
#SpacesHost Plano de longo prazo para o país/Integridade sempre/ Regras adequadas para as reeleições. RT#endosso. E no Rio só o Flamengo é campeão mundial.
Rio de Janeiro, Brazil
Joined January 2020
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Desenvolvimento vai muito além de riqueza. É segurança pública, educação, respeito ao próximo. CONVIVÊNCIA CIVILIZADA.
Alguém imagina o Roberto Carlos andando de trem sem seguranças? Pois é disso que se está falando.
Vou botar este post num quadro, é a minha visão de sociedade.
Imagine all the people…
′′Um país desenvolvido não é aquele onde o pobre tem carro, mas aquele onde o rico usa os transportes públicos."
Via @douglasgomides
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Eu escutei um sujeito na Auriverde, explicando as vantagens para empresários que optam por mudar operações industriais para o Paraguai, para explorar a falta de proteções trabalhistas e os baixos impostos, para depois vender com vantagens no Brasil, tirando mercado de empresas que empregam, produzem riqueza e pagam impostos no nosso país
Eu entendo a estratégia, mas não me peçam, como brasileiro, gostar ou apioar essas empresas.
Eu proponho um boicote a todas as empresas que não tem nenhum interesse no desenvolvimento do Brasil, pra quem nosso dinheiro interessa mas nossos trabalhadores não.
Segue a lista das principais:
Empresas de porte que fabricam no Paraguai (principalmente via regime de Maquila) para reduzir custos e vendem primariamente no Brasil:
Lupo
Karsten
Grupo Dass (Dasstex)
Kidy
Buddemeyer
Grupo Lunelli
Altenburg
Wyda Embalagens
Koumei
Estrela
Döhler
Se você concordar, me ajude a divulgar .
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🚨 PARA VOCÊS TEREM NOÇÃO DA DIMENSÃO DO PROBLEMA: em Itacaré, há placas em hebraico por todo canto, homenagens a soldados israelenses criminosos de guerra e até um bairro chamado “Morada de Israel”.
Mas a PRÓPRIA POPULAÇÃO não pode se manifestar artisticamente porque os sionistas e os empresários acham ruim.
🇧🇷🇵🇸 #ItacaréDosBrasileiros
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Quem manda em Itacaré? Moradores enfrentam israelenses e demandam fim do turismo predatório operamundi.uol.com.br/pensar…
#LaFuerzaDeLaGente
Sánchez: "Eu também tenho mãe e duas filhas, mas isso não me faz feminista. Ser feminista é não recortar os direitos das mulheres".
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Zohran Mamdani was right.
AIPAC is not the Jewish community. Israel is not the Jewish people.
Criticizing AIPAC, or the Israeli government does not automatically make someone antisemitic or a hater of Jews.
The claim by Israel and lobbying groups like AIPAC that they speak for all Jews is increasingly being challenged, including by Jewish Americans themselves.
A reported 66% of Jewish Americans say AIPAC's multimillion-dollar spending against Israel critics fuels antisemitism.
Judaism is not Zionism. AIPAC lobbying is not Jewish representation.
@ZohranKMamdani @NYCMayor @TrackAIPAC
Vamos rir, galera!! 😂😂😂
Antes de crise bancária, bolsonarismo vendia Paraguai como 'exemplo para a América Latina'
oglobo.globo.com/blogs/berna…
😂😂😂
BERNARDO MELLO FRANCO | Antes de crise bancária, bolsonarismo vendia Paraguai como 'exemplo para a América Latina'.
Flávio Bolsonaro, inclusive, exaltou 'visão de futuro' de Santiago Peña, presidente que renunciou e sofreu impeachment em meio a escândalo bancário.
Confira a análise de @BernardoMF
#JornalOGlobo
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90% dos brasileiros não sabe nem quer saber o que é Sionismo. Mas 99% dos brasileiros não quer que nosso país seja alvo de intervenção descarada de Israel em nosso processo eleitoral e não aceita a intromissão em nossos assuntos internos pra levar dinheiro nosso pra lá.
Dan 🇧🇷 🔰 #VivaOSUS ⚫️🔴 retweeted
Praias paradisíacas, cachoeiras, Mata Atlântica exuberante. Poucos lugares evocam tanto a paz e a tranquilidade quanto a pequena cidade de Itacaré, localizada no sul da Bahia, na região da Costa do Cacau. Desde 2024, no entanto, a pacata localidade tem servido de cenário a crescentes conflitos entre moradores locais e turistas israelenses.
O fluxo de turistas ganhou força a partir de 2013, influenciado pela série Malabi Express, que promoveu o litoral baiano na TV israelense. A maior parte desses turistas são soldados egressos do serviço militar obrigatório em Israel. Os itacareenses apontam que os israelenses estão assumindo uma postura cada vez mais hostil e agressiva, desrespeitando a população local.
Nos últimos anos, multiplicaram-se os relatos de moradores e trabalhadores da cidade descrevendo sempre o mesmo padrão: grupos de jovens israelenses, frequentemente alcoolizados, cometendo atos de vandalismo, proferindo ofensas e xingamentos racistas (“macaco”, “escravo”, etc.), maltratando os funcionários de hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais, fazendo algazarra, recusando-se a pagar taxas de serviço, etc.
Em março desse ano, uma vendedora ambulante foi agredida e teve o nariz quebrado ao repreender um grupo de israelenses que estava vandalizando a rua principal da cidade. Outro grupo de israelenses agrediu manifestantes que participavam de um ato em prol do turismo ético e em solidariedade ao povo palestino. Mais recentemente, turistas israelenses tentaram destruir um mural em um casarão histórico da cidade, pintado com imagens e mensagens de valorização da cultura brasileira, de defesa dos povos indígenas e de apoio ao povo palestino.
Os conflitos com os turistas israelenses em Itacaré é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
operamundi.uol.com.br/pensar…
Torço honestamente pelo sucesso do Paraguai. Vamos ajudar nossos irmãos no que for possível.
A Associação de Importadores e Comerciantes do Paraguai verificou uma queda de 70% nas vendas em apenas quatro dias desde o início da crise política e financeira que atinge o país.
➡️ #Estúdioi - de segunda a sexta, às 13h, na #GloboNews.
As eleições presidenciais de 2026 sinalizaram a clara vontade do povo brasileiro de não se submeter ao colonialismo.
Vamos às práticas desta opção majoritária @LulaOficial. Turistas são bem vindos mas devem seguir nossas leis. Não cabe a eles manifestações políticas aqui.
OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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Mineradora financiada por Trump quer explorar terras raras na região do paraíso natural de Abrolhos.
Com 19 processos minerários na Bahia – 12 deles na APA Ponta da Baleia-Abrolhos –, Energy Fuels recebeu empréstimo de 725 milhões de dólares do governo Trump para ampliar o processamento de minerais considerados críticos pelos EUA.
Assista ao vídeo completo de Gabriela Moncau e Pedro Stropasolas no canal do YouTube do Intercept Brasil: youtube.com/watch?v=vvywWkmv…
Dan 🇧🇷 🔰 #VivaOSUS ⚫️🔴 retweeted
Por meio do chamado Projeto Bahia, a Energy Fuels detém direitos minerários sobre 16.977 hectares nos municípios de Caravelas, Alcobaça e Prado, na Costa das Baleias, extremo sul da Bahia. Das 19 áreas requisitadas pela empresa para extração mineral, 12 ficam dentro da Área de Proteção Ambiental Ponta da Baleia-Abrolhos, região que concentra a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
A empresa tem sido amplamente beneficiada pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que busca disputar com a China o acesso às reservas mundiais de terras raras.
🔗 intercept.com.br/2026/11/06/…
🚨 O PRIMEIRO RESULTADO DA NOSSA MOBILIZAÇÃO ACABA DE CHEGAR! 🇧🇷🇵🇸
O jornal O Globo acaba de publicar uma reportagem sobre o caso do mural de Itacaré (Link no comentário).
A mobilização continua!
⚠️ Agora é hora de EXPLODIR: #ItacaréDosBrasileiros ✊🇵🇸



































