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Tem que acabar com o #FimDoFundoPartidario e o #FimDoFundoEleitoral para acabar com esta farra de 30 partidos sustentados pelos impostos do povo.
FARRA COM O SEU DINHEIRO! PT VAI TORRAR R$ 615 MILHÕES DO FUNDÃO ELEITORAL!
Enquanto você se desdobra para pagar o imposto do arroz, da blusinha e do combustível, a máquina do PT garantiu um aumento absurdo de 23% nos custos de campanha em relação a 2022.
2022: R$ 499 milhões
2026: R$ 615 milhões
São centenas de milhões tirados da saúde e da segurança para inflar a bolha deles. É o maior escárnio da história com o pagador de impostos brasileiro! O sistema trabalha para o sistema.
Brazil, o difícil resgate retweeted
Veremos um posicionamento desses do @plnacional_ ?👀
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Não estou entendendo: onde esse povo estava, quando papai mula @LulaOficial tirou todos da pobreza? Estou confuso.
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Dia 1403
Todos os dias desses 4 anos irei postar a lista dos covardes que entregaram o nosso país a comunistas! As FFAA só irão servir para pintar meio fio e bater continência a bandidos
VERGONHA COVARDES
-Freire Gomes
-Baptista Júnior
-Hamilton Mourão
-Gustavo H. Dutra
“Comemoramos a derrota do Flávio”, diz jornalista da Globo, Mônica Wadvogel"
Esse é o jornalismo LIXO da @tvglobo
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Poxa… sério? Quem poderia imaginar! A certeza para acusar era enorme. A disposição para reconhecer o erro vai ser do mesmo tamanho?
E agora: a retratação terá o mesmo destaque ou vai sair em letras miúdas? Porque reputação não se restaura com um “foi mal”. 🙃
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. Atualização aos amigos sobre a saúde do Presidente @jairbolsonaro .
. Quarta-feira, 4 de novembro de 2026.
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ELEIÇÕES: EM 2020 O TSE RETIROU DOS TRIBUNAIS REGIONAIS A TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS E CONCENTROU O PROCESSAMENTO DOS RESULTADOS ELEITORAIS EM BRASÍLIA
Uma mudança na estrutura de apuração das eleições brasileiras, implementada em 2020, transferiu (ilegalmente) para Brasília a totalização dos votos que, até as eleições de 2018, era realizada pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
A alteração foi preparada durante a presidência da ministra Rosa Weber (STF) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e colocada em prática na gestão de Luís Roberto Barroso (STF), nas eleições municipais de novembro de 2020.
Ainda em 2020, o TSE firmou um contrato (bem suspeito) com a ORACLE (TSE nº 22/2020, com a Oracle, no valor de R$ 26 milhões por quatro anos), com dispensa de licitação.
Desde então, o processamento dos boletins de urna para a totalização dos resultados passou a ser centralizado na infraestrutura do TSE, sob os serviços da ORACLE.
Coincidentemente, nas eleições gerais de 2022 (chefiada por Alexandre de Moraes), o modelo já estava em funcionamento para as disputas presidenciais, estaduais e legislativas, inclusive para governador e senador, cujos resultados eram anteriormente totalizados pelos respectivos tribunais regionais.
A decisão, entretanto, provocou questionamentos sobre os limites das atribuições administrativas do TSE e as competências estabelecidas pelo Código Eleitoral.
Em setembro de 2021, o Senado Federal promoveu um debate sobre o assunto. Entre os pontos discutidos estava a possibilidade de centralizar a totalização dos votos sem uma alteração expressa da legislação eleitoral:
www25.senado.leg.br/web/ativ…
O TSE justificou a medida como uma reorganização tecnológica destinada a aprimorar a segurança do sistema, sustentando que os TREs permaneceram responsáveis pelas atribuições legais de apuração, fiscalização e julgamento das questões eleitorais:
tse.jus.br/comunicacao/notic…
A explicação, contudo, não encerra a discussão jurídica, e muito menos afasta as dúvidas quanto à transparência e lisura do pleito.
O próprio Código Eleitoral (uma lei fedeal - 4737/65, artigos 197 a 204) estabelece competências específicas para os tribunais regionais, o que torna necessário examinar se a concentração nacional do processamento dos resultados respeitou integralmente essa divisão de atribuições:
planalto.gov.br/ccivil_03/le…
Curiosamente, o Art. 197, II, IV, e especialmente o inciso V, da Lei 4737/65 diz claramente de QUEM É A COMPETÊNCIA PARA PURAR VOTOS PARA PRESIDENTE E VICE, e demais apurações:
"DA APURAÇÃO NOS TRIBUNAIS REGIONAIS
Art. 197. Na apuração, compete ao Tribunal Regional.
I - resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sôbre as eleições federais e estaduais e apurar as votações que haja validado em grau de recurso;
II - verificar o total dos votos apurados entre os quais se incluem os em branco;
III - Determinar os quocientes, eleitoral e partidário, bem como a distribuição das sobras;
IV - proclamar os eleitos e expedir os respectivos diplomas;
V - fazer a apuração parcial das eleições para Presidente e Vice-presidente da República."
Há ainda uma questão que merece atenção: a centralização foi adotada por decisão administrativa, sem que o Congresso Nacional aprovasse uma lei específica transferindo aos órgãos centrais do TSE as competências legais dos TREs.
A mudança não constitui, por si só, prova de irregularidade eleitoral (longe disso), mas levanta questionamentos sobre a legalidade do ato, seus fundamentos técnicos e os mecanismos de fiscalização precisam estar sujeitos ao escrutínio público. Algo auditável, pelo menos.
Afinal, se durante décadas - e até as eleições presidenciais de 2018 - os tribunais regionais realizaram a totalização dos votos em seus estados, quais razões jurídicas e técnicas justificaram a concentração dessa operação em Brasília?
A resposta exige mais do que a afirmação de que o sistema é seguro, mas uma demonstração de que a mudança respeitou a legislação eleitoral e preservou mecanismos efetivos de fiscalização dos resultados.
Agora, fica a pergunta: ONDE SERIA MAIS FÁCIL FRAUDAR UMA APURAÇÃO DE ELEIÇÃO? CENTRALIZADA EM UM ÚNICO LOCAL (TSE), OU DESCENTRALIZADA EM 27 ESTADOS E O DISTRITO FEDERAL (TREs)?
Quais pleitos eleitorais foram severamente questionados? 2022 e 2026, coincidentemente ocorridos após a centralização no TSE.
Só para constar que a tal mudança não ocorreu por LEI, como manda o figurino, mas por um ato administrativo da presidência do TSE, que foi presidida por um membro do STF, por recomendação técnica da Polícia Federal, que em 2018, elaborou relatório recomendando a centralização dos servidores de totalização no TSE, sob o argumento de reduzir vulnerabilidades de segurança.
De imediato a proposta foi acolhida tecnicamente durante a presidência de Rosa Weber, sem ressalvas.
Esse questionamento precisa ser trazido ao debate, bem como à discussão judicial, em nome da transparência e fortalecimento da tal "democracia".
Por fim, fica a pergunta: UM ATO ADMINISTRATIVO (TSE) PODE SE SOBREPOR A UMA LEI FEDERAL (4737/65) e colocar em "xeque" a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro?
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🚨⚖️🇧🇷😠 Três meses de investigação e, segundo a defesa, nenhum ato parlamentar de Flávio Bolsonaro em benefício do Banco Master foi identificado. A análise dos projetos de lei apresentados e votados pelo senador não apontou propostas relacionadas ao Banco Central, ao FGC ou a medidas que pudessem favorecer a instituição financeira.
O advogado afirma que os projetos analisados tratavam exclusivamente de direito penal, pautas de costumes e execução penal. Para a defesa, os resultados enfraquecem as acusações de corrupção no inquérito Dark Horse e demonstram a regularidade do financiamento do filme. O advogado também declarou acreditar que o inquérito será arquivado.
As acusações precisam ser sustentadas por provas, não por narrativas.
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ALive: Senador que apoiar Alcolumbre deve ser banido da política!
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O que ele disse ao Flávio no dia do debate na Globo deixa isso claro. O ameaçou.
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Entrevista que a Globo teve medo de fazer sai amanhã em um veículo muito mais
importante
O senador Flávio Bolsonaro concedeu uma entrevista que deve ser publicada amanhã no The New York Times.
Segundo o jornalista Paulo Figueiredo, essa é a entrevista que a Globo teve medo de fazer e que agora será publicada num dos maiores e mais influentes jornais do mundo.
Ao revelar a novidade, o jornalista mandou um aviso:
“É só o começo”.
Matéria do Jornal da Cidade Online
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Temos de fazer campanha para Luiz Philippe de Orléans e Bragança assumir a Presidência da Câmara dos Deputados. Hugo Motta diz ter apoio de 15 partidos para sua reeleição e ainda tem Deputados no PL ligados a Waldemar que apoiam Motta! E olha que o PL é o maior partido da Casa.





































