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स्वशक्तिप्रचयोऽस्य विश्वम्॥३०॥ Kaula Tantra 🔱 / Esoterrorist / ACAB / Noise / Aesthetics / Non-Binary / Monopoly Child Star Searcher 🏴

São Paulo, Brasil
Joined May 2014
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Meus principais interesses: - Musica Eletrônica e Experimental (especialmente Noise, Pós-Noise, Industrial, Techno e Eletroacústica). - Sanātana Dharma (especialmente Vedānta e Pratyabhijna) e Filosofia Indiana em geral (que inclui Budismo e Jainismo). - Estética, Teoria literária, formalismo e todas as demais filosofias da arte. - Idealismo Alemão, Filosofia do Processo, Fenomenologia, Filosofia da Crueldade/Perversão (Bataille, Artaud, Blanchot, Sade, Kristeva, etc), Ceticismo, Linguística, Antropologia, Ontologia e Desconstrucionismo (Derrida, Malabou, Stiegler, Spivak, etc). - ASEAN studies
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Economia é a disciplina mais larpada do mundo. Nunca vi tanta gente falar com tanta convicção sobre um assunto q elas nunca pegaram pra ler quanto esse. (E da sempre pra notar que é farsante quando o sujeito tenta passar o ar de tecnocrata, como se economia n fosse ideológica)
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Ok Bakhtin me animou de ler igual ano passado quando tava conhecendo o Leibniz. Autor perfeito pra mim
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Wilfrid Sellars: Naturalism with a Normative Turn(5⭐️) An introduction to Sellars, it focuses specifically on what he views as his "naturalism with a normative turn": the articulation that all things that exists can be naturally explained, yet arguing to our thinking and language
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"O que diz um autor deve ser considerado com a maior circunspecção pelas seguintes razões: a reação global de que procede o todo do objeto decorre do desempenho do ato criador e não é vivida como algo determinado - pois o que a determina se encontra precisamente no produto criado, isto é, no objeto a que essa reação deu uma forma. O autor reflete a posição emotivo-volitiva de seu herói e não a sua própria atitude para com o herói; esta, o autor a terá concretizado em um objeto, e não poderia, enquanto tal, ser objeto de análise de uma vivência reflexiva; o autor cria, mas não vê sua criação em nenhum outro lugar a não ser no objeto ao qual deu uma forma; em outras palavras, ele só vê o produto em devir de seu ato criador e não o processo psicológico interno que preside a esse ato. Assim é, aliás, a natureza da vivência de qualquer ato criador: ele vive seu objeto e vive a si mesmo no objeto, mas não vive o processo da sua própria vivência; o trabalho de criação é vivido, mas trata-se de uma vivência que não é capaz de ver ou de apreender a si mesma a não ser no produto ou no objeto que está sendo criado e para o qual tende. Por isso o autor nada tem que dizer sobre o processo de seu ato criador, ele está por inteiro no produto criado, e só pode nos remeter à sua obra; e é, de fato, apenas nela que vamos procura-lo. (Os aspectos técnicos do ato criador, a perícia, são claramente perceptíveis, porém, de novo, no objeto.)" [...] "O herói não é o único que se separa do processo de que emana, o autor faz o mesmo. E por esta razão que cumpre destacar a produtividade, enquanto tal, da atividade criadora e da reação global ao herói: um autor não é o depositário de uma vivência anterior, e sua reação global não decorre de um sentimento passivo ou de uma percepção receptiva; o autor é a única fonte da energia produtora das formas, a qual não é dada à consciência psicologizada, mas se estabiliza em um produto cultural significante; a reação ativa do autor se manifesta na estrutura, que ela mesma condiciona, de uma visão ativa do herói percebido como um todo, na estrutura de sua imagem, no ritmo de sua revelação, na estrutura de entonação e na escolha das unidades significantes da obra". — Mikhail Bakhtin, O problema do herói na atividade estética.
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Estou adorando Bakhtin. Tava antecipando ele ser mt difícil por algum motivo, mas a escrita dele é bem fluida.
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"A acusação de solipsismo, isto é, a de que Fichte acredita que somente Johann Gottlieb Fichte existe e que as outras pessoas são simplesmente ideias em sua mente, é tão manifestamente absurda que não merece uma tentativa séria de refutação. Demonstramos que o ápice e a culminação da teoria de Fichte, a vontade moral orgânica, que consiste na representação de Deus pela humanidade como aquele que se submete livremente à lei por amor à própria lei, repousa, como fundamento essencial sem o qual seria impossível, sobre a presença, no mundo, de uma multiplicidade de indivíduos." - Anna Boynton Thompson, The Unity of Fichte's Doctrine of Knowledge (A Unidade da Doutrina do Conhecimento de Fichte)
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De igual modo, Stirner não é um mero nominalista ou construtivista como um egoísta ou subjetivista unilateral, mas sim alguém que reconhece que se deve agir conforme o realmente possível para a realização do Eu, isto é, não se atendo a objetivos egoístas irrealizáveis (idolatria a fantasmas), mas levando em consideração a constituição específica e variável dos corpos, afetos e forças sociais.
Embora Deleuze tenha afirmado que toda ideia é uma multiplicidade (isto é, ela é desejante e concentra em sua imanência a potência virtual infinita e intensiva de todas as diferenças singulares), ela não a entende de maneira formalista. Embora ele insistisse no imediato e criticasse a mediação por inserir um ciclo vicioso de auto-complementação (falta), ele sabia que a imediação precisava ser realizada (i.e., que a imediação é mediada). Não há essa elevação independente do conteúdo, mas segundo os conteúdos (a esquizofrenia depende do sentido). Afinal, em termos estritamente matemáticos, uma variedade riemanniana (multiplicidade) não é automaticamente uma variedade algébrica, pois falta o dado algébrico compatível (feixe de funções regulares ou dados que permitem a colagem algébrica e não apenas a colagem suave). Para liberar essa obstrução da passagem do local ao global é preciso de alguma teoria específica (cohomologia de feixes, feixes, condições de irredutibilidade, etc) que a torne uma multiplicidade no sentido que Deleuze visa.
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Ninguém é realmente solipsista nem idealista subjetivo. Esse é meu take de hoje.
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A célebre frase de Susan Sontag: "Em vez de uma hermenêutica, precisamos de uma erótica da arte."
Vertigo é aquele filme em que o Hitchcock se lembrou de TUDO menos da história. É um filme sobre coisa nenhuma. Tergiversar sobre o nada é um excelente subgênero, aliás, mas q particularmente prefiro na literatura. Cinema é a arte de contar. O esteticismo fica pra depois.
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Pra ser franco, quando chamam minha atenção pela swastika no nome, fico menos incomodado pela acusação de ser nazista (pq é MT esperado) e mais incomodado com a acusação de ser budista msm (esse símbolo surge no hinduísmo, e é tbm utilizado por jainistas e pelo dharma em geral).
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Inclusive é MT engraçado quando chamam de "manji", pq é só o termo japonês, parecem usar isso como um eufemismo. No sânscrito é swastika msm
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Wait till you learn the USA is responsible for this.
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Replying to @cacovcruz @ckikooo
A quantidade de fakenews que espalham sobre o país aqui no ocidente
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esse tipo de gente sarcasticazinha cheia das ironias tem que ser tratada igual inseto mesmo
pqp pararam o carro na vaga do meu amigo, ele mandou mensagem pro síndico que respondeu isso KKKKKKKKKKKK QUE FUDIDO VEI VSFFFFF
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Vou voltar pra minha fase slowcore
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ME CURA saber que eu vou fazer a área mais WOKE da medicina a psiquiatria é soberana
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Pelo amor de Deus...
ME CURA saber que eu vou fazer a área mais WOKE da medicina a psiquiatria é soberana
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"Serão meus impulsos como ser natural e minha tendência como puro espírito dois impulsos separados? Não: do ponto de vista transcendental, ambos são um só e o mesmo impulso fundamental que constitui meu ser, visto simplesmente de dois lados distintos. Isto é, eu sou sujeito-objeto, e meu verdadeiro ser reside na identidade e inseparabilidade de ambos. Se me considero segundo as leis da intuição sensível e do pensamento discursivo, então sou um objeto completamente determinado, o que de fato meu impulso é enquanto impulso natural, visto que, a esse respeito, eu mesmo sou natureza. Se me considero como sujeito, então esse mesmo e único impulso torna-se para mim um impulso puro, espiritual, ou torna-se a lei da autossuficiência." (GA I/5: 125; SL 4: 130) "Todos os fenômenos do Eu repousam unicamente sobre a interação recíproca desses dois impulsos, a qual não é, propriamente falando, senão a interação recíproca de um só e mesmo impulso consigo mesmo. Isso responde imediatamente à questão de como coisas tão opostas entre si quanto esses dois impulsos podem ocorrer em um ser que deve ser absolutamente uno. Os dois são, de fato, um só, mas a eidade em sua inteireza repousa no fato de que eles aparecem como diferentes. A fronteira que os separa é a reflexão." — Fichte (GA I/5: 125; SL 4: 130-31)
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