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Joined April 2009
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Uma das grandes empresas responsáveis pelo desenvolvimento do Brasil foi criada em um momento de grande tensão geopolítica, com a Segunda Guerra Mundial, e sua história é creditada a muita negociação de Getúlio Vargas.
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O Paraguai foi proclamado como exemplo por Milei, pelo bolsonarismo, pelo presidente do Chile, por Trump e por agências de avaliação de Nova York. Estado mínimo, liberdade para os negócios e poucos impostos construíram um novo paraíso. Era tudo mentira. Uma grande fraude. O colapso do Paraguai é o fruto perfeito do que a nova direita de Milei, Bolsonaro, Trump e outros menores trouxeram para os povos da América do Sul.
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O mercado sabe — e muito bem — que o presidente Lula não fará o ajuste fiscal que eles querem. A Faria Lima e seus jornalistas e economistas apostaram tudo no tesouraço de Flávio e perderam. Querem agora um milagre político em que o vencedor renuncie ao que defendia na campanha e adote o programa de quem perdeu nas urnas. O tal mercado quer um ajuste que tire o couro dos pobres. Querem corte no Bolsa Família, na aposentadoria, no BPC e — principalmente — nos reajustes do salário mínimo. E Lula, já está provado nos três governos, não rifa os pobres. Este talvez seja um dos grandes pontos de toda a sua vida: nunca abandonou os pobres. Não é homem de loucuras como confiscos bancários, tabelamentos e outras insanidades. Quer a casa em ordem, mas com o olhar voltado aos pobres. Por tudo isso, é muito positiva a discussão das propostas de André Lara Resende, um liberal clássico, mas que não quer repetir sempre a fórmula de ajuste pouco inovadora. O mercado, a Faria Lima, seus economistas e jornalistas deveriam sair da situação de imobilismo e pensar num ajuste que esteja de acordo com as urnas.
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Trumpismo e bolsonarismo no mesmo barco e na mesma tempestade O bolsonarismo tornou-se hegemônico no campo da direita com o triunfo do trumpismo nos EUA. A destruição das antigas direitas liberais, democráticas e globalistas, que predominavam no pós-Segunda Guerra, foi possível com o nascimento e a ação do movimento MAGA nos EUA. É daí que nascem as principais bandeiras, muitas vezes sustentadas por teorias conspiratórias malucas, que vão dando suporte a uma direita populista e com forte apoio eleitoral. Não há como separar o trumpismo, seu antiglobalismo e suas campanhas contra direitos de minorias de tudo que surgiu mundo afora agora. O bolsonarismo, Milei ou grupos europeus contra imigração, mulheres, gays e negros não teriam vida longa sem o trumpismo baseado no MAGA. A derrota desta semana, nas eleições norte-americanas, atinge fortemente essa extrema direita, pois retira um dos seus pontos centrais, que é o voto popular. Sem o trumpismo e seu conjunto de projetos, o bolsonarismo ficaria restrito a mais um levante de grupos radicais antiprogresso que conhecemos tão bem. É o trumpismo que faz a direita populista tormar o campo e ser a última alternativa aos liberais e à esquerda. Ainda não sabemos até onde irá a derrocada do trumpismo, mas a derrota foi forte. Certamente, sem as ideias MAGA, o bolsonarismo voltará ao seu canto: radical, antiprogresso, anti-direitos de minorias e autoritário. O bolsonarismo não vive sem o trumpismo.
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Efeito LULA
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Eita!
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👀 Con este discurso James Talarico venció a Trump en Texas y hoy es senador. Vean el video, miren cómo rebate todos los argumentos del evangelismo sionista que tanto daño ha hecho. Este discurso lo debería ver cada persona de Colombia que tenga inquietudes espirituales. ———- @DuvalierSanchez @dianamotavo
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Trump reconheceu a derrota depois de passar meses denunciando fraudes imaginárias por todo lado. Teve um minuto de bom senso, embora tenha se esquivado da responsabilidade: diz que quem perdeu foram os candidatos, e não ele. Aceitou o jogo da democracia, em que quem tem mais votos ganha. Diferente foi Flávio Bolsonaro, que perdeu mas não reconheceu a derrota. Nenhuma novidade, porque é tradição da família perder, negar a derrota e fugir. Triste é o caminho da direita, que amarra seus projetos a essa família. Benjamin Netanyahu também perdeu e, como os Bolsonaros, não reconhece a derrota. Mais grave: está conspirando como fez Jair em 2022, mas, como ocorreu no Brasil, terá dificuldade em virar a mesa.
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O Paraguai não resistiu nem uma semana como paraíso do bolsonarismo. A farsa de um país perfeito, onde tudo funciona bem, desmoronou. O principal banco quebrou, o Banco Central entrou em colapso e sobrou o povo na rua quebrando tudo e querendo sacar seu dinheiro. Está na hora de o bolsonarismo sair do sonho — ou do pesadelo — e enfrentar a realidade.
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O senador James Talarico, eleito ontem no Texas, se vier ao Brasil será apedrejado pelos evangélicos daqui. Educado em seminário presbiteriano, tem discurso progressista que, por aqui, levaria sua condenação ao fogo do inferno. Defende os pobres em tudo e, também, ataca os bilionários. Por aqui, as igrejas evangélicas proibiriam ele de entrar nos templos e seria execrado como comunista. Nossos evangélicos são os piores do mundo.
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Uma tempestade perfeita A brutal derrota eleitoral de ontem do trumpismo nas eleições para a Câmara e o Senado dos Estados Unidos marca o abalo no terceiro barco da extrema-direita atingido numa tempestade do voto. O avanço da onda reacionária que vinha sendo proclamada como irreversível sofre uma virada em 15 dias que pode mudar o jogo. Primeiro foi a vitória de Lula no Brasil, barrando o bolsonarismo, fruto local da direita populista; depois, a eleição em Israel, que deixa outro peão central da extrema-direita (Bibi) às portas de deixar o poder, batido nas urnas; e, agora, o massacre dos democratas, vencendo em locais onde só perdiam há mais de 100 anos. É uma reviravolta mundial poucas vezes vista. Há derrotados claros, como Trump, Bibi e Bolsonaro, mas há outros atingidos pelos cacos da tempestade. Milei é um deles. Sem dinheiro e sem apoio dos norte-americanos, corre o risco de ficar um náufrago gritando palavrões por todos os lados. Os barões de empresas de tecnologia, como a Meta e Elon Musk, e outros menores, que tanto jogaram sujo nas eleições, irão reprogramar suas ações; os evangélicos, que se tornaram o exército da linha de frente do conservadorismo, terão que encontrar outros textos para orar. É certo que, no caso de Trump, poderá manter o poder de veto para seus projetos, mas será contido. É o típico "pato manco" e não poderá continuar ficando taxas, punindo países e fazendo suas loucuras diárias. Não é uma revolução, mas os últimos 15 dias marcaram uma viragem. Começou no Brasil, com a vitória de Lula, genial e histórica, e não sabemos até onde irá. A extrema-direita está sendo derrotada pelo voto, com o povo na rua e com a luta na internet. O tempo, que parecia escuro e revolto, está mudando. E para melhor.
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Não tem pé nem cabeça fazer uma audiência pública para discutir uma medida provisória do Executivo que extingue as Bets. Deveria o ministro proferir seu voto sobre a constitucionalidade ou não e encaminhar ao Pleno. Discutir o mérito da matéria é para o Congresso e não para o Poder Judiciário. O STF tem tradição em fazer "audiência pública" para não decidir ou prorrogar por muito tempo. Esse não é um processo de conciliação. Essa audiência é ruim para o Judiciário e toma a competência do Legislativo. Só espero que essa aberração não continue e que o ministro vote rápido E deixe que o Congresso faça a discussão política e de mérito. Isso não é coisa própria do STF.
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A mídia não viu Fui às três grandes manifestações da campanha deste segundo turno na Avenida Paulista. As três foram gigantes, mas acho que a primeira (do dia 11) foi a maior da nossa história, inclusive maior que as das Diretas Já. A do último dia da campanha também foi gigante, assim como a da noite da apuração. Em todas tivemos grande engajamento de jovens, mulheres e idosos, todos com muita vibração. A primeira teve o impacto da surpresa, pois muitos ainda estavam abatidos pelo resultado do primeiro turno. Também vi que este mesmo tipo de engajamento estava ocorrendo em outras cidades. Até em cidades pequenas, algumas com muito agro, os eventos eram grandes, animados e com uma força popular nunca vista. Até hoje me pergunto como a mídia não captou esse movimento, essa animação, este engajamento gigantesco que anunciava uma mudança nas urnas. A mídia falhou. Por essa razão, disseram que a vitória de Lula foi surpreendente. A maior campanha eleitoral das últimas décadas não foi vista pela nossa imprensa. É um caso para estudo nas escolas de comunicação.
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Não conheço em detalhes a proposta de taxa de juros do economista André Lara Resende, mas, vendo a opinião contrária do Marcos Lisboa, já passei a apoiar. Lisboa é um negativista puro. Não acredita em nada do Brasil. Hoje, na Globonews, teve uma crise de ciúmes de André Lara Resende. Nada mais natural. Lisboa tem solução para tudo e sempre é genial. E não admite qualquer opinião contrária.
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Tribunal ou Parlamento? A "audiência pública" que o ministro Fux realiza nesta semana com o pessoal da jogatina para debater a medida provisória que proibiu as Bets é medida tipicamente parlamentar e estranha à competência do STF. Não é uma audiência de conciliação processual, mas uma tentativa de encontrar "outro caminho" que não o pretendido pelo Executivo ao extinguir as Bets. É uma excrescência. Isso não é competência de uma Corte Suprema. Caberia ao ministro Fux dizer apenas se há na proposta do Executivo alguma inconstitucionalidade. Se nada é inconstitucional, o caso deve seguir para decisão do Congresso. Ouvir as partes (que partes?) é apenas pretexto para não dar sequência à matéria. O STF vive fazendo isso quando não concorda com o mérito de matéria do Executivo e do Legislativo. A nova lei de distribuição dos royalties do petróleo vem há décadas sendo bloqueada pelo STF por infindáveis discussões e pretextos. E muitas " audiência pública". O STF não é Parlamento. Isso é grave e é invasão das competências do Legislativo e do Executivo. A mídia está quieta porque quer defender a jogatina das bets, pois algumas são de donos da mídia. O presidente Fachin deveria avisar ao ministro Fux que encerre seu momento de parlamentar, decida o caso e leve ao Pleno da Corte. Se isso for por este caminho, vai dar só mais uma confusão no STF.
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Essa frase foi inventada. Mas não era inocente. A diretoria do Banco Central queria privatizar o Banespa. Então inventou que ele estava quebrado. Era o contrário. A bronca de Brasília era que o Banco realizava uma operação ARO ( antecipação de receitas orçamentária ) com prefeituras e Estados. Era um empréstimo altamente lucrativo ( e seguro ) para o Banespa mas contrariava a nova política econômica de Brasília. O Banco dava lucro e era um espinho na garganta dos bancos privados. Sua privatização foi política e prêmio ao Mercado por apoiarem o governo.
Replying to @victorosaraiva
Um adendo: ouvi essa frase em alguma reportagem e nunca fui atrás de conferir se o Quércia realmente a disse. Parece que o Quércia negava ter dito e dizia que ela tinha sido inventada pelo Estado de S. Paulo (quem assistiu ao Roda Viva com ele sabe o quanto adorava o Estadão, rs). Pode ser mais uma dessas lendas que entraram para o folclore político como a suposta frase do FHC “esqueçam o que eu escrevi”. No caso do Quércia pouco importa se ele disse ou não. A frase continua sendo verdadeira.
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Dois momentos inesquecíveis da campanha de 2026. O primeiro foi na manifestação do dia 11 de outubro, a maior da história da Avenida Paulista, superior inclusive às Diretas Já. Quando cheguei, vi a chegada de levas e levas de jovens, aparentemente em grupos próprios, alegres, cantando e transmitindo uma forte energia para a campanha. Estranhei porque não tinham o perfil de militantes partidários que eu conhecia. Foi então que um amigo disse que eram dos fandoms, um tipo de organização que eu nunca tinha ouvido falar. Foram presenças importantes em todas as mobilizações, e vi que o presidente Lula, no final do comício da Avenida Paulista, fez um agradecimento especial a eles. Muito merecido Nunca tinha ouvido falar, não sabia de sua existência e fiquei empolgado quando conversei com alguns e vi sua clara posição progressista. Foi um susto agradável, e depois soube que isso se deu no país todo. O segundo momento que não esqueço é quando começou a apuração e todos estávamos tensos, embora eu já tivesse recebido notícias de várias cidades e todas mostravam que Lula tivera votação maior que a do primeiro turno. Ligou-me um amigo e disse que o Estadão projetava, com 2,40% das apurações, a vitória de Lula por mais de 4 milhões de votos. A apuração estava no início. Fui ver e era verdade a projeção do Estadão, embora as TVs estivessem com outros números. Certamente para comprovar a sucessão de erros da midia corporativa Enfim, duas grandes novidades: conheci a existência dos fandoms e vi que a projeção do Estadão acertou na mosca.
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A audiência pública do STF sobre as Bets é violação da Constituição. A reunião (audiência pública) que o ministro Fux promoverá com o pessoal da jogatina nesta terça-feira não tem pé nem cabeça. É uma pura invasão na competência do Legislativo e do Executivo na proibição das bets. Além da participação majoritária das entidades que defendem o jogo, não é função do STF fazer o que quer o ministro Fux. Cabe só ao STF dizer se a medida provisória do Executivo é ou não inconstitucional. Caso não tenha nenhuma inconstitucionalidade, a matéria deve ir a votação no Congresso. Encontrar "outro caminho" não é função do ministro. Não cabe ao Judiciário manifestar-se sobre o mérito do proposto. Cabe, somente, dizer se fere ou não a Constituição. O que faz o ministro Fux é trabalhar contra o Executivo, e esta não é sua competência. Se o Legislativo quiser rejeitar ou alterar a medida do governo, pode fazê-lo. Mas não o ministro. O STF já tem uma péssima tradição, como no caso dos royalties do petróleo, que teve nova lei aprovada e a Corte vem, há décadas, empurrando uma solução. Não é papel do STF encontrar outra saída para a jogatina proibida. Cabe somente ao Executivo e ao Congresso legislar sobre a matéria. O que faz o ministro Fux é uma excrescência. O presidente Ministro Fachin deveria proibir esta audiência pública, que nada tem com a competência do STF. Nem se diga que é um caso de "conciliação judicial", que por vezes o Judiciário realiza. Este é um caso de atender aqueles (as bets) que o Executivo já disse que não quer atender. Cabe ao STF apenas dizer sobre a constitucionalidade da matéria e não buscar solução para "as partes" que, rigorosamente, não existem no processo. Essa audiência pública é uma grave agressão ao Executivo e ao Congresso, e o presidente Lula não deveria enviar ninguém nesse evento. Isso ainda vai dar problema para o STF, que deveria apenas ficar na matéria de sua competência.
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Mexicanos gritam em apoio ao presidente Lula no Grande Prêmio, durante a Fórmula 1, no país.
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Os evangélicos perderam o rumo Esta eleição consagrou o envolvimento político-partidário dos evangélicos como nunca foi visto. Uma legião de igrejas tornou-se meros comitês eleitorais, com os pastores adotando um discurso único contra Lula, a esquerda e o PT. Não falo só daquele grupo de pastores que fez "profecias" da vitória de Flávio, mas também de falsas mentiras e fake news que construíram permanentemente nas reuniões e cultos. Tivemos vários pastores que não entraram nas cruzadas políticas, e também devemos destacar que, em muitas igrejas, parte dos fiéis ( especialmente os jovens) sentiu enorme constrangimento ao ver aquele quadro em que Cristo foi substituído por políticos. Certamente esse comprometimento dos evangélicos com o bolsonarismo já está cobrando um preço, e muitos estão abandonando as igrejas, e os novos membros caíram quase a zero. Chegará uma hora em que os evangélicos terão de abandonar esta utilização da religião por políticos da extrema direita e retornar ao caminho da fé e do cristianismo. Mas isso será missão para as novas gerações, porque as atuais estão demasiadamente comprometidas com mentiras e falsas interpretações bíblicas.
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Eu vi. A mídia corporativa não viu. Aquele primeiro dia da campanha no segundo turno a Avenida Paulista anunciava que o jogo iria virar.
UMA PAULISTA NUNCA VISTA IGUAL A manifestação da campanha de Lula de hoje, dia 11 de outubro, foi gigantesca. Nunca tivemos uma Avenida Paulista com tanta gente. Conheço bem a região, pois moro numa rua paralela há 45 anos. Tudo o que tivemos aqui nestas décadas foi superado. Uma multidão com a maioria esmagadora de jovens e sem auxílio de candidatos a deputado, governadores e, principalmente, destas organizações evangélicas que hoje, tristemente, mobilizam público para políticos. Muitos jovens e muita vibração e entusiasmo para fortalecer a campanha de Lula. Tive a satisfação de encontrar vários colegas de faculdade, hoje todos de cabelos brancos, filhos criados e que, assim como lutaram contra a ditadura nos anos 70, empenham-se para que o país não caia na escuridão de um governo reacionário e antipatriótico. Tivesse nossa mídia corporativa um pingo de compromisso com a verdade e o país, veríamos grandes matérias sobre o evento de hoje. Não creio. A cobertura desta eleição é pior do que a feita na eleição de Collor. Bastaria lembrarmos, dentre tantos momentos péssimos, o PowerPoint de Vorcaro e Lula da Globonews, que deve ser objeto de tese e estudos de uma indigna matéria de jornalismo que propaga a falsidade. Mas esperemos que os fatos sejam mais fortes do que as mentiras e que a população do Brasil todo veja o belo exemplo do ato de hoje na Avenida Paulista.
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