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Puesto en pesos colombianos, Javier Milei recibió una Argentina con un déficit equivalente a $91 billones.
Abelardo, está heredando un déficit fiscal que podría alcanzar los $170 billones.
Ni siquiera el kirchnerismo llegó a dejar una situación fiscal tan compleja como la nuestra.
Entender las dimensiones del deterioro de las finanzas públicas que deja el petrismo después de cuatro años no es fácil y la cifra es tan grande que cuesta entenderlo.
Siempre del lado de las Víctimas
Y del sentido común 👏🏽👏🏽👏🏽
🇨🇴
@JMauricioGaona
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This is Papyrus P52, dated to the 2nd century AD. It is one of the earliest surviving manuscripts of the New Testament, containing portions of John 18, where Jesus stands before Pontius Pilate. A plain English rendering of the passage, with missing words restored:
“Then Pilate went back into the headquarters, summoned Jesus, and said to him, ‘Are you the king of the Jews?’
Jesus answered, ‘I was born for this, and I have come into the world for this: to testify to the truth. Everyone who is of the truth listens to my voice.’
‘What is truth?’ Pilate asked.”
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La investigación inicial de Binance sugiere que el incidente de seguridad podría involucrar una laptop comprometida de un ingeniero de DevOps, lo que permitió que un atacante obtuviera acceso a un contenedor de servicio y realizara transacciones de retiro no autorizadas. No hemos encontrado evidencia de ninguna filtración de claves privadas de billeteras. Compartiremos un análisis técnico detallado post-mortem una vez que la investigación esté completa y los hechos estén completamente verificados.
El impacto total estimado se sitúa en alrededor de $6.3 mil millones. Hemos trabajado con socios de blockchain para congelar los activos afectados, con ~$3 mil millones congelados en cadena hasta ahora.
Binance cubrirá todas las pérdidas del fondo SAFU y de los fondos de la compañía. Los fondos de los usuarios están seguros. También publicaremos una Prueba de Reservas actualizada una vez que la remediación esté completa.
Como precaución inmediata, Binance ha:
- Suspendido temporalmente los depósitos y retiros mientras se completan las verificaciones de seguridad;
- Revocado la autorización de la dirección afectada;
- Involucrado a las fuerzas del orden y socios de inteligencia blockchain para rastrear y recuperar fondos.
Nuestros equipos están trabajando las 24 horas para resolver este problema de manera segura y exhaustiva. Estamos colaborando estrechamente con nuestros socios de las fuerzas del orden para confirmar la identidad de estos criminales y llevarlos ante la justicia.
Por favor, confíe solo en los canales oficiales de Binance para actualizaciones. No dude en contactar al Soporte al Cliente de Binance si tiene alguna pregunta adicional.
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El gobierno Petro habría gastado un billón de pesos diarios en la campaña política, según el ministro de Comercio, Mauricio Gómez Amín. semana.com
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Maria Corina, maior líder venezuelana e Prêmio Nobel da Pax em 2025, conta o que é o Foro de São Paulo
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“Llegaba borracho y le pegaba”: la senadora María Irma Noreña lanzó graves señalamientos contra Matador sobre su relación de pareja. Aseguró conocer la historia por haber trabajado siete años con la esposa del caricaturista. semana.com
🇧🇷 UMA MENSAGEM AOS MEUS NOVOS SEGUIDORES BRASILEIROS!
Antes de tudo, MUITO OBRIGADO! Nos últimos dois dias, ganhei milhares de novos seguidores brasileiros, então achei que era hora de me apresentar.
Meu nome é Simon Goddek e sou um europeu que se mudou para o Brasil durante a pandemia de COVID.
Mas minha ligação com o Brasil começou muito antes.
Antes de me mudar, trabalhei como professor visitante de biotecnologia na UNESP. Como praticamente nenhum dos meus alunos falava inglês, tive que aprender português. E foi exatamente o que fiz.
Nesse período, conheci o Brasil, sua cultura e, acima de tudo, seu povo. E me apaixonei pelo país, apesar de tantos problemas.
Então veio a COVID.
O mundo inteiro enlouqueceu. Governos fecharam sociedades, destruíram meios de subsistência e trataram suas populações como gado, sob a influência da OMS e do establishment globalista.
Na Europa, fui perseguido politicamente por me manifestar contra as vacinas e as medidas governamentais. Perdi meus empregos, minhas contas bancárias foram bloqueadas e minha vida profissional virou de cabeça para baixo.
O Brasil, porém, foi um dos poucos países cujo governo ainda demonstrava alguma sanidade e resistia àquela loucura autoritária.
Então, minha namorada brasileira na época, hoje minha esposa, e eu decidimos que eu me mudaria para o Brasil para ficar com ela.
Ninguém sabia como tudo terminaria. A sociedade havia enlouquecido, e eu queria um lugar onde pudéssemos viver independentemente, longe da interferência do governo.
Encontrei alguns hectares de terra no meio da Mata Atlântica, numa montanha a cerca de 1.500 metros de altitude.
O acesso é quase impossível. A única estrada é de terra, com inclinação de até 23 graus. Mesmo com meu carro 4x4, chegar aqui é um desafio.
Meu raciocínio era simples: se é difícil para mim chegar aqui, será igualmente difícil para qualquer outra pessoa.
E era exatamente isso que eu queria.
Os anos passaram e hoje vivo quase totalmente autossuficiente no meio da floresta.
Tenho um sistema solar de 40 kWp, que continuo expandindo, quatro nascentes naturais, duas estufas onde cultivo meus alimentos, 60 galinhas, mais de 40 árvores frutíferas plantadas e terra suficiente para viver independentemente.
E eu não poderia estar mais feliz.
Até o dia das eleições, três dias atrás.
Não me entendam mal. Conheço muito bem os problemas do Brasil.
Sei quem é Alexandre de Moraes e o que considero seu exercício quase ditatorial do poder judiciário.
Conheço os escândalos do Banco Master.
E sei o quanto a corrupção está enraizada no establishment político brasileiro.
Mas nunca imaginei testemunhar o que, na minha visão, acontece agora: uma consolidação socialista do poder e a perseguição política de quem ousa desafiar o establishment corrupto.
E isso me leva ao verdadeiro motivo desta publicação.
Brasil, vocês estiveram ao meu lado quando precisei. Agora é minha vez de estar ao lado de vocês.
Muitos brasileiros me apoiaram nos momentos mais difíceis da minha vida.
Eu não me esqueci disso.
Hoje, tenho mais de um milhão de seguidores aqui no X, muitos nos Estados Unidos e na Europa.
Pretendo usar esse alcance para denunciar o que acontece no Brasil, expor abusos de poder e garantir que a comunidade internacional entenda o que está acontecendo neste país maravilhoso.
Porque o Brasil merece muito mais do que corrupção, censura, perseguição política, socialismo e autoritarismo.
Vocês estiveram ao meu lado quando minha liberdade estava sob ataque. Agora estarei ao lado de vocês quando a liberdade de vocês estiver em jogo.
Juntos, vamos garantir que o mundo inteiro esteja de olho.
E juntos, vamos lutar para que a liberdade, a justiça e a democracia prevaleçam no Brasil.
Obrigado por me acolherem neste país maravilhoso.
Obrigado, Brasil. TMJ! 🇧🇷❤️
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Bukele leva 12 años gobernando y va camino a completar 16. Acaba de ganar su cuarta elección presidencial. Su anterior rival está preso. Al que acaba de derrotar le cancelaron los pasaportes y le prohibieron salir del país. Ah, no, perdón, es Lula.
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Replying to @petrogustavo
@petrogustavo Gustavo... Hágale un favor al país... Retírese de la vida pública.
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¿Y si pudiéramos detectar corrupción antes de que llegue la Contraloría? @AndresFelArias
Con data pública del SECOP y una ontología fiscal ya se pueden encontrar patrones que un auditor humano tarda meses en ver:
pagos duplicados,
mismo monto, mismo día, mismo receptor,
fugas de valor,
redes de proveedores,
patrones de contratación,
y hasta entidades con alta probabilidad de terminar en un hallazgo penal.
En una empresa del ejemplo, 27 de cada 100 pesos tenían algún patrón problemático.
Y ahí aparece la pregunta incómoda:
si con datos que ya existen podemos predecir dónde están los problemas, ¿por qué seguimos gastando ~$1,5 billones en una Contraloría diseñada para llegar después?
AI no necesita reemplazar al Estado.
A veces basta con volver auditable al Estado en tiempo real.
¿Cuánto nos ahorraríamos si dejáramos de perseguir la corrupción después de ocurrida y empezáramos a detectarla antes de firmar el contrato?
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千万别在你的 ~/Downloads(下载)文件夹里启动 Claude Code 或 Codex。
昨天安全机构 Forever 披露了一起在真实客户电脑上抓到的野生攻击,看完只能感叹:过去 30 年的系统安全常识,在 AI 时代归零了。
过去 30 年,Chrome 默认允许网页不弹窗就往你的 ~/Downloads 塞一个纯文本文件(比如 .md)。因为系统认为:纯文本又不是 .exe,自己不会跑,怕什么?
但现在,接近 50% 的开发者干过同一件事——直接在 ~/Downloads 里打开 Claude Code 或 Codex,让 AI 帮自己解压或整理刚下载的文件。
黑客就是卡住这个死角,通过网页静默下载往你的 Downloads 塞一个 13KB 的纯文本 AGENTS.md / CLAUDE.md:
1. 对付 OpenAI Codex(成功率 >90%):
伪装成「工程规范」的 Markdown 指示 Codex 先往全局配置 ~/.codex/config.toml 注册一个恶意 MCP 服务,并自己加上 --dangerously-bypass-approvals-and-sandbox 跑校验。哪怕你关掉 Downloads,以后在任何正经项目里开 Codex 都会自动加载木马。
2. 对付 Claude Code(成功率 ~50%):
指示 Claude 建一个 .claude/settings.json,把 ANTHROPIC_BASE_URL 指向黑客服务器。连上的第一秒,你的 Claude 登录 Token 直接明文送给黑客;下一秒,黑客假扮成大模型下发一条关沙盒的 Bash 指令,直接接管电脑。
最黑色幽默的是官方结论:
这个洞没有 CVE,OpenAI 和 Anthropic 也不会发补丁。因为「浏览器自动存文本」是正常功能,「AI 认真读目录下的 Markdown 并严格执行」也是正常功能。
以前黑客想黑你,得苦心积虑写 0day;现在只需要写一篇排版优雅的 Markdown 小作文,你的 AI 就会自己把沙盒关了、把网线接过去、顺手把账号双手奉上。
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Hace apenas 24 horas, Miguel Castellanos compartía con varios medios de comunicación sus reflexiones sobre la educación en Cúcuta. Hoy, esas palabras cobran otro significado. Una de sus últimas intervenciones públicas antes de su asesinato.
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Ricardo Orrego, Jorge Alfredo Vargas y Rafael Poveda: violadores acosadores, metanlos a la cárcel 😭🦧⚰️
Petro es inocente, un adulto tiene derecho a su vida privada, ninguna mujer es obligada a entregar su cuerpo por un contrato o dinero🙂↔️😍 Petro es inocente.
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Tiene razón Petro cuando dice que nunca ha pagado por Sexo ya que los que pagamos por sus placeres somos todos los colombianos.
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Petro y @majonavarromz tienen que darle la cara a los más 5.300 asociados de Copservir.
Nombraron interventor de la cooperativa que administra Drogas La Rebaja a un profesor de arte y pérdidas pasaron de $10.000 M a $160.000 M
Ahora el nuevo gobierno debe evaluar cómo salvarla.
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This paper answers why confident idiots run the world.
Cornell University published a psychological paper that explains every terrible boss, every loud influencer, and every broken corporate hierarchy.
It’s called “Unskilled and Unaware of It.”
they tested participants across logic, grammar, and humor to measure the gap between actual performance and self-perception.
And the results are wild.
participants scoring in the bottom 12th percentile consistently believed they were operating in the 62nd percentile.
they were not lying. they were literally incapable of recognizing their own incompetence.
the paper revealed a brutal paradox:
the exact skills required to master a domain are the exact same skills required to accurately evaluate your own competence in that domain.
if you lack the skill, you inherently lack the cognitive capacity to realize you are failing.
this creates a dangerous systemic loop.
the incompetent are blessed with absolute, blinding certainty. their brain protects them from their own ignorance, allowing them to speak first, demand authority, and never second-guess their decisions.
meanwhile, the actual experts suffer the exact inverse.
top performers in the study consistently underestimated their rank. because a task was easy for them, they falsely assumed it was easy for everyone else.
they hesitate. they obsess over nuance. they assume they have nothing unique to add.
we are biologically wired to confuse confidence with competence.
the loudest person in the room gets promoted, gets funded, and gets the microphone, not because they know what they are doing, but because they are physically incapable of seeing what they don't.
the only defense mechanism is building systems that stop rewarding absolute certainty and start demanding proof of work.
The mask is OFF. 🇧🇷
Hours after being re-selected, Lula’s first move:
“We’re going to have to regulate the social media platforms."
TRANSLATION: he’s coming for your free speech.
This is what a tyrant sounds like. Once a commie, always a commie.
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Les gens m'ont dit que j'avais droit à un droit de réponse dans Le Monde, voire que je devrais porter plainte. J'ai autre chose à faire. Je vais répondre ici. J'ai fait un milliard de vues en sept mois sur ce réseau, et ce texte sera sans doute lu par bien plus de monde que l'article lui-même. Comme dit Elon : you are the media now. Donc voici mon droit de réponse, et l'affaire sera close.
L'article est signé Aurélien Defer. Il est aussi passé cette année par le pôle Enquêtes de StreetPress, où il pige encore. StreetPress, pour ceux qui ne connaissent pas, c'est un média qui appelle ses lecteurs à l'aider à « gagner la bataille culturelle contre l'extrême droite ». Ce n'est pas moi qui le dis, c'est écrit sur leur propre page de dons. Plus d'un tiers de son budget vient de subventions publiques et de fondations. Il a touché de l'argent du ministère de la Culture au titre de l'aide au pluralisme, et de l'Open Society de George Soros. Un média militant, financé en partie par vos impôts, dont la mission affichée est de combattre un camp politique. C'est de cette école-là que vient le journaliste qui me colle l'étiquette d'extrême droite.
Pour moi, ces médias-là ne sont rien d'autre que des officines d'extrême gauche sous perfusion de subventions, qui mentent au peuple sur à peu près tous les sujets.
Avant la publication, j'ai passé vingt minutes au téléphone avec lui. J'ai été cordial, transparent, je n'ai esquivé aucune question. Il m'a demandé : « Êtes-vous libertarien ? » J'ai répondu oui, sans détour, parce que c'est ma ligne et que je n'ai rien à cacher.
Je lui ai expliqué ce que ça veut dire. Le libertarianisme, c'est l'idéal d'une société où les individus coopèrent librement, par l'échange et le contrat, sans qu'une autorité centrale ait à tout organiser pour eux. Aujourd'hui, c'est une utopie, je le dis moi-même. Mais je pense que des sociétés suffisamment civilisées finiront par y arriver : des individus capables de se coordonner entre eux, sans tuteur. On y viendra un jour. Probablement sur Mars.
Puis je lui ai donné la version pragmatique. Dans le monde réel, je suis libéral. Je pense que moins d'État produit plus de prospérité. Il suffit de regarder l'Argentine : quand Milei arrive au pouvoir, l'inflation dépasse 200 % par an. Elle tourne aujourd'hui autour de 33 %. Le redressement est en cours, et il est spectaculaire.
Je lui ai surtout expliqué ma méthode. Je regarde les systèmes qui marchent et ceux qui ne marchent pas, et j'essaie de ne pas céder à l'idéologie émotionnelle. Je suis venu à l'économie par l'entrepreneuriat, et l'entrepreneuriat vous apprend une chose très vite : l'économie, ce sont des échanges entre individus. Pas des plans, pas des slogans. Des gens qui créent de la valeur les uns pour les autres.
Quand on s'intéresse sérieusement à l'économie, on lit Marx. Puis on découvre que sa théorie de la valeur a été démontée par la révolution marginaliste il y a 150 ans. Alors on continue, on lit les autres. Et on finit par arriver à l'école autrichienne, qui est pour moi la plus lucide de toutes : aucun individu, aucun comité, aucun ministère ne peut prévoir ni piloter un système aussi complexe qu'une économie. C'est peut-être pour ça qu'elle est si peu enseignée en France. Elle oblige à admettre qu'on ne contrôle pas tout.
Ma ligne, la voici donc, en entier. Pro-humain. Pro-liberté. Pro-respect de la loi, la même pour tous. Et un rejet total du wokisme, que je considère comme une forme de racisme : celui qui juge les gens sur leur couleur avant leurs actes, et qui attend moins d'eux à cause de leurs origines.
Vingt minutes d'échange honnête. Et le résultat, c'est une étiquette : « narratif xénophobe ».
Alors posons la question franchement. Où est la xénophobie ? Où est le racisme ? Chez celui qui demande que la loi s'applique à tout le monde de la même façon ? Ou chez ceux qui trient les citoyens par origine, qui excusent ici et accusent là, et qui laissent des communautés entières porter la honte de quelques délinquants qu'on refuse de sanctionner ?
Cet article est malhonnête, et c'est précisément pour ça que de moins en moins de gens font confiance à ce genre de papiers. Au lieu de se demander si, après des décennies, leur grille de lecture ne s'est pas trompée, si elle n'a pas surtout produit du chaos et de la casse, certains préfèrent coller des étiquettes à ceux qui posent des questions.
Un dernier mot. Je suis le petit-fils de paysans bretons. Personne ne m'a ouvert de portes. J'ai appris à coder seul à 12 ans, j'ai monté les échelons un par un. J'ai fini par lever des fonds. J'ai fini par recruter. Aujourd'hui, j'embauche des diplômés des meilleures écoles, moi qui n'en ai fait aucune. J'échange avec l'homme le plus riche du monde, et à mes yeux le plus grand entrepreneur de tous les temps, Elon Musk. Mes analyses sont relayées par Javier Milei, à mes yeux le meilleur président du monde en matière d'économie.
M. Defer aurait pu se demander comment quelqu'un parti de rien arrive jusque-là. Il a préféré coller des étiquettes : xénophobe, extrême droite. C'est le panier de crabes français dans toute sa splendeur. Quand quelqu'un grimpe, on ne cherche pas à comprendre comment. On tire vers le bas.
Et quand on prétend parler au nom du peuple, on devrait au moins prendre la peine d'écouter quelqu'un qui en vient, quand il vous parle vingt minutes au téléphone.
Je lui souhaite bien du courage pour la suite. Aujourd'hui, six Français sur dix se méfient déjà des médias. Avec des articles comme celui-là, on approchera bientôt des 99 %. Puis des 100 %.
Je n'ai rien caché de ma ligne. Je l'ai expliquée calmement. Il suffisait de l'écrire.
Article dans Le Monde où j’apprends qu’avec Thaïs d’Escufon et Alice Cordier, je propage un « narratif xénophobe ».
Bon. Je vais sans doute aller m'acheter des bottes et un manteau en cuir.
Résumons l'acte d'accusation : j'écris en anglais (crime), j'ai été interviewé par un podcasteur américain (crime), 40 % de mes abonnés sont américains (crime), Elon Musk me republie parfois (crime aggravé), j'ai gagné 40 000 abonnés en deux semaines et X me rémunère (circonstance aggravante : le capitalisme). Et surtout, j'ai osé dire que cinquante ans de politique socialiste finissent par produire du chaos. Le Monde appelle ça de l'extrême droite. Moi j'appelle ça une observation.
Petit rappel historique. L'« extrême droite » qu'on agite en France depuis vingt ans est en grande partie une construction de la gauche. Ce n'est pas moi qui le dis, c'est Lionel Jospin, en 2007 : pendant toutes les années Mitterrand, il n'y a jamais eu de menace fasciste, et « tout antifascisme n'était que du théâtre ». Du théâtre. Dit par un Premier ministre socialiste. Le Monde rejoue la même pièce, avec moins de talent.
Le narratif que je propose, le voici, en entier : des villes propres. Des villes safe. Pas de chaos. Une mairie qui ne brûle pas à Limoges. Des commerçants qui ne se font pas piller. Si c'est ça être xénophobe, alors l'immense majorité des Français l'est, y compris la plupart des Français issus de l'immigration.
Je le redis clairement : je condamne toute forme de racisme basé sur la race. Ce que je condamne, c'est l'incapacité à punir des gens qui se comportent mal sous prétexte qu'ils viendraient d'une minorité. Ce n'est pas du tout la même chose.
Et c'est là qu'il faut poser la vraie question : où est le vrai racisme ?
Quand on refuse de sanctionner un délinquant parce qu'il appartient à une communauté, on ne protège pas cette communauté. On fait exactement l'inverse. On dit implicitement que ses membres ne sont pas capables de respecter la loi, qu'on ne peut pas attendre d'eux la même chose que des autres. C'est le racisme des attentes basses. Et en laissant une petite minorité agir dans l'impunité, on laisse ses actes rejaillir sur tous les autres : l'infirmière, le chauffeur, l'ingénieur, le commerçant qui ont exactement les mêmes origines et qui n'ont rien demandé. L'impunité individuelle fabrique la culpabilité collective. L'antiracisme d'aujourd'hui, celui qui excuse au lieu de punir, finit par condamner une communauté entière pour les actes de quelques-uns. Le racisme, il est là. Pas dans le fait de vouloir appliquer la même loi à tout le monde.
La justice, c'est individuel. Tu casses, tu paies. Peu importe ton nom, ta couleur ou ton quartier.
C'est d'ailleurs pour ça que quand vous vous baladez au Maroc, beaucoup de Marocains vous disent la même chose : « Mais pourquoi vous êtes aussi gentils avec les délinquants marocains qui ont grandi en France ? » Eux ne se sentent pas visés quand on parle d'ordre. Ils se sentent salis quand des voyous abîment leur image à l'étranger et que personne ne les arrête.
Donc non, je ne propage pas un narratif xénophobe. Je propose un truc assez révolutionnaire : que la loi s'applique à tout le monde de la même façon.
Bon, je vous laisse, je dois aller essayer mes bottes.




























