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só parodia ?

Filial da Ilha
Joined March 2019
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Tem que acabar com o #FimDoFundoPartidario e o #FimDoFundoEleitoral para acabar com esta farra de 30 partidos sustentados pelos impostos do povo.
FARRA COM O SEU DINHEIRO! PT VAI TORRAR R$ 615 MILHÕES DO FUNDÃO ELEITORAL! ​Enquanto você se desdobra para pagar o imposto do arroz, da blusinha e do combustível, a máquina do PT garantiu um aumento absurdo de 23% nos custos de campanha em relação a 2022. ​2022: R$ 499 milhões ​2026: R$ 615 milhões ​São centenas de milhões tirados da saúde e da segurança para inflar a bolha deles. É o maior escárnio da história com o pagador de impostos brasileiro! O sistema trabalha para o sistema.
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Veremos um posicionamento desses do @plnacional_ ?👀
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outra VACA DESLUMBRADA e TRAIDORA
Não podemos aceitar esse estelionato eleitoral. Nós elegemos parlamentares de direita para termos segurança jurídica. É só acontecerá com o impeachment de ministros.
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DISCURSO DE FLÁVIO NOS EUA. Um discurso solene.
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Não estou entendendo: onde esse povo estava, quando papai mula @LulaOficial tirou todos da pobreza? Estou confuso.🫪
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outra VACA DESLUMBRADA E TRAIDORA
Essa Teresa é um lixo, uma nova Soraya Thronicke! Uma traidora que está trabalhando por Álcool Lumbre em missão dada pelo ditador Nine. Precisamos intensificar os ataques!
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Dia 1403 Todos os dias desses 4 anos irei postar a lista dos covardes que entregaram o nosso país a comunistas! As FFAA só irão servir para pintar meio fio e bater continência a bandidos VERGONHA COVARDES -Freire Gomes -Baptista Júnior -Hamilton Mourão -Gustavo H. Dutra
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“Comemoramos a derrota do Flávio”, diz jornalista da Globo, Mônica Wadvogel" Esse é o jornalismo LIXO da @tvglobo
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Poxa… sério? Quem poderia imaginar! A certeza para acusar era enorme. A disposição para reconhecer o erro vai ser do mesmo tamanho? E agora: a retratação terá o mesmo destaque ou vai sair em letras miúdas? Porque reputação não se restaura com um “foi mal”. 🙃
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. Atualização aos amigos sobre a saúde do Presidente @jairbolsonaro . . Quarta-feira, 4 de novembro de 2026.
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ELEIÇÕES: EM 2020 O TSE RETIROU DOS TRIBUNAIS REGIONAIS A TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS E CONCENTROU O PROCESSAMENTO DOS RESULTADOS ELEITORAIS EM BRASÍLIA Uma mudança na estrutura de apuração das eleições brasileiras, implementada em 2020, transferiu (ilegalmente) para Brasília a totalização dos votos que, até as eleições de 2018, era realizada pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). A alteração foi preparada durante a presidência da ministra Rosa Weber (STF) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e colocada em prática na gestão de Luís Roberto Barroso (STF), nas eleições municipais de novembro de 2020. Ainda em 2020, o TSE firmou um contrato (bem suspeito) com a ORACLE (TSE nº 22/2020, com a Oracle, no valor de R$ 26 milhões por quatro anos), com dispensa de licitação. Desde então, o processamento dos boletins de urna para a totalização dos resultados passou a ser centralizado na infraestrutura do TSE, sob os serviços da ORACLE. Coincidentemente, nas eleições gerais de 2022 (chefiada por Alexandre de Moraes), o modelo já estava em funcionamento para as disputas presidenciais, estaduais e legislativas, inclusive para governador e senador, cujos resultados eram anteriormente totalizados pelos respectivos tribunais regionais. A decisão, entretanto, provocou questionamentos sobre os limites das atribuições administrativas do TSE e as competências estabelecidas pelo Código Eleitoral. Em setembro de 2021, o Senado Federal promoveu um debate sobre o assunto. Entre os pontos discutidos estava a possibilidade de centralizar a totalização dos votos sem uma alteração expressa da legislação eleitoral: www25.senado.leg.br/web/ativ… O TSE justificou a medida como uma reorganização tecnológica destinada a aprimorar a segurança do sistema, sustentando que os TREs permaneceram responsáveis pelas atribuições legais de apuração, fiscalização e julgamento das questões eleitorais: tse.jus.br/comunicacao/notic… A explicação, contudo, não encerra a discussão jurídica, e muito menos afasta as dúvidas quanto à transparência e lisura do pleito. O próprio Código Eleitoral (uma lei fedeal - 4737/65, artigos 197 a 204) estabelece competências específicas para os tribunais regionais, o que torna necessário examinar se a concentração nacional do processamento dos resultados respeitou integralmente essa divisão de atribuições: planalto.gov.br/ccivil_03/le… Curiosamente, o Art. 197, II, IV, e especialmente o inciso V, da Lei 4737/65 diz claramente de QUEM É A COMPETÊNCIA PARA PURAR VOTOS PARA PRESIDENTE E VICE, e demais apurações: "DA APURAÇÃO NOS TRIBUNAIS REGIONAIS Art. 197. Na apuração, compete ao Tribunal Regional. I - resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sôbre as eleições federais e estaduais e apurar as votações que haja validado em grau de recurso; II - verificar o total dos votos apurados entre os quais se incluem os em branco; III - Determinar os quocientes, eleitoral e partidário, bem como a distribuição das sobras; IV - proclamar os eleitos e expedir os respectivos diplomas; V - fazer a apuração parcial das eleições para Presidente e Vice-presidente da República." Há ainda uma questão que merece atenção: a centralização foi adotada por decisão administrativa, sem que o Congresso Nacional aprovasse uma lei específica transferindo aos órgãos centrais do TSE as competências legais dos TREs. A mudança não constitui, por si só, prova de irregularidade eleitoral (longe disso), mas levanta questionamentos sobre a legalidade do ato, seus fundamentos técnicos e os mecanismos de fiscalização precisam estar sujeitos ao escrutínio público. Algo auditável, pelo menos. Afinal, se durante décadas - e até as eleições presidenciais de 2018 - os tribunais regionais realizaram a totalização dos votos em seus estados, quais razões jurídicas e técnicas justificaram a concentração dessa operação em Brasília? A resposta exige mais do que a afirmação de que o sistema é seguro, mas uma demonstração de que a mudança respeitou a legislação eleitoral e preservou mecanismos efetivos de fiscalização dos resultados. Agora, fica a pergunta: ONDE SERIA MAIS FÁCIL FRAUDAR UMA APURAÇÃO DE ELEIÇÃO? CENTRALIZADA EM UM ÚNICO LOCAL (TSE), OU DESCENTRALIZADA EM 27 ESTADOS E O DISTRITO FEDERAL (TREs)? Quais pleitos eleitorais foram severamente questionados? 2022 e 2026, coincidentemente ocorridos após a centralização no TSE. Só para constar que a tal mudança não ocorreu por LEI, como manda o figurino, mas por um ato administrativo da presidência do TSE, que foi presidida por um membro do STF, por recomendação técnica da Polícia Federal, que em 2018, elaborou relatório recomendando a centralização dos servidores de totalização no TSE, sob o argumento de reduzir vulnerabilidades de segurança. De imediato a proposta foi acolhida tecnicamente durante a presidência de Rosa Weber, sem ressalvas. Esse questionamento precisa ser trazido ao debate, bem como à discussão judicial, em nome da transparência e fortalecimento da tal "democracia". Por fim, fica a pergunta: UM ATO ADMINISTRATIVO (TSE) PODE SE SOBREPOR A UMA LEI FEDERAL (4737/65) e colocar em "xeque" a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro?
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🚨⚖️🇧🇷😠 Três meses de investigação e, segundo a defesa, nenhum ato parlamentar de Flávio Bolsonaro em benefício do Banco Master foi identificado. A análise dos projetos de lei apresentados e votados pelo senador não apontou propostas relacionadas ao Banco Central, ao FGC ou a medidas que pudessem favorecer a instituição financeira. O advogado afirma que os projetos analisados tratavam exclusivamente de direito penal, pautas de costumes e execução penal. Para a defesa, os resultados enfraquecem as acusações de corrupção no inquérito Dark Horse e demonstram a regularidade do financiamento do filme. O advogado também declarou acreditar que o inquérito será arquivado. As acusações precisam ser sustentadas por provas, não por narrativas. 🇧🇷 Compartilhe esta informação, deixe sua opinião nos comentários e siga: 👉 @horalivre22 🔰🔥
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ALive: Senador que apoiar Alcolumbre deve ser banido da política!
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Sai canalha, sai canalha, é o grito que se espalha!
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O que ele disse ao Flávio no dia do debate na Globo deixa isso claro. O ameaçou.
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O Brasil não merece isso.
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Entrevista que a Globo teve medo de fazer sai amanhã em um veículo muito mais importante O senador Flávio Bolsonaro concedeu uma entrevista que deve ser publicada amanhã no The New York Times. Segundo o jornalista Paulo Figueiredo, essa é a entrevista que a Globo teve medo de fazer e que agora será publicada num dos maiores e mais influentes jornais do mundo. Ao revelar a novidade, o jornalista mandou um aviso: “É só o começo”. Matéria do Jornal da Cidade Online
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Temos de fazer campanha para Luiz Philippe de Orléans e Bragança assumir a Presidência da Câmara dos Deputados. Hugo Motta diz ter apoio de 15 partidos para sua reeleição e ainda tem Deputados no PL ligados a Waldemar que apoiam Motta! E olha que o PL é o maior partido da Casa.
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