Ora bem, depois de uns prossecos e uns camparis spritz bem servidos, e apesar dos 14 quilómetros calcorreados, ainda sou capaz de ir ali ver a que horas sai o trombudo do recepcionistas do hotel, porque tem cara de quem sabe o de se dança sem grandes conversas à mistura.
Aviso à navegação. Esta cabeça leve, que conta aqui histórias da carochinha, nunca pactuará com manifestações ou atos de violência, venham eles de onde vierem e tenham a justificação que tiverem. Posto isto, voltamos às futilidades, porque a vida é já amarga que chegue.
Ando aí, num certo sítio, a fazer observação de comportamentos que se poderão configurar como um possível futuro romance. As personagens já são conhecidas. Por enquanto são só sorrisinhos e olhares, mas creio que não demorará. Estou muito entusiasmada. Adoro romances alheios.
Tão engraçado, como este menino com ar de gangster, parece ter o coração no sítio certo, mas nunca sabe onde por a mão esquerda e anda sempre com ela atrás das costas. Como o compreendo.
Ontem, na aula de natação particular, (com o professor sexy, pois claro, estavam à espera de quê?) aparece no horizonte professor novo e ainda mais sexy de atividades aquáticas a distribuir charme pela beira da piscina. E eu ali, a feder a cloro, no meio do catálogo da Speedo.





































