comprados em ações americanas e mantemos exposição limitada à bolsa brasileira.
Este briefing retorna na próxima terça-feira, dia 25 de agosto.
Arctan Research retweeted
Em maio deste ano dois sinais armaram sobre um cohort de mega-caps de IA: forte concentração dentro do grupo e uma valorização muito mais forte do que o mercado. Daí em 5 de junho: a primeira queda de −5% do grupo....30 de junho: o topo....16 de julho: −10% contra o mercado. Tamanho final do prejuízo: −19,3%.
O que aconteceu? Não foi um “crash” de fatores ou de um setor. No “mercado AI”, este fenômeno deve acontecer com frequência. Simples limites de setor ou fatores não vão ajudar. Investigamos o que pode ser feito para controlar esse novo tipo de risco.
Novo paper do Arctan Research- “Crowding Cycles, Concentration, Relative Run-Ups, and the Value of Waiting: Evidence from a Century of U.S. Equity Data”
Link: papers.ssrn.com/sol3/papers.…
BRIEFING ARCTAN — 17 de agosto de 2026
Sexta-feira fechou de lado nos Estados Unidos, com o S&P 500 recuando 0,20%, e o Ibovespa caindo 0,10% com volume 47% acima da média. Na semana, porém, os caminhos se separaram: S&P +0,36% e Nasdaq +1,09% contra Ibovespa −3,2% em reais e −6,0% em dólares — uma das piores performances do mundo. Nesta manhã o Brent sobe para US$88,4, o dólar enfraquece e as curvas de juros globais abrem inclinação.
A semana americana trouxe inflação ao consumidor e ao produtor abaixo do esperado, e o mercado respondeu onde deveria: as chances de alta de juros em setembro caíram de cerca de 50% para 30%, com o juro de dois anos cedendo 4 pontos-base. Até aí, dado bom e reação coerente.
Mas a taxa de trinta anos americano subiu 5 pontos-base na mesma semana — e não foi um fenômeno local: o equivalente britânico subiu 12 pontos e o japonês 10. A parte curta das curvas comemora a inflação mais baixa; a parte longa não. Esse é o tipo de movimento que aparece simultaneamente em vários mercados e em vários países, e por isso merece atenção diferente da que damos a oscilações setoriais.
A razão é a que já apontamos: governos com déficits grandes e empresas de tecnologia financiando investimento no mercado de dívida disputam a mesma poupança global. Inflação mais baixa resolve o problema do banco central; não resolve o da sobre oferta se títulos.
O setor de memória, que vinha sendo o epicentro da queda dos semicondutores, subiu cerca de 18% na semana passada. A rotação que descrevemos — saída de chips, entrada em software, valor e saúde — não é uma via de mão única, e parte dela já se reverteu. Seguimos achando que se trata de realocação dentro do tema de IA, não de julgamento sobre ele. A velocidade da reversão reforça isso.
No Brasil, a campanha começou oficialmente no domingo e a semana passada foi dura. Uma pesquisa divulgada sexta-feira mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro por 43% a 40% no segundo turno — vantagem que era de 5 pontos no início do mês e de 8 pontos em julho. O real caiu em todas as sessões da semana, e investidores estrangeiros retiraram mais de R$13,5 bilhões da bolsa local no mês, levando o Ibovespa ao menor nível desde janeiro. O plano de governo se Lula divulgado na sexta não menciona corte de gastos. Hoje saem o IGP-10 e a atividade econômica de junho.
Vale manter a distinção que fizemos: o movimento brasileiro é local. Não tem contrapartida em juros, câmbio ou crédito fora daqui. É reprecificação de risco político — que agora, com a corrida se estreitando, tem mais razão de ser do que tinha há duas semanas. Carregamos exposição limitada à bolsa brasileira, e é justamente por isso que ela é limitada: o prêmio existe, mas o desfecho é binário e ainda distante.
Os dados chineses de julho vieram fracos em toda a linha, enquanto o cobre se aproxima do recorde por aperto de oferta. Direções opostas na mesma cesta de commodities.
Seguimos comprados em ações americanas e mantemos exposição limitada à bolsa brasileira.
Em maio deste ano dois sinais armaram sobre um cohort de mega-caps de IA: forte concentração dentro do grupo e uma valorização muito mais forte do que o mercado. Daí em 5 de junho: a primeira queda de −5% do grupo....30 de junho: o topo....16 de julho: −10% contra o mercado. Tamanho final do prejuízo: −19,3%.
O que aconteceu? Não foi um “crash” de fatores ou de um setor. No “mercado AI”, este fenômeno deve acontecer com frequência. Simples limites de setor ou fatores não vão ajudar. Investigamos o que pode ser feito para controlar esse novo tipo de risco.
Novo paper do Arctan Research- “Crowding Cycles, Concentration, Relative Run-Ups, and the Value of Waiting: Evidence from a Century of U.S. Equity Data”
Link: papers.ssrn.com/sol3/papers.…
BRIEFING ARCTAN — 14 de agosto de 2026
Quinta-feira fechou em alta nos Estados Unidos, com o S&P 500 subindo 0,70% e renovando máximas. O Ibovespa caiu 0,23%, acumulando queda de 6,1% no mês contra alta de 4,1% do S&P no mesmo período. O VIX fechou perto de 14,5 e o Brent segue firme na casa dos US$88.
Na abertura de hoje, a Applied Materials (AMAT) cai mais de 5% no pré-mercado — depois de reportar receita e lucro acima do consenso, projetar o trimestre seguinte 12,5% acima do trimestre atual e bem acima do esperado, e afirmar que 2027 será mais um ano de crescimento forte.
Esse contraste é o resumo da semana. A inflação americana de julho veio em linha, o petróleo havia recuado e as expectativas de aperto monetário de curto prazo cederam — e nada disso produziu movimento relevante nos índices. É agosto se comportando como agosto: volume baixo, mercado de férias.
Sob a superfície, porém, há rotação intensa. A correlação média entre ações americanas está no 7º percentil histórico — os papéis pararam de andar juntos. Para quem investe no índice, período monótono; para quem seleciona ações, o oposto disso. Os semicondutores acumulam queda de 12% em relação ao restante do mercado em três meses, mesmo entregando resultados.
O caso da AMAT mostra o que mudou: não basta bater o consenso e guiar acima. O mercado já precificou o nível e passou a negociar a velocidade das revisões, que desacelerou. Nossa leitura é que isso não é julgamento sobre o ciclo de IA, e sim realocação dentro dele.
Vale notar o que não está acontecendo: a queda dos semicondutores não aparece em juros, câmbio ou crédito. Movimento macro aparece em todos os mercados ao mesmo tempo; este aparece em um só.
Seguimos comprados em ações americanas.
BRIEFING ARCTAN — 13 de agosto de 2026
A inflação americana de julho veio dentro do esperado. O núcleo subiu 0,22% no mês, levando a medida em doze meses para 2,48% — praticamente de volta à mínima do pós-pandemia, e apenas 0,12 ponto acima do nível de fevereiro de 2020. O índice cheio desacelerou de 3,53% para 3,36%, bem abaixo do pico de 4,25% em maio.
Duas ressalvas antes de comemorar. Primeiro, a trajetória do núcleo em doze meses foi 2,46% em fevereiro, 2,85% em maio e 2,48% agora — isso é uma ida e volta, não uma tendência. Segundo, a tradução dessa leitura para o índice de preços que o Fed efetivamente persegue aponta para algo mais firme que o CPI sugere, e ainda faltam os preços ao produtor de hoje e os preços de importação da próxima semana.
Três dirigentes falaram nos últimos dias e todos, ao justificarem a manutenção de juros em julho, descreveram explicitamente o cenário em que voltariam a subir. A função de reação não mudou — apenas os dados pararam de pressioná-la. O número de julho tirou o pretexto para setembro, não a possibilidade.
Vale um registro sobre o momento do ano: estamos em agosto, com boa parte do mercado de férias e volume abaixo da média. Reações contidas a dados relevantes dizem mais sobre quem está na mesa do que sobre o que o dado significa. É o tipo de ambiente em que se deve desconfiar tanto da calma quanto de movimentos bruscos — ambos são amplificados pela liquidez baixa.
No Brasil, a reprecificação eleitoral da terça-feira não teve contrapartida em outros mercados. Continua sendo risco político local, não sinal macro global.
Seguimos comprados em ações americanas.
BRIEFING ARCTAN — 12 de agosto de 2026
Ontem foi dia de espera nos Estados Unidos, com volume 22% abaixo da média: o S&P 500 e o Nasdaq 100 recuaram cerca de 0,3%, as small caps subiram 0,3% e o juro de 2 anos cedeu 2 pontos-base antes da inflação de hoje. Nada nesse movimento diz algo relevante — é um mercado parado esperando um número.
No Brasil foi o oposto: o Ibovespa caiu 2,5%, a maior queda desde março, com volume 43% acima da média, e o real perdeu 1%. Uma pesquisa mostrou Lula à frente de Flávio Bolsonaro por 48% a 39% no segundo turno, enquanto outra apontou 46,5% contra 44% — tecnicamente empatada. A leitura importa menos que o fato de que o mercado passou a negociar o resultado eleitoral, com uma casa global rebaixando ações brasileiras e a ata do Copom soindo menos dovish do que parte do mercado esperava. O IPCA de julho subiu apenas 0,07% no mês, levando a inflação em doze meses de 4,64% para 4,44% — o alívio de curto prazo continua, mas deixou de ser o que move o preço.
Vale registrar a diferença: o movimento brasileiro de ontem foi doméstico e não teve contrapartida nos outros mercados. Não é sinal macro global, é reprecificação de risco político local.
Nos Estados Unidos, resultados fortes no complexo de IA durante a noite — infraestrutura de dados, óptica e servidores — sustentam o setor na abertura de hoje. O Brent segue em alta, perto de US$89,6.
Hoje sai a inflação americana de julho. O consenso trabalha com núcleo de 0,2% no mês, e o mercado de opções precifica movimento de cerca de 0,6% no S&P 500.
Seguimos comprados em ações americanas.
ARCTAN BRIEFING — August 11, 2026
Monday was a session of consolidation in US equities: the S&P 500 closed roughly flat, the Nasdaq 100 fell 0.3% and small caps dropped 0.5%, with the 10-year yield up 6 basis points.
Brent rose 5% as negotiations involving Iran stalled, reviving inflation concerns and driving a global sell-off in rates along with a stronger dollar. This morning Brent is up a further 2.1%, near US$89.5.
Nvidia fell 2.9% after announcing plans to raise up to US$500 billion to finance the build-out of AI infrastructure — and the cost of protecting its credit rose. It is the clearest expression yet of what we have been writing: the technology sector has stopped being purely a generator of cash and has become a borrower of savings, competing with governments that are already heavily indebted. When that shows up in the credit market of a company with Nvidia’s balance sheet, it makes news.
The rest of the day was rotation, not liquidation: out of beta and into quality, energy rising alongside oil, and healthcare making new highs.
In Brazil, the Ibovespa slipped 0.19%, held up by Petrobras and PRIO while domestic names fell.
The Focus survey again cut its 2026 inflation projection, the sixth consecutive weekly decline. Today we get the Copom minutes and July’s IPCA.
The reading remains the same: Brazil today is a story about interest rates and foreign flows, not about growth — and the polls continue to point to a race that is technically tied in a run-off.
Tomorrow brings July’s US inflation print, the event that organises the week. We remain long US equities, with one honest caveat: oil has just made tomorrow’s CPI less predictable than it looked on Friday.
BRIEFING ARCTAN — 11 de agosto de 2026
Segunda-feira foi de acomodação nas bolsas americanas: o S&P 500 fechou praticamente estável, o Nasdaq 100 caiu 0,3% e as small caps recuaram 0,5%, com o juro de 10 anos subindo 6 pontos-base.
O Brent subiu 5% com o travamento das negociações envolvendo o Irã, reacendendo a preocupação com inflação e provocando venda global de juros e fortalecimento do dólar. Esta manhã o Brent sobe mais 2,1%, perto de US$89,5.
A Nvidia caiu 2,9% depois de anunciar planos de levantar até US$500 bilhões para financiar a construção de infraestrutura de IA — e o custo de proteção do seu crédito subiu. É a expressão mais clara até agora do que vimos escrevendo: o setor de tecnologia deixou de ser apenas gerador de caixa e passou a ser tomador de poupança, competindo com governos já bastante endividados. Quando isso aparece no mercado de crédito de uma empresa com o balanço da Nvidia faz preço.
O resto do dia foi rotação, não liquidação: saída de beta e entrada em qualidade, energia subindo junto com o petróleo e o setor de saúde renovando máximas.
No Brasil, o Ibovespa cedeu 0,19%, sustentado por Petrobras e PRIO enquanto os nomes domésticos caíam.
O Focus reduziu novamente a projeção de inflação para 2026, sexta queda semanal consecutiva. Hoje temos ata do Copom e IPCA de julho.
A leitura segue a mesma: o Brasil hoje é uma história de juros e fluxo externo, não de crescimento — e as pesquisas eleitorais continuam apontando corrida tecnicamente empatada no segundo turno.
Amanhã sai a inflação americana de julho, o evento que organiza a semana. Seguimos comprados em ações americanas, com uma ressalva honesta: o petróleo acaba de tornar o CPI de amanhã menos previsível do que parecia na sexta-feira.
BRIEFING ARCTAN — 10 de agosto de 2026
Sexta-feira: S&P 500 +0,61%, fechando a semana em máxima histórica (+3,6% na semana, +14,0% no ano). Nasdaq 100 +5,1% na semana. Ibovespa −1,73%, acumulando −3,1% no mês e +7,1% no ano — o descolamento negativo do Brasil continua.
O evento da semana é o CPI americano na quarta-feira. O consenso trabalha com núcleo perto de 0,2% no mês. Atenção ao detalhe: uma leitura em linha não é neutra — parte relevante do mercado a lê como reforço do caso de alta de juros em setembro, não como alívio.
A temporada de resultados está praticamente encerrada, com cerca de 90% do S&P 500 reportado e lucros do segundo trimestre crescendo perto de 30% em doze meses. A participação foi ampla, mas a liderança segue clara: a mediana das empresas ligadas a IA cresce lucro a 28%, contra 12% do restante do índice.
Dois pontos a monitorar. Primeiro, começam a aparecer dados sugerindo que a divergência entre consumidor fraco e investimento corporativo forte pode estar se estreitando — se confirmado, muda a leitura do payroll de sexta. Segundo, o consenso já projeta desaceleração do crescimento de lucros em 2027; mercados costumam ficar menos generosos quando o crescimento, ainda que saudável, desacelera.
Seguimos comprados em ações americanas.









