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Ratzinger aveva capito prima di altri che la crisi dell'Europa non era economica o istituzionale, ma d'identità: un continente che aveva smarrito le proprie radici e con esse la capacità di dire chi è. Per questo parlava di rievangelizzare l'Occidente, e per questo sembrò...
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Creyeron haber desterrado la Fe Católica de Francia🇫🇷, se burlaron de la Última Cena de Jesús en los Juegos Olímpicos, sin embargo la Francia Católica salió a reclamar su sitio en la historia, la hija mayor de la Iglesia regresa a casa!
#VivaCristoRey
#Jornada
#PapaLeónXIV
#Fe
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"Cien años después de mi muerte la Biblia será un pedazo de Museo" (Voltaire) 😅
París 250 años después 🤣😂⤵️
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A filha mais velha da Igreja está despertando.
Hoje Paris viveu um dia que poucos imaginavam ver neste século. O Papa Leão XIV celebrou uma missa ao ar livre com a presença de quase um milhão de pessoas.
O cenário é paradoxal. A França é um dos países mais secularizados da Europa. Mais da metade dos adultos declara não ter religião. A identificação católica caiu de 85% nos anos 1960 para níveis bem mais baixos hoje. E, mesmo assim, algo novo está acontecendo.
Na Páscoa de 2026, mais de 21 mil adolescentes e adultos foram batizados na Igreja Católica da França. Foi um recorde. Os batismos de adultos cresceram 28% em relação a 2025 e mais que triplicaram em dez anos (eram pouco mais de 4 mil em 2016). O grupo mais numeroso entre os adultos agora é o de 18 a 25 anos.
Não é mais só a fé herdada da família. É uma fé escolhida. Jovens que nunca foram catequizados, ou que se afastaram, batem à porta da Igreja depois de uma busca pessoal, de uma crise, da leitura do Evangelho ou do encontro com cristãos.
O Papa Leão XIV disse hoje que o fenômeno surpreende justamente porque acontece numa sociedade profundamente secularizada, e reconheceu nele a ação do Espírito Santo.
A França não voltou ao passado. Algo novo está nascendo. E hoje o mundo inteiro viu isso nas ruas de Paris.
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Estou impressionado com o que aconteceu na França durante a visita do Papa.
Milhões de pessoas pelas ruas.
Missa com 700 mil pessoas na mesma praça das execuções da Revolução Francesa. É quase o exorcismo de um país.
Na Vigília de Oração com os jovens da França, eles fizeram o que faltou nas Olimpíadas, uma abertura digna da história do país.
Reencenaram a incrível história da Igreja da França, desde a chegada de Lázaro e sua irmã Maria Madalena, o martírio de Santo Denis, o batismo de Clóvis, a compra da Coroa de Espinhos de Nosso Senhor por São Luís IX, Santa Joana d'Arc, os inúmeros santos da primogênita da Igreja, os mártires da Revolução Francesa, até a grande Santa Teresa de Lisieux.
(Vídeos dublado e original)
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No terceiro dia de visita à França, o Papa Leão XIV celebra uma missa para mais de 200 mil pessoas no Santuário de Lurdes. Ontem, em Paris, perto de 1 milhão de pessoas assistiram à sua missa na Place de La Concorde. 🙏
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"O estado francês é laico, mas a França é católica!" Essa é a mensagem que está sendo transmitida hoje, com 1 milhão de pessoas reunidas no centro de Paris para assistir à missa do Papa Leão XIV.
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Um Estado que gasta em consumo o que devia gastar em capital faz o que faz uma família que vende a casa para pagar as férias. Vive bem durante algum tempo. Depois não tem casa.
Foi isto que Portugal fez entre 2013 e 2024: o capital público caiu 13,3% em termos reais, sem que ninguém demolisse uma ponte. Cortou-se a única despesa que não protesta, não faz greve e não vota. Agora o PRR acabou, o investimento volta em 2027 ao mínimo que evita perder mais capital, e o Estado continua sem saber quanto vale nem quanto deve, porque não faz um balanço. O FMI fez um em 2014: património líquido negativo de 140% do PIB. Ninguém repetiu a conta.
No @ECO_PT, a tese numa frase e cinco regras para a corrigir: o Estado português gasta de mais no que desaparece e de menos no que fica, não sabe quanto vale, e nenhuma regra o obriga a saber.
eco.sapo.pt/especiais/a-desp…
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Está cheio de razão. Segundo o Instituto Nacional de Estatística eram 1 597 539 pessoas de nacionalidade estrangeira (imigrantes/residentes estrangeiros), representando 14,0% da população residente total, estimada em 11 424 031 pessoas a 31 de dezembro de 2025.
* cálculo mais recente do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgado a 22 de junho de 2026 nas Estimativas de População Residente
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Esta semana, o grupo de trabalho liderado por Jorge Bravo pôs em cima da mesa o que há muito devia ser rotina estatística: somando a Segurança Social e a CGA — e devemos somar, porque os canos vão todos dar aos impostos — o famoso excedente das pensões é um défice de 1,9 mil milhões de euros. E sempre foi.
A reação política foi um coro ensaiado: está tudo bem, isto não é para decidir agora. Escrevi este ensaio para dizer o contrário. Explico como funciona a máquina e o que lhe fizeram em vinte anos de remendos: dos fundos da PT e da banca engolidos para maquilhar défices, ao FEFSS cheio de dívida do próprio Estado. Explico o que a lei atual, sem mudar uma vírgula, promete a quem hoje tem trinta anos: um terço do salário. E explico o que proponho: um teto na repartição, contas individuais de baixo custo de gestão, transparência à sueca.
Os partidos não vão abrir esta discussão sozinhos — têm medo dela. Vai ter de ser a sociedade a obrigá-los. Cada ano de silêncio é uma decisão, e é contra quem trabalha.
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Pode ser que este gráfico ajude a entender os fluxos financeiros ligados à Segurança Social e à Caixa Geral de Aposentações.
No fim do dia, num sistema "pay as you go", são sempre fluxos entre pessoas: trabalhadores e contribuintes de um lado e reformados do outro. A única excessão é o Fundo de Estabilização da Segurança Social que tem 50% do ativos investidos em ativos fora do Estado (o resto é dívida pública que cai eventualmente no bolso comum).
90% da discussão tem sido (propositadamente) confusa com distinções absurdas como a CGA não é a SS. Retive dois posts que clarificam:
Os 7MM de euros do orçamento de estado que tapam o buraco da CGA não são um problema da segurança social. São um problema dos contribuintes. E isso são duas coisas completamente diferentes. (É melhor dizer que é ironia senão podem não perceber.)
Fizeram nas pensões o mesmo que ao BES. A Pensão boa (SS) e a pensão má (CGA). E agora só querem olhar para a boa. Só enganam otarios. As pensões têm de ser analisadas com os dois sistemas
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Portugal charges foreigners 20% and its own people 48%
A $150,000 tech salary, run through 44 tax codes. Lisbon finishes 42nd. Only Helsinki and Brussels take more.
I checked the arithmetic against the 2026 IRS schedule. It holds. On €129,904 the state takes €59,288. Effective rate 45.6%. I land within $18 of the chart.
That is the flattering number.
Add the 23.75% employer contribution. A Lisbon firm spends €160,756 to put €70,616 in an engineer's pocket. A 56% wedge. At the margin it is 64%. To give a senior engineer €1,000 more in net pay, a Portuguese company must find €2,810.
Every formerly communist capital on this list takes less than we do. Tallinn 22.4%. Prague 27.9%. Budapest 33.5%. Warsaw 41.0%. Bucharest 41.5%. Madrid, one border away, takes 39.1%.
One reason is a line nobody in Lisbon argues about. Spain caps the social security base at €5,101.20 a month — €61,214 a year. Germany caps it. The United States caps it. Portugal does not. A Portuguese worker on €130,000 pays €14,289 in contributions. A Spaniard on the same salary pays about €4,000. Same job, €10,000 apart, before a cent of income tax.
Now the part that should embarrass us.
Portugal already offers 20%. It is called IFICI, Article 58.º-A of the Estatuto dos Benefícios Fiscais. Move here from abroad, take a qualified job, and you pay a flat 20% for ten years. The state takes 31% instead of 45.6%. On this chart that is New York, not Brussels.
The condition is that you must not have been a Portuguese tax resident in the previous five years.
The state knows what a good engineer is worth. It has written the price into law. It just will not sell at that price to anyone in Coimbra.
Two objections, and my answers.
"Nobody in Portugal earns €130,000, so the chart is a fantasy."
Correct, and it makes the case worse. At €45,000 the state takes 31.4% — roughly London. The median developer does not leave over the rate. He leaves over the gross. Amsterdam pays double. Seattle pays triple.
But ask why the gross is low. No Lisbon employer can win a bidding war at €2.81 of cost per €1 of net pay. The wedge is not a consequence of low wages. It is a cause of them. The chart holds salary constant, which is the one thing the world refuses to do.
"Young workers pay far less, because of IRS Jovem."
They do, for exactly ten years, on the first €29,542. Then the regime expires.
Follow one engineer. Year 1, earning €32,000, the state takes 11%. Year 6, on €55,000, it takes 23.9%. Year 9, on €70,000, 33.1%. Year 11, still on €70,000, 37.8%. His salary has not moved and his net pay falls by €3,294.
He is thirty-three. He has eight years of experience and a LinkedIn inbox. We have built a tax system that is kind to him while he is cheap and turns on him the moment he becomes valuable. It is a retention policy that stops working at precisely the age when retention starts to matter.
What I propose.
I modeled the cautious version: cap contributions at €88,000, kill the solidarity surcharge, move the 48% threshold to €250,000. Result: 45.7% becomes 42.2%. Lisbon climbs from 42nd to 38th. Not worth the political capital.
So, three moves.
One. Cap social contributions. Both sides, at three to four times the average wage, with a matching cap on pension accrual. This is not radical. It is what Spain, Germany and the United States already do. We are the outlier and nobody can explain why.
Two. Extend IFICI to everyone in an eligible activity. No residency-history test. Include the Portuguese who stayed and the ones who want to come home. The regime either works, in which case give it to everybody, or it does not, in which case scrap it. A tax code that charges a foreigner 20% and a Portuguese 48% for the same desk is not a policy. It is an insult with a portaria number.
Three. Then merge the two into a taxa única at 20%, with a large personal allowance and contributions capped. On €129,904 that puts the total take at 26% and net pay at $111,067. Lisbon lands eleventh, between Geneva and Denver.
The third step costs real money and has to be paid for by spending less. Anyone who tells you it pays for itself is selling something.
A tech worker needs a laptop and a contract. This chart tells him where to sign it.
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O que se está a passar em Ceuta deixa-me profundamente inquieta são milhares de homens jovens , árabes ( não se vê uma mulher e uma criança ).
Perguntas a fazer :
1. Porquê agora ? Será da lei da nacionalização de ilegais de Sanchez ? ( é uma hipótese não a única )
2. Quem está por detrás destes movimentos migratórios é os apoia ? ( A Rússia, recordemos o que já foi ceroto na fronteira polaca ? ONG várias ? O Irão ou seus afiliados da Irmandade Muçulmana? )
3. Quem beneficia com isto ?
A Europa ( e Portugal ) tem de reforçar a vigilância e endurecer as políticas de imigração ou as nossas filhas e filhos perderão a sua liberdade. Isto não é inocente.
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Lembram-se daquele segundo olhar sobre o regime islamista dos Talibãs no Afeganistão? Está visto.
O Miguel Morgado relembra-nos a cegueira Ideológica daquela esquerda querida e fofa, do "feminismo" e dos "direitos humanos".
Camaradas, não há amoços grátis, tenho dito.🥸
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La selección de Croacia es la única 100% europea.
Son católicos. Fueron a misa antes de viajar.
Modric tiene una imagen de la Sagrada Familia en sus canilleras.
El entrenador reza el rosario durante los partidos.
¿Qué tal si lo damos a conocer al mundo?
Necesitamos más de esto.
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A Igreja Católica e o Patriarcado erram ao fazer este tipo de cedências políticas.
Portugal é um país cristão, católico.
Ou já se decidiu que o Martim Moniz é um enclave onde os poucos portugueses ( a maioria idosos e católicos ) que lá habitam não merecem a solenidade e a dignidade de uma procissão?
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Fui-me informar sobre a notícia destacada do Expresso, que estranhei por só ver declarações da oposição e descobri o seguinte:
É falso que um agregado familiar com rendimentos de 1000€/mês deixe de ter apoio. Continua enquadrado no escalão B, e, portanto, apoiado a 100%.
Actualmente Lisboa é o único município que, desde 2024, por imposição da esquerda, apoia a refeição de todos os alunos, inclusive dos que não têm Acção Social Escolar. A proposta agora apresentada retoma a filosofia de apoiar quem efectivamente precisa.
Ainda assim, Lisboa continua a dar apoios que vão muito além daquilo que é determinado pelo Estado, que estipula apenas apoios ao escalão A (100%) e B (50%). Lisboa apoia o escalão A a 100%, o B a 100% e o C (equivalente ao 3º escalão do Abono de Família) a 50%.
Com esta proposta só deixa de ser apoiado um agregado familiar que:
a- Tendo um filho, ganhe mais de 1.826€/mês;
b- Tendo 2 filhos, ganhe mais de 2.740€/mês.
Não é bem o q foi reportado, mais uma vez. Será só descuido?
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“Quem reza o Rosário sozinho só ganha o mérito de um Rosário; mas, se o reza junto com trinta outras pessoas, ganha o mérito de trinta Rosários. Esta é a lei da oração pública. Quão frutuosa e quão vantajosa ela é!”
São Luís de Montfort
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Beata Imelda Lambertini; a menina que morreu de amor pela Eucaristia.
Desde os 5 anos desejava comungar, mas não havia idade para isso. Aos 9, entrou no convento das Dominicanas, vivendo apenas para se preparar para esse momento.
Em 12 de maio de 1333, após a Missa, uma hóstia consagrada apareceu suspensa sobre sua cabeça. Diante do milagre, o sacerdote lhe deu a Primeira Comunhão.
Logo após, Imelda foi encontrada morta, com um sorriso no rosto. Seu coração não suportou a alegria de receber Jesus na Eucaristia.
Beatificada por Papa Leão XII, é padroeira das crianças da Primeira Comunhão. Seu corpo incorrupto permanece na Igreja de São Sigismundo, em Bolonha.
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Este é um trabalho notável feito por um particular. Custa-me que as inspeções do estado e o Tribunal de Contas não tenham já feito algo assim.
Novo no Analisa.pt: a rede de contratos públicos agora permite ver de imediato que entidades recorrem mais ao ajuste direto e quais são as que mais alteram os contratos originais.
Uma forma simples de encontrar padrões que antes estavam dispersos em listas e detalhes contratuais.


























