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☀️ A Copa de 2026 vai marcar uma mudança significativa no jeito brasileiro de consumir futebol. Pela primeira vez desde 1994, a TV aberta não mostrará todos os jogos de uma Copa do Mundo*. E pela primeira vez, desde 1998, a Globo não mostrará ao vivo a íntegra do torneio*. Só a Cazé TV exibirá todos os 104 jogos de 2026 através de seu canal no Youtube. Sendo didático: todas as partidas estarão disponíveis de graça – mas metade delas apenas através de smartvs e smartphones.
Além de mais de 30 jogos exclusivos na primeira fase, a Cazé TV mostrará sozinha 15 mata-matas: oito 16as, quatro oitavas, duas quartas e uma semifinal só estarão disponíveis no canal. É uma imensa quebra de paradigma. Neste milênio, com a exceção das Olimpíadas de 2012 (na Record), nunca um outro veículo teve uma oferta maior e melhor do que a Globo num evento de impacto mundial.
(...)
👽 Retomando a newsletter com o primeiro artigo de uma série sobre a transformação provocada pela revolução digital na mídia esportiva brasileira. Copa de 2026, alguma coisa de IA, tecnologia, comportamento, divagações e devaneios.
Anulator, esse personagem do folcore brasileiro, já tá se escalando de novo...
poder360.com.br/poder-justic…
Gustavo Poli 👽 retweeted
Muita gente, tentando encontrar provas de uma fraude que acha que existe mas que não consegue demonstrar, tem apontado os votos sem biometria como evidência de comprometimento do sistema de votação.
É um erro, fruto de desconhecimento, na melhor hipótese, ou de má-fé, na pior.
Vamos lá.
O Brasil, ao contrário de muitos países, tem um sistema de alistamento eleitoral obrigatório. Isso significa que o cidadão precisa obrigatoriamente se cadastrar na Justiça Eleitoral e esta, por sua vez, tem obrigação de manter este cadastro atualizado.
Em 2008, iniciou-se o processo de coleta de biometria, com o objetivo de assegurar maior segurança no processo de votação. Só em 2014 foi utilizada nacionalmente e, até hoje, sem cobertura integral no país. Mas, é bom lembrar, biometria é uma coisa; a urna eleitoral, outra. Biometria é uma etapa de identificação de eleitor. A urna, por sua vez, serve para coleta e registro do voto. Não há conexão entre a biometria e a urna por motivos óbvios.
A diferença é importante porque é possível identificação do eleitor por outra forma. Quais? As que qualquer cidadão usualmente utiliza para fazer QUALQUER coisa: documento oficial com foto que comprove que você é você. Tanto é assim que um erro na biometria no momento da votação NÃO autoriza o mesário a impedir que o cidadão vote. Se ele puder ser identificado de outra forma (documento com foto…), o mesário irá conferir e deixá-lo votar.
E vejam: para as eleições de 2026, 20% dos Municípios brasileiros ou não contavam com biometria ou contavam com modelo híbrido (algumas seções com, outra sem). E por que? Porque 1) a Justiça Eleitoral não conseguiu concluir o recadastramento; 2) as pessoas não fizeram o cadastro biométrico.
Isso significa que, descontados os erros de leitura da digital (muito comuns), em pelo menos 20% dos municípios brasileiros deveríamos esperar um número muito significativo de votos sem identificação biométrica.
Isso é um problema? NÃO!
Percebam: além de não ter sentido diante do que já expliquei, para falarmos de fraude precisaríamos da participação de milhares e milhares de mesários em todo o Brasil — voluntários convocados pela própria Justiça Eleitoral, que teriam que praticar uma fraude coordenada inclusive diante dos FISCAIS do partido supostamente prejudicado, que têm liberdade e DIREITO de conferir o processo de liberação de eleitores e de anotar incidentes na ata da seção eleitoral.
Pergunto a vocês: em quantas seções eleitorais fiscais do PL registraram incidentes de pessoas votando de forma indevida?
Brasil já se prepara para lançar sua primeira ferramenta de inteligência artificial, perdão, burrice natural
🤖 Made with AI
Gustavo Poli 👽 retweeted
Há algumas semanas eu apanhava da esquerda aqui por "defender a Meta". Agora estou tomando pau da direita por defender os resultados do TSE. As situações são bem similares, apesar de os lados dificilmente admitirem.
Há uma grande demanda de explicação para algo à primeira vista inexplicável. Aí as pessoas se agarram a falhas que são pouco representativas, cherry picking e até algumas fake news.
Sobre a Meta:
o engajamento do Nikolas é à primeira vista absurdo? Não faz sentido ter mais engajamento que a Kylie Jenner, “matematicamente impossível", como virou até assunto de reportagem de portal, certo?
Mas é plausível. Pelas circunstâncias, tipo de conteúdo, quem compartilhava, quão engajada era a base, etc.
Tanto é que uma conta de sete semanas de vida e muito menos seguidores (o Revelando) teve mais engajamento que Nikolas em alguns dias do segundo turno.
Como o algoritmo da Meta não é transparente, a explicação que a esquerda achou pra algo tão implausível foi: "só pode ser mutreta, tá favorecendo a extrema-direita".
TSE:
Tá circulando um monte de print de votação do Flávio em regiões mais à direita (como região dos Lagos no RJ), crescendo pouquíssimo (tipo só 12 votos), enquanto Lula explodindo. É bizarro? Bizarríssimo.
Mas é consistente com outras explicações que a gente viu no resto do Brasil: a antecipação dos votos da terceira via, o "já ganhou" que não converte versus a campanha do vira voto do outro lado, diminuição da abstenção, voto das periferias. Tudo explicável. Esquisito? Sim, mas explicável racionalmente.
Mas se a gente só olha uma relação matemática estranha e fala "isso aí só pode ser mutreta" fica menos equipado pra desarmar quando os outros chegam com suas teorias.
"Ah, mas até a Meta admitiu". Não. A Meta admitiu falhas pontuais que não tiveram impacto grande mensurável. Do mesmo jeito que o TSE "admite falhas" em urnas deixando-as ficarem abertas por mais duas horas. Foi um erro, na minha opinião, mas que se você investiga os dados não muda quase nada.
Acho razoável defender algoritmos mais transparentes. Assim como acho que seria ótimo se a gente adotasse no mínimo aquele recibo de papel (o projeto da Bia Kicis de anos atrás).
Não porque eu ache que as eleições foram fraudadas (não há indícios disso), mas porque é bom pra sociedade ter mais confiança nos sistemas que a gente usa todo dia.
👀
🇧🇷 Silas Malafaia chama filhos de Bolsonaro de “jumentos” após Flávio divulgar carta com teor golpista.
“Um bando de amadores babacas”, escreveu o pastor em uma mensagem no WhatsApp. Procurado pela jornalista Malu Gaspar, ele não quis comentar. oglobo.globo.com/blogs/malu-…
esse foi o governo mais breve da história. O sujeito se proclamou presidente e renunciou no mesmo dia. Por carta.
Para, roteirista!
🇧🇷 Brasão da carta divulgada por Flávio Bolsonaro traz o nome “Estados Unidos do Brazil” (com Z) e não “República Federativa do Brasil”.
“Estados Unidos do Brasil” foi o nome oficial do Brasil durante o regime republicano, da Proclamação da República (1889) até 1968, quando foi alterado em plena ditadura militar.
👀
🚨🇮🇱 SHOCKING:
Netanyahu’s Likud party claims that the Israeli elections were “STOLEN” by Arab parties through alleged electoral fraud, including bribery, intimidation, violence, double voting, and ballot manipulation.
Hey @Grok, how much truth is there to these allegations? 🤔
1/ Podem dizer que é teoria conspiratória, mas esta é uma análise dos estranhos números de uma eleição.
Como pode haver uma mudança tão incrível do 1º para o 2º turno... se um candidato saiu na frente e foi apoiado pelos principais eliminados?
Leia até o fim para não perder o 🧵 da meada.
24/ Por fim, um comentário. As mesmas pesquisas que erraram no 1T contra Flávio... erraram no 2T a favor dele.
Antes eram “parte” da fraude. Agora são argumento para... “demonstrar” a fraude?
Se um erro é tratado como conspiração quando prejudica um lado e como prova de fraude quando o favorece... há algo de incongruente.
Quem quiser conferir a totalização pode comparar os boletins de urna impressos nas seções com os publicados pelo TSE. Essa é uma das formas de fiscalização.
25/ Em resumo... apoio não garante voto. Saldo não revela quem mudou de lado. E um milhão de simulações não tranesforma premissa em fato.
Em 2022, o mesmo raciocínio faria a quase virada de Bolsonaro parecer “impossível”.
Seria bom ter comprovante de voto... mas mesmo se houvesse... as teorias conspiratórias continuariam. No mundo das bolhas impermeáveis... as pessoas não aceitam muitas vezes que a realidade é diferente da expectativa./FIM de 🧵👋










