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║░▒║com esta faca
║░▒║cortarei meu
║░▒║próprio pinto
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vc terminar e todo mundo do ciclo social da pessoa terminar contigo tbm é definitivamente a coisa mais irritante que existe nos términos
Nícolas, O Eunuco retweeted
Talvez demonizar garimpeiro e fazer propaganda pique topgun do IBAMA pode não ironicamente salvar a Amazônia
deve ser muito foda tu resgatar animal silvestre e descer o cacete em garimpeiro filho da puta
se eu fosse ligeiro (malandro) eu ja estaria vendendo curso de i.a pq eu to muito desenrolado no trampo, mas eu sou mo de boas (otário)
terminamos com um beijo no mesmo sofa onde conversamos por horas sobre como seria a chegada de um na vida do outro...
a melhor decisão nem sempre é a que a gente quer mesmo, eu so espero de verdade que o tempo seja humilde, eu vou sentir saudade 😪
Nícolas, O Eunuco retweeted
O gente, isso aqui tá quase empatando pra sim, Vsf, mobilização alta aqui, CLIQUE NÃO
🚨PESSOAL, URGENTE 🚨
Saiu a proposta do senador Hamilton Mourão (ex vice de Jair Bolsonaro), que *Concede anistia aos acusados e condenados pelos crimes em razão das manifestações ocorridas em Brasília, na Praça dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro de 2023.*
Faça sua parte e vote *NÃO* a essa proposta de anistia! *VOTE em NÃO*
www12.senado.leg.br/ecidadan…
REPASSEM
Nícolas, O Eunuco retweeted
A verdade é difícil, mas precisa ser enfrentada.
E ela tá na cara.
Flávio concorreu para salvar a própria família.
Disse que, se ganhasse, tiraria Jair da prisão. Deixaria Eduardo voltar ao Brasil sem risco de ser preso por tudo que fez contra o Brasil (inclusive pedido para que o país fosse invadido).
E teria, ele próprio, a proteção de presidente nos processos criminais por fatos anteriores ao mandato.
Aqui há uma questão jurídica importante: o artigo 86, § 4º, da Constituição impede que o presidente, durante o mandato, seja responsabilizado criminalmente por atos estranhos ao exercício de suas funções. Uma proteção temporária que poderia alcançar os fatos investigados envolvendo Vorcaro e a relação com Willer Tomaz.
Sem a Presidência e com o mandato no Senado terminando em janeiro, ficará sem as proteções parlamentares vinculadas ao cargo. Pela primeira vez em 24 anos, estará sem mandato.
Não foi pela menina do batom, nem pelo seu José. Difícil aceitar, mas não foi.
Me parece claro, a derrota colocou em risco um projeto de proteção familiar.
A fuga é só o outdoor de um filme anunciado.
Ou alguém ainda acha que essa ideia veio só depois que soube dos passaporte?
Ele organizou essa fuga internacional rapidinho assim?
É preciso aceitar: é o modus operandi da família.
Nícolas, O Eunuco retweeted
O cenário era desolador. Naquele momento, já sabíamos que o resultado não seria favorável.
Mas uma parte da minha mente estava tomada pelos meus instintos mais primitivos.
Estava apertado ali, não resisti e dei um pequeno passo para trás. Ele não recuara. Pelo contrário, apoiou+
c a r a l h o
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.




























