Supporting #publicspace & #placemaking leadership, networks, advocacy & impact globally. Executive Director @PlacemakingX. Formerly SVP @PPS_Placemaking.

Brooklyn, New York
Joined June 2009
Plants vs. Place: Leveraging Landscaping for Better Public Spaces From Plantings That Privatize to Landscaping That Supports Public Life sociallifeproject.org/plants… By @Fred_Kent, @DrTPanova & Ben Hudnut #LandArch #Placemaking #UrbanDesign #GreenInfrastructure
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Ethan Kent retweeted
Leaders in #PlaceLedDevelopment converged in NYC for a Forum hosted by the Federal Reserve Bank of New York, to explore how to advance the emerging field, and attract investment in to #placemaking that supports #development and development that supports placemaking.
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"...what anchors a good downtown is a public space that supports informal activity. A lot of money is often spent on programming and putting on events and activities, but the more informal life can be, the more serendipitous, and social, and human scaled, & organic, the better."
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"We should look holistically at the interconnections between the whole busking ecosystem and #publicspace, and the opportunities that allow for the creation of a busking ecosystem." @ebkent busk.beehiiv.com/p/how-to-bu… #StreetPerformers #Busking
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Ethan Kent retweeted
We also have a playlist of 110 educational #placemaking videos: youtube.com/playlist?list=PL…
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Discussion of how the placemaking movement is evovling to #PlaceLedDevelopment, and ulitmately towards a Place movement: open.spotify.com/episode/6Cv… @ebkent
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The recent pedestrianization of many key streets in Warsaw is the latest case of Poland's effective model of drive inclusive development through investment in #PublicSpace. Leading the transformation of #cities with #Placemaking can quickly change how a city is experienced!
Highlights from a quick visit to Warsaw, Poland after #PlacemakingWeekEurope. Visits to several Polish cities have inspired me to try to learn more about Poland's successful development model through public realm investment. #PlacemakingPoland #PlacemakingEurope #Placemaking
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Ethan Kent retweeted
Highlights from 700 #placemakers gathering from 40 countries for the 1st #PlacemakingWeekEurope in Poland. Thanks #PlacemakingPoland and #PlacemakingEurope for masterfully hosting.
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Ethan Kent retweeted
Joy follows people, just as people follow joy. And people-powered public spaces are a natural home for both. But we all experience joy differently. How can we accommodate everyone? Photo essay below sociallifeproject.org/joy-fo…
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If there are no people in a place, it often means there are no reasons to be there. The solution is to add reasons. The Power of 10+ states that a city needs ten destinations, a destination needs ten places, and a place needs ten things to do. sociallifeproject.org/the-po…
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Never underestimate the power of a lone kiosk, a single bench, a one-off night of programming. Because every small placemaking act can start a chain reaction through reciprocal gestures. Read our @sociallifeproj reciprocal gestures article: sociallifeproject.org/recipr…
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“The best public spaces are actually events in and of themselves. It’s always an event to be there.” Ethan Kent @PPS_Placemaking
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The amazing POWER OF 10! It can be simple & powerful tool to create better communities, by Fred Kent, Tayana Panova. Decades ago I learned from Fred that each city should have 10+ major destinations, and each 10+ places, and each 10+ things to do... Read: bit.ly/4xfkDLL
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O Bryant Park fica no epicentro de Midtown Manhattan, na mesma quadra da icônica Biblioteca Pública de Nova York. Sua transformação, inaugurada em 1992, é uma história emblemática de como um espaço público ganhou vida por meio do placemaking, e sua trajetória tem inspirado cidades ao redor do mundo. O Bryant Park é um ótimo estudo de caso de como um espaço público inseguro e subutilizado pode se tornar um destino desejado com a melhora do acesso e da visibilidade a partir da rua, além do oferecimento de amenidades públicas e uma programação dinâmica e regular, incluindo ativações temporárias. Na década de 1970, o Bryant Park era um gramado deserto, embora cercado por imponentes árvores, com poucas amenidades para os visitantes. Devido à falta de frequentadores e de atividades, somada à baixa visibilidade de fora para dentro, o parque se tornou um reduto de atividades ilícitas e degradação. Em determinado momento, chegou a receber o apelido de “Needle Park” (Parque da Agulha) devido à forte presença de drogas. Em 1976, o New York Times relatou que ocorreram 43 assaltos no parque apenas nos primeiros seis meses daquele ano. Na mesma época, William Holly Whyte e o Street Life Project analisaram o Bryant Park, e Holly escreveu em um memorando de 1979 que os traficantes não eram a causa do problema, mas que “o problema básico é a subutilização”. Também em 1979, a Bryant Park Restoration Corporation (atual Bryant Park Corporation), convidou a organização Project for Public Spaces (PPS) para analisar o uso do parque. Após pesquisas e entrevistas, a PPS recomendou, então, como o parque poderia ser redesenhado e programado para se transformar em um lugar onde todos pudessem se sentir acolhidos, relaxados, seguros e felizes. Embora o muro perimetral e as grades não pudessem ser alterados, já que o parque foi tombado como patrimônio histórico de Nova York, as cercas vivas atrás das grades foram removidas e substituídas por canteiros baixos. Assim, quem caminha pela calçada hoje consegue enxergar facilmente o interior do parque. As escadarias de acesso também foram levemente alargadas, tornando-se mais imponentes e convidativas e eliminando os cantos escuros e escondidos que criavam as condições perfeitas para atividades ilícitas. A remoção do excesso de vegetação e o redesenho dos acessos tornaram todo o parque mais aberto e convidativo. O segredo para criar ótimos lugares é preenchê-los com amenidades que façam as pessoas quererem estar ali. Se um espaço público for apenas um descampado, como o Bryant Park era inicialmente e como muitos parques ainda são hoje, ele não oferece nada que estimule as pessoas a frequentá-lo e passar o tempo ali. Inspirado pelo Jardim de Luxemburgo, em Paris, o mobiliário urbano móvel do Bryant Park é uma de suas comodidades mais icônicas e amadas. Por serem leves e facilmente transportáveis, as cadeiras do parque dão às pessoas a flexibilidade de sentar onde e como quiserem. Além disso, uma variedade de cafés, bares, quiosques e restaurantes foi instalada para atender a diferentes momentos e estações do ano. Esses estabelecimentos ocupam pontos que, na década de 1970, eram espaços degradados e subutilizados. Outra amenidade frequentemente negligenciada mas incrivelmente importante em espaços públicos são os banheiros, que tornam viável e confortável a permanência prolongada de pessoas de todas as idades. Os do Bryant Park são limpos e agradáveis, tornando-se conhecidos como os melhores banheiros públicos da cidade. No coração de um grande espaço público também está a sua programação. As pessoas não querem apenas contemplar elementos ou consumir produtos; elas querem viver experiências, especialmente de forma coletiva. Uma programação que funcione o ano todo mantém o espaço ativo, e o Bryant Park é um dos melhores exemplos desse princípio. Hoje o espaço é conhecido pelas atividades que oferece, como: shows, exibições de filmes, feira de Natal, pista de patinação, espaço de jogos, sala de leitura, etc. O Bryant Park é reconhecido como um dos melhores espaços públicos do mundo. A improvisação, a mudança e a liberdade são os ingredientes que fazem a “mágica” acontecer. Leia o artigo na íntegra caosplanejado.com/como-o-bry…
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