Xotagá, preta, macumbeira e de oyá ⚡️ retweeted
katy perry literally sacrificed her career by releasing political lead single and tried to warn americans in 2017 but nobody listened.. oh mother
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em meio a este retorno do woke seria mt representativo convidar as putinhas pra cerimonia de posse do lula ne tenho ctz que a jann aprovará
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se daniela realmente usar o enredo da mangueira como música de trabalho do carnaval o prêmio vai ser dela dnv hahaiii
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Se eu for falar de você, hoje não vou terminar
É tanta lambança, dá vontade de chorar
Na velha-guarda, só porrada e cobrança
Ela é barrada desde os tempos de criança
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DESTRINCHANDO A FANTASIA | 04. OYÁ NOS CORTEJOS DE AFOXÉ
Oyá também está nas ruas, presente nos cortejos de afoxé, conhecidos como o Candomblé de Rua. Essas manifestações levam para o espaço público a tradição dos terreiros, com seus cânticos em iorubá, o ritmo ijexá e as danças dedicadas aos orixás.
Iansã é lembrada nos movimentos, na dança e nos agrados feitos à yabá. Oyá também se manifesta na cultura, na música e na ancestralidade do povo negro.
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DESTRINCHANDO A FANTASIA | 05. A LÂMINA DA GUERRA
A espada representa o lado guerreiro de Oyá, sua coragem e sua presença nas batalhas. Sua relação com Ogum também é importante nessa representação. Senhor do ferro e da forja, Ogum teria sido companheiro de Iansã antes de sua união com Xangô. Segundo um itan, Oyá trabalhava ao lado dele na oficina, movimentando o fole que alimentava o fogo enquanto Ogum moldava suas ferramentas. Dessa aproximação vem também a associação de Iansã com a espada. Os dois carregam forças que se complementam: Ogum com o ferro, a forja e a guerra; Oyá com os ventos, a velocidade e a transformação.
a fantasia fiel pqp a leitura babado
DESTRINCHANDO A FANTASIA | 04. OYÁ NOS CORTEJOS DE AFOXÉ
Oyá também está nas ruas, presente nos cortejos de afoxé, conhecidos como o Candomblé de Rua. Essas manifestações levam para o espaço público a tradição dos terreiros, com seus cânticos em iorubá, o ritmo ijexá e as danças dedicadas aos orixás.
Iansã é lembrada nos movimentos, na dança e nos agrados feitos à yabá. Oyá também se manifesta na cultura, na música e na ancestralidade do povo negro.
Eu sou essa mulher! Guerreira, sou essa mulher até meio bocuda. Às vezes, falo coisas que não tenho que falar, mas a pessoa me provoca para isso. Então, sou naturalmente uma mulher de Oyá.
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a leitura impecável
DESTRINCHANDO A FANTASIA | 01. AXEXÊ
O axexê é o ritual fúnebre realizado quando morre uma pessoa iniciada no Candomblé. Considerada a última obrigação, a cerimônia desfaz os laços religiosos estabelecidos durante a iniciação e libera o orixá que acompanhava aquela pessoa. Na tradição iorubá, a morte não significa o fim da existência.
É uma passagem do Aiê, mundo dos vivos, para o Orum, mundo espiritual, de onde o espírito pode retornar por meio do renascimento. O axexê marca, portanto, o encerramento de uma trajetória e a continuidade de um ciclo.
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DESTRINCHANDO A FANTASIA | 03. EXU
A fantasia faz referência a Exu, especialmente a um itan em que Iansã, diante de seus conflitos com Xangô, procura Exu em busca de ajuda. Curiosa e inquieta, ela recebe dele um encanto que a transforma em borboleta. A mudança não representa fraqueza, mas outra maneira de expressar sua força. Exu aparece como aquele que abre caminhos e possibilita a transformação, enquanto Oyá descobre que sua potência também pode se manifestar pela leveza e pela liberdade.
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DESTRINCHANDO A FANTASIA | 02. FOGO DE AKARÁ
O akará está presente na tradição iorubá e tem forte ligação com Oyá e Xangô. A palavra significa “bola de fogo” e está na origem do nome acarajé. Segundo um dos itans, Xangô enviou Oyá a Ifá para buscar um preparado que lhe daria o poder de soltar fogo pela boca e pelas narinas. Curiosa, Oyá experimentou o preparado antes de entregá-lo e também adquiriu esse poder. A história ajuda a explicar a ligação dos dois orixás com o fogo e a presença do akará entre os alimentos sagrados de Iansã.
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DESTRINCHANDO A FANTASIA | 01. AXEXÊ
O axexê é o ritual fúnebre realizado quando morre uma pessoa iniciada no Candomblé. Considerada a última obrigação, a cerimônia desfaz os laços religiosos estabelecidos durante a iniciação e libera o orixá que acompanhava aquela pessoa. Na tradição iorubá, a morte não significa o fim da existência.
É uma passagem do Aiê, mundo dos vivos, para o Orum, mundo espiritual, de onde o espírito pode retornar por meio do renascimento. O axexê marca, portanto, o encerramento de uma trajetória e a continuidade de um ciclo.


























