Tirar a vírgula do vocativo é, de certa forma, compreensível, pois "Oi bade" soa até natural. Ao contrário de colocar a vírgula entre sujeito e predicado, pois "o bade, esta ensinando" parece uma pausa forçada.
Vejo que muitos, ao escrever, apoiam o antebraço todo na mesa, o que leva a cabeça a virar um pouco e a folha a ficar orientada na horizontal. O antebraço, na verdade, deve ficar um pouco suspenso. É a diferença entre escrever e parecer o gordinho introvertido do fundo da sala.
Até final do ano, dá pra fazer churrasco de carne boa, sem precisar recorrer ao racha, ao bife duplo ou ao espetinho. Os frigoríficos estão vendendo pouco e baixaram o preço. Está é a dica de hoje.
O porteiro grato pelo serviço, o papo das mulheres sobre emagrecimento, os homens fingindo que sabem o que estão fazendo, a piada ruim do chefe e, o melhor de tudo, voltar pra casa. Ah, o trabalho presencial.
Meu saudoso padrinho que, depois do almoço, da garrafa de vinho, ligava o karaokê e escolhia Ed Motta. Devia cantar mal pra cacete, mas como lembro que cantava bem.
Viajar de carro pra ouvir discos inteiros, faixa a faixa. Fiz a discografia inteira do Paul McCartney hoje de Curitiba a Santa Catarina.
A panceta só vinha temperada e iria roubar o sabor. Já o tal do guanciale ia roubar o meu orçamento do mês. Fui de bacon "gourmet" mesmo pro carbonara e o que importa é que minha esposa gostou.
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Ótimo artigo do @decobadeh sobre clubes de literatura por assinatura, citando nosso “Todos os demônios estão aqui.” gazetadopovo.com.br/ideias/c…
Essa excitação geral, às vésperas de toda eleição, parece vontade de viver, mas é só o capeta trabalhando mesmo.
I WANT TO BELIEVE
Cinebiografia dos Beatles, dividida em quatro filmes, será lançada ao longo de um mês todo www1.folha.uol.com.br/ilustr…
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O homem que destruí, acho que destruí, sei lá se destruí. Não era para tanto – ou era? Um homem cuja tentativa de destruição me destruiu.
gazetadopovo.com.br/vozes/po…
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“Eu entendo o humor antes como uma vacina ou um antídoto contra o fanatismo. E isso é uma saída ou uma proteção contra a loucura. Levar-se muito a sério é ser um pouco fanático por si mesmo.” — @neotosetto, gigante, em entrevista para a Revista Sombra nº 10, que também traz crônica excelentes de @fabiodanesi, @rogerprado, @venardis, @luigimarnoto, @decobadeh, @obtemperar, @SergiodeSouza, entre outros.











