Demolição do Bird Studio, de Akira Toriyama, avança, e fãs e ex-editor lamentam a perda
As obras de demolição do Bird Studio, antigo estúdio e casa de Akira Toriyama, em Kiyosu, na província de Aichi, já estão em andamento. Fotos tiradas na manhã de 31 de outubro por uma visitante mostram uma escavadeira e entulho no terreno, enquanto parte da construção segue de pé, protegida por andaimes e lonas. A licença da prefeitura, emitida em 19 de outubro, prevê as obras de 21 de outubro a 20 de novembro. O motivo da demolição não foi oficializado. A hipótese mais citada é a do imposto sobre herança, que ganha força com a informação, de que o imóvel era propriedade pessoal do artista, mas isso segue sem confirmação.
A perda mobilizou fãs no Japão e no mundo. A responsável pelas fotos escreveu que não esquece que o mestre desenhou ali tantas obras maravilhosas e que, apesar da tristeza, continuará encontrando Toriyama nos mangás e nos animes. Junto às imagens da demolição, ela compartilhou fotos de desenhos autografados, entre eles ilustrações de Goku e do dragão Shenlong, de Dragon Ball, e de Arale, de Dr. Slump, além de um Goku assinado por Toyotaro, autor do mangá de Dragon Ball Super.
O ex-editor de Toriyama, Kazuhiko Torishima, também se manifestou, lembrando que visitava o local uma vez por mês e que o lugar onde nasceram tantos personagens e obras está desaparecendo.
Os desenhos, as memórias e as obras seguem como um legado inestimável, mas nenhum registro substitui o lugar onde tudo isso foi criado. Era naquele terreno que Toriyama pensava, desenhava e dava forma a Goku, Arale e a tantos outros personagens, e a perda de um espaço assim, que não volta, é irreparável para a memória da cultura pop.
Quem controla Dragon Ball? O que se sabe sobre os direitos da franquia depois da morte de Akira Toriyama
A demolição da antiga casa e do Bird Studio, em Kiyosu, na província de Aichi, reacendeu uma pergunta que acompanha Dragon Ball desde a morte de Akira Toriyama, em 1º de março de 2024: quem decide o futuro da franquia?
Um documento de ocupação de via pública emitido pela prefeitura em 19 de outubro de 2026 indica a instalação de andaimes para as obras de demolição entre 21 de outubro e 20 de novembro. Até agora, porém, nenhum comunicado do Bird Studio ou da família explicou o motivo da demolição, e a hipótese de que ela esteja ligada ao imposto sobre herança, citada por fãs, não passa de especulação.
A estrutura de direitos da franquia é dividida. O crédito que acompanha a obra, © Bird Studio/Shueisha, reflete essa divisão: o estúdio de Toriyama detém a autoria original, a Shueisha publica o mangá, a Toei Animation produz os animes e a Bandai Namco responde por jogos e produtos.
Em julho de 2024, uma reportagem do site Toyo Keizai afirmou que esses direitos estavam em um impasse desde a morte do autor. Segundo o veículo, a Shueisha, o ex-editor Akio Iyoku e a Bandai Namco discutiam o futuro da franquia.
Iyoku assumiu, em 2016, a chefia da equipe "Dragon Ball Room" da Shueisha, depois de ter sido editor-chefe da revista V Jump, e trabalhou de perto com Toriyama.
Em 2022, foi transferido para outro departamento e, no ano seguinte, deixou a editora com vários subordinados e fundou, em maio de 2023, a Capsule Corporation Tokyo, empresa que cuida da distribuição e do desenvolvimento de propriedades intelectuais de criadores, entre eles Toriyama. Ainda de acordo com a reportagem, uma fonte da Shueisha apontou preocupação com a falta de aprovação da diretoria em projetos como o filme Sand Land, e disse que Toriyama ficou descontente com o afastamento de Iyoku.
A fonte afirmou que o presidente da editora, Masahiko Horiuchi, foi pessoalmente à casa do autor, sem sucesso, para tentar garantir os direitos do mangá. A Bandai Namco, preocupada em saber com quem negociar, chegou a organizar uma reunião entre as duas partes, e executivos do setor esperam chegar a um acordo com o espólio do autor.
Ao que parece Capsule Corporation Tokyo detém direitos do anime Dragon Ball Super e dos jogos, enquanto a Shueisha mantém o mangá, mas esse arranjo também não foi confirmado oficialmente pelas empresas.
Enquanto o futuro de Dragon Ball segue dividido entre contratos e bastidores, a casa onde o mundo de Goku foi desenhado vem abaixo, e quem decide o que fica ainda não disse uma palavra.
Action e Comics retweeted
Patrick Stewart, o Professor Xavier de X-Men e o Capitão Picard de Jornada nas Estrelas, morre aos 86 anos
O ator britânico Sir Patrick Stewart morreu na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, aos 86 anos, em sua casa em Los Angeles, cercado pela esposa e por familiares e amigos. A informação foi divulgada pelo perfil oficial do ator e confirmada por sua assessora, Kelly Bush Novak, que contou que ele partiu após "uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e demência com corpos de Lewy". No comunicado, a família pediu que, no lugar de flores, sejam feitas doações ao Johns Hopkins Alzheimer's Disease Research Center Fund e à Alzheimer's Foundation of America.
Nascido em 13 de julho de 1940, em Mirfield, no condado de Yorkshire, Stewart construiu uma carreira de mais de seis décadas, que começou nos palcos britânicos, incluindo anos na Royal Shakespeare Company, e o levou a vencer dois prêmios Laurence Olivier e um Grammy. Foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth II em 2010. Para o grande público, porém, ele se tornou o Capitão Jean-Luc Picard em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, papel que interpretou ao longo de sete temporadas, entre 1987 e 1994, e em quatro filmes, e que retomou em Star Trek: Picard, de 2020 a 2023. Em 2000, ganhou o segundo papel que marcou gerações, o Professor Charles Xavier, líder dos mutantes em X-Men, e voltou ao personagem em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em 2022. Segundo a Dexerto, ele também está confirmado em Vingadores: Doutor Destino, que chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro.
Em um raro caso de ator reconhecido como ícone de duas grandes franquias de ficção científica ao mesmo tempo, Stewart deixou como marca a dignidade, a compaixão e a humanidade que dava a cada papel, como destacou o próprio comunicado da família.
A voz sonora e o olhar firme que comandaram a Enterprise e a Escola Xavier continuarão a ecoar para quem cresceu assistindo a ele.
Casa e estúdio de Akira Toriyama estariam sendo demolidos, segundo registros de fãs
Fotos divulgadas por visitantes nas redes sociais mostram a demolição da antiga casa e do Bird Studio, o estúdio do criador de Dragon Ball, Akira Toriyama, na cidade de Kiyosu, na província de Aichi, no Japão. O imóvel, projetado pelo próprio mangaká, servia de moradia e de local de trabalho, e foi onde ele criou algumas de suas obras mais conhecidas.
O Bird Studio foi fundado por Toriyama em 1983, e o mangaká morreu em 1º de março de 2024, aos 68 anos.
Até o momento, não há comunicado oficial sobre o motivo da demolição, e a causa mais citada entre os fãs, a de que o imóvel seria demolido por conta do imposto sobre herança, é apenas especulação.
"Jornada nas Estrelas: Audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve"
Uma grande perda para o cinema, o teatro e a ficção científica com a partida do eterno Sir Patrick Stewart (1940–2026).
Que o nosso lendário Capitão Jean-Luc Picard siga em sua última e mais distante jornada pelas estrelas.
"Engage!" 🖖
Patrick Stewart faleceu aos 86 anos de idade.
Uma lenda que lembraremos para sempre. Descanse em paz.
#patrickstewart
Patrick Stewart, o Professor Xavier de X-Men e o Capitão Picard de Jornada nas Estrelas, morre aos 86 anos
O ator britânico Sir Patrick Stewart morreu na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, aos 86 anos, em sua casa em Los Angeles, cercado pela esposa e por familiares e amigos. A informação foi divulgada pelo perfil oficial do ator e confirmada por sua assessora, Kelly Bush Novak, que contou que ele partiu após "uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e demência com corpos de Lewy". No comunicado, a família pediu que, no lugar de flores, sejam feitas doações ao Johns Hopkins Alzheimer's Disease Research Center Fund e à Alzheimer's Foundation of America.
Nascido em 13 de julho de 1940, em Mirfield, no condado de Yorkshire, Stewart construiu uma carreira de mais de seis décadas, que começou nos palcos britânicos, incluindo anos na Royal Shakespeare Company, e o levou a vencer dois prêmios Laurence Olivier e um Grammy. Foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth II em 2010. Para o grande público, porém, ele se tornou o Capitão Jean-Luc Picard em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, papel que interpretou ao longo de sete temporadas, entre 1987 e 1994, e em quatro filmes, e que retomou em Star Trek: Picard, de 2020 a 2023. Em 2000, ganhou o segundo papel que marcou gerações, o Professor Charles Xavier, líder dos mutantes em X-Men, e voltou ao personagem em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em 2022. Segundo a Dexerto, ele também está confirmado em Vingadores: Doutor Destino, que chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro.
Em um raro caso de ator reconhecido como ícone de duas grandes franquias de ficção científica ao mesmo tempo, Stewart deixou como marca a dignidade, a compaixão e a humanidade que dava a cada papel, como destacou o próprio comunicado da família.
A voz sonora e o olhar firme que comandaram a Enterprise e a Escola Xavier continuarão a ecoar para quem cresceu assistindo a ele.
A aparição do Vigia no episódio 6 de VISIONQUEST abre uma pergunta incômoda:
Se o observador cósmico da Marvel está atento à trajetória do Visão, o que torna esse personagem tão importante para o multiverso?
A resposta pode estar ligada à ponte entre a série e Vingadores: Doutor Destino, e à possibilidade de que o Visão continue na fase seguinte do UCM.
Ultron, por sua vez, segue como o grande elemento imprevisível: ele se declara pai, ajuda o Visão e o trai, e talvez só esteja esperando o momento de agir sozinho.
Sempre gostei do cuidado que o estúdio Pierrot teve com Bleach ao criar os títulos diferentes para cada episódio. Eles mantiveram esse detalhe até nos especiais, nos filmes e em TYBW.
Orihime Inoue: como o visual da personagem mudou do anime original ao fim de Bleach: Guerra Sangrenta dos Mil Anos
Depois do vídeo que trocou o encerramento do episódio final de Bleach pela primeira abertura do anime e passou de 70 mil visualizaçõe, vale olhar outra mudança...
O visual de Orihime Inoue. O design da personagem evoluiu dos primeiros episódios do anime original (2004–2012) até o encerramento de Bleach: Guerra Sangrenta dos Mil Anos, cujo episódio final foi ao ar em 26 de outubro.
As duas fases foram produzidas pelo Studio Pierrot, a segunda com a mesma figura-chave no visual: Masashi Kudo, character designer do anime. Segundo ele, o trabalho começou por causa da própria Orihime: em um concurso para escolher o designer, enviou desenhos de Ichigo, Uryu e dela, e Tite Kubo gostou especialmente da versão da personagem, o que o levou ao cargo.
A personagem, aliás, é conhecida por ser difícil de desenhar, Kubo disse que, junto com Ichigo, ela tem o rosto mais difícil de desenhar. Na criação dos poderes, o autor contou que o Shun Shun Rikka, o poder dela, foi o mais difícil de projetar, e que no início ela teria chifres e cauda, como uma “garota-dragão”.
Na história, Orihime cresce da estudante dos primeiros capítulos à personagem central da guerra contra os Quincies, e, no epílogo, aparece como esposa de Ichigo e o filho Kazui.
Action e Comics retweeted
Vi um perfil que trocou o encerramento desse último episódio pela primeira abertura de Bleach e ficou perfeito. Se encaixou tão bem que parece original.
Hoje, 26 de outubro, é a data em que Einstein, o cachorro do Doutor Brown, se tornou o primeiro viajante do tempo da história.
Em De Volta para o Futuro, na madrugada de sábado, 26 de outubro de 1985, no estacionamento do shopping Twin Pines, o Doutor Emmett Brown faz o primeiro teste do DeLorean com o seu cão como passageiro. Sem que ninguém controlasse o carro, que foi acelerado por controle remoto até as 88 milhas por hora, Einstein foi enviado um minuto para o futuro, saindo à 1h20 e chegando à 1h21, e voltou sem sentir nada. Foi ali que o Doutor Brown comprovou que sua invenção funcionava, e o animal ganhou, de bônus, o título de pioneiro.
Passados 41 anos, a cena continua sendo um dos momentos mais lembrados da trilogia: um teste científico disfarçado de piada, que estabelece as regras da máquina do tempo e coloca no centro da história o cão que nunca soube que fez história.
Spoilers do episódio final de Bleach.
Bleach: o que significa a cena pós-créditos do episódio final e o que esperar do futuro!!
O episódio 50 de Bleach: Guerra Sangrenta dos Mil Anos, “Morte e Morango”, encerrou a adaptação nesta segunda-feira (26). Ele adapta os dois últimos capítulos do mangá, o 685, “O Fim da Perfeição”, e o 686, que dá nome ao episódio, e pula dez anos depois da derrota de Yhwach.
Rukia assume como capitã da 13ª Divisão, e a nova geração aparece com Ichika Abarai, filha de Renji e Rukia, e Kazui Kurosaki, filho de Ichigo, segundo a Screen Rant. O próprio Tite Kubo confirmou que criou dois personagens novos para o final, e disse em 25 de outubro que ainda não tinha visto o episódio.
Depois dos créditos, o anime adapta a última página do mangá, que termina com o poema de Ichigo e Rukia e as palavras “As Histórias dos Corajosos", e que fecha um ciclo aberto no primeiro capítulo. A leitura mais coerente é simbólica, e não literal: a paisagem árida e a palavra desespero gravada no chão não indicam um “quarto mundo”, mas a ideia do primeiro poema, a de que tememos o que não podemos ver.
Yhwach queria apagar o próprio conceito de morte, e com isso os humanos, no fundo, viveriam em terror permanente dela. A resposta da obra é a coragem de continuar enfrentando o medo, e o último poema completa a ideia com a imagem de passos que não param, aconteça o que acontecer; a narração da página contrasta justamente seguir em frente apenas vivendo com seguir em frente vencendo os próprios medos. O discurso de Aizen no Muken, sobre o medo dar coragem para continuar andando, reforça essa leitura.
Quanto ao futuro, não há anúncio oficial de continuação. A base para uma sequência existe: o one-shot "Novos Suspiros do Inferno" (tradução livre, este one-shot nunca chegou por aqui), de 73 páginas, publicado por Kubo em agosto de 2021, que prepara o “Arco do Inferno”.
Um evento de celebração do final de Bleach vai acontecer no Makuhari Messe, em 27 e 28 de fevereiro de 2027, que não garante novidades. Rumores sobre uma nova história no mangá ou a adaptação do one-shot não foram confirmados, apenas o game Bleach: Mirrors High, com designs originais de Kubo.
Vi um perfil que trocou o encerramento desse último episódio pela primeira abertura de Bleach e ficou perfeito. Se encaixou tão bem que parece original.
Eles removeram a cena do soco que Yamcha deu em Bills para o bem da trama. #DragonBallSuper
Walter Koenig, o Chekov de Jornada nas Estrelas, morre aos 90 anos
O ator e roteirista Walter Koenig, que interpretou o navegador russo Pavel Chekov na série original de Jornada nas Estrelas, morreu no domingo, 25 de outubro de 2026, aos 90 anos, de causas naturais, em sua casa em North Hollywood, em Los Angeles. A informação foi confirmada pelo agente do ator, que disse que ele estava acompanhado da filha e de uma sobrinha.
Koenig entrou na série da NBC no início da segunda temporada, em 1967, e permaneceu até o fim da exibição, em 1969, aparecendo em 36 episódios.
Voltou ao papel nos seis filmes da equipe original, de Jornada nas Estrelas: O Filme (1979) a Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991), e deu voz ao presidente Anton Chekov em um episódio de Star Trek: Picard, em 2023.
Fora da franquia, o ator ficou conhecido pelo papel de Alfred Bester, o temido agente da polícia psíquica de Babylon 5, e ele assinou o primeiro episódio de Jornada nas Estrelas escrito por um integrante do elenco. Em 2012, recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Em comunicado, o representante do ator destacou o seu “otimismo, humor e espírito aventureiro” e lembrou que ele compreendia o que Jornada nas Estrelas significava para o público. George Takei, o Sulu da série original, também se despediu do colega nas redes sociais.
Koenig deu rosto e sotaque a um personagem que a produção criou para atrair o público jovem, e acabou fazendo dele parte inseparável da tripulação da Enterprise. É o tipo de despedida que lembra que a nave segue em frente, mas a sua tripulação original está cada vez menor.




















