
Supporting #publicspace & #placemaking leadership, networks, advocacy & impact globally. Executive Director @PlacemakingX. Formerly SVP @PPS_Placemaking.
Brooklyn, New York
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Plants vs. Place: Leveraging Landscaping for Better Public Spaces
From Plantings That Privatize to Landscaping That Supports Public Life
sociallifeproject.org/plants… By @Fred_Kent, @DrTPanova & Ben Hudnut
#LandArch #Placemaking #UrbanDesign #GreenInfrastructure
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Leaders in #PlaceLedDevelopment converged in NYC for a Forum hosted by the Federal Reserve Bank of New York, to explore how to advance the emerging field, and attract investment in to #placemaking that supports #development and development that supports placemaking.
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Replying to @PlacemakingX @ebkent
"...what anchors a good downtown is a public space that supports informal activity. A lot of money is often spent on programming and putting on events and activities, but the more informal life can be, the more serendipitous, and social, and human scaled, & organic, the better."
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"We should look holistically at the interconnections between the whole busking ecosystem and #publicspace, and the opportunities that allow for the creation of a busking ecosystem." @ebkent
busk.beehiiv.com/p/how-to-bu…
#StreetPerformers #Busking
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We also have a playlist of 110 educational #placemaking videos: youtube.com/playlist?list=PL…
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A Playlist of Placemaking Podcasts: open.spotify.com/playlist/3q…
@ebkent @StrongTowns @MemoBernal @Charlotschans
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Discussion of how the placemaking movement is evovling to #PlaceLedDevelopment, and ulitmately towards a Place movement:
open.spotify.com/episode/6Cv… @ebkent
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The recent pedestrianization of many key streets in Warsaw is the latest case of Poland's effective model of drive inclusive development through investment in #PublicSpace.
Leading the transformation of #cities with #Placemaking can quickly change how a city is experienced!
Highlights from a quick visit to Warsaw, Poland after #PlacemakingWeekEurope. Visits to several Polish cities have inspired me to try to learn more about Poland's successful development model through public realm investment.
#PlacemakingPoland #PlacemakingEurope #Placemaking
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How Busking Fits Into the Placemaking Movement
An interview with @EBKent, Executive Director of PlacemakingX by @buskingproject busk.beehiiv.com/p/how-buski…
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Highlights from 700 #placemakers gathering from 40 countries for the 1st #PlacemakingWeekEurope in Poland.
Thanks #PlacemakingPoland and #PlacemakingEurope for masterfully hosting.
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What turns a space into a place - and how can belonging atually be designed?
Episode 17: Ethan Kent (PlacemakingX) — How #Placemaking Creates Belonging": spreaker.com/episode/episode… @ebkent
#Realtopia #YouthPlacemaking #PlaceLedDevelopment
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Joy For All - Places Where We Find Happiness Through Connection
sociallifeproject.org/joy-fo…
By @Fred_Kent, @DrTPanova and the SLP team.
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Joy follows people, just as people follow joy.
And people-powered public spaces are a natural home for both.
But we all experience joy differently. How can we accommodate everyone? Photo essay below
sociallifeproject.org/joy-fo…
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If there are no people in a place, it often means there are no reasons to be there. The solution is to add reasons.
The Power of 10+ states that a city needs ten destinations, a destination needs ten places, and a place needs ten things to do.
sociallifeproject.org/the-po…
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Great news about the return of year-around outdoor dinning sheds in NYC!
Reasons why is is great for public spaces, local economies and social life: sociallifeproject.org/reason… by @Fred_Kent & @DrTPanova
Thanks to @OpenPlans @LincolnRestler @SpeakerMenin @NYCMayor #PlacemakingNYC
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Never underestimate the power of a lone kiosk, a single bench, a one-off night of programming.
Because every small placemaking act can start a chain reaction through reciprocal gestures.
Read our @sociallifeproj reciprocal gestures article:
sociallifeproject.org/recipr…
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“The best public spaces are actually events in and of themselves. It’s always an event to be there.” Ethan Kent @PPS_Placemaking
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Replying to @ShabazzStuart
Summer streets should connect all of the boroughs, like it connects Bogotá’s neighborhoods.
20 years ago @PurpleClarence & @ebkent went to Bogotá’s #Ciclovia and started advocating for #OpenStreets: nyc.streetsblog.org/2007/06/…
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The amazing POWER OF 10!
It can be simple & powerful tool to create better communities, by Fred Kent, Tayana Panova.
Decades ago I learned from Fred that each city should have 10+ major destinations, and each 10+ places, and each 10+ things to do...
Read: bit.ly/4xfkDLL
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O Bryant Park fica no epicentro de Midtown Manhattan, na mesma quadra da icônica Biblioteca Pública de Nova York. Sua transformação, inaugurada em 1992, é uma história emblemática de como um espaço público ganhou vida por meio do placemaking, e sua trajetória tem inspirado cidades ao redor do mundo.
O Bryant Park é um ótimo estudo de caso de como um espaço público inseguro e subutilizado pode se tornar um destino desejado com a melhora do acesso e da visibilidade a partir da rua, além do oferecimento de amenidades públicas e uma programação dinâmica e regular, incluindo ativações temporárias.
Na década de 1970, o Bryant Park era um gramado deserto, embora cercado por imponentes árvores, com poucas amenidades para os visitantes. Devido à falta de frequentadores e de atividades, somada à baixa visibilidade de fora para dentro, o parque se tornou um reduto de atividades ilícitas e degradação.
Em determinado momento, chegou a receber o apelido de “Needle Park” (Parque da Agulha) devido à forte presença de drogas. Em 1976, o New York Times relatou que ocorreram 43 assaltos no parque apenas nos primeiros seis meses daquele ano.
Na mesma época, William Holly Whyte e o Street Life Project analisaram o Bryant Park, e Holly escreveu em um memorando de 1979 que os traficantes não eram a causa do problema, mas que “o problema básico é a subutilização”.
Também em 1979, a Bryant Park Restoration Corporation (atual Bryant Park Corporation), convidou a organização Project for Public Spaces (PPS) para analisar o uso do parque. Após pesquisas e entrevistas, a PPS recomendou, então, como o parque poderia ser redesenhado e programado para se transformar em um lugar onde todos pudessem se sentir acolhidos, relaxados, seguros e felizes.
Embora o muro perimetral e as grades não pudessem ser alterados, já que o parque foi tombado como patrimônio histórico de Nova York, as cercas vivas atrás das grades foram removidas e substituídas por canteiros baixos. Assim, quem caminha pela calçada hoje consegue enxergar facilmente o interior do parque.
As escadarias de acesso também foram levemente alargadas, tornando-se mais imponentes e convidativas e eliminando os cantos escuros e escondidos que criavam as condições perfeitas para atividades ilícitas. A remoção do excesso de vegetação e o redesenho dos acessos tornaram todo o parque mais aberto e convidativo.
O segredo para criar ótimos lugares é preenchê-los com amenidades que façam as pessoas quererem estar ali.
Se um espaço público for apenas um descampado, como o Bryant Park era inicialmente e como muitos parques ainda são hoje, ele não oferece nada que estimule as pessoas a frequentá-lo e passar o tempo ali.
Inspirado pelo Jardim de Luxemburgo, em Paris, o mobiliário urbano móvel do Bryant Park é uma de suas comodidades mais icônicas e amadas. Por serem leves e facilmente transportáveis, as cadeiras do parque dão às pessoas a flexibilidade de sentar onde e como quiserem.
Além disso, uma variedade de cafés, bares, quiosques e restaurantes foi instalada para atender a diferentes momentos e estações do ano. Esses estabelecimentos ocupam pontos que, na década de 1970, eram espaços degradados e subutilizados.
Outra amenidade frequentemente negligenciada mas incrivelmente importante em espaços públicos são os banheiros, que tornam viável e confortável a permanência prolongada de pessoas de todas as idades. Os do Bryant Park são limpos e agradáveis, tornando-se conhecidos como os melhores banheiros públicos da cidade.
No coração de um grande espaço público também está a sua programação. As pessoas não querem apenas contemplar elementos ou consumir produtos; elas querem viver experiências, especialmente de forma coletiva.
Uma programação que funcione o ano todo mantém o espaço ativo, e o Bryant Park é um dos melhores exemplos desse princípio. Hoje o espaço é conhecido pelas atividades que oferece, como: shows, exibições de filmes, feira de Natal, pista de patinação, espaço de jogos, sala de leitura, etc.
O Bryant Park é reconhecido como um dos melhores espaços públicos do mundo. A improvisação, a mudança e a liberdade são os ingredientes que fazem a “mágica” acontecer.
Leia o artigo na íntegra caosplanejado.com/como-o-bry…



























