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Todos tem seu lugar na Terra, a existência não precisa que vc seja igual aos outros, mas sim a melhor versão de si mesmo.
Vc é foda meu irmão brasileiro, tenha fé, siga em frente, não desista NUNCA!
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🚨🇧🇷 Três dias depois do segundo turno, a Raízen anunciou que o governo Lula perdoou R$ 14,2 bilhões de uma dívida de impostos da empresa. A Raízen opera os postos Shell no Brasil e tem como donas a multinacional Shell e a Cosan, do bilionário Rubens Ometto.
A Raízen devia R$ 16,7 bilhões à União. No acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Receita Federal, o governo tirou R$ 8,5 bilhões em multas e juros. Outros R$ 5,7 bilhões serão abatidos com prejuízos fiscais, créditos que a empresa só poderia usar se voltasse a ter lucro. No fim, a Raízen paga R$ 2,5 bilhões em dinheiro, cerca de 15% do que devia.
O acordo usa a transação tributária, prevista em lei desde 2020, que permite desconto de até 65% da dívida. A Raízen está em recuperação extrajudicial e precisava do acordo para renegociar R$ 65 bilhões em dívidas.
Desde a campanha de 2022, Lula diz que quer colocar "o pobre no Orçamento e o rico no Imposto de Renda".
Ometto lidera o ranking de doadores individuais da eleição de 2026, com R$ 6,6 milhões para candidatos de vários partidos, inclusive do PT. Em fevereiro, Lula teria se reunido com a Cosan, a Shell e o BTG para discutir a crise da Raízen. O Planalto não comentou.
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🚨🇧🇷 Três dias depois do segundo turno, a Raízen anunciou que o governo Lula perdoou R$ 14,2 bilhões de uma dívida de impostos da empresa. A Raízen opera os postos Shell no Brasil e tem como donas a multinacional Shell e a Cosan, do bilionário Rubens Ometto.
A Raízen devia R$ 16,7 bilhões à União. No acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Receita Federal, o governo tirou R$ 8,5 bilhões em multas e juros. Outros R$ 5,7 bilhões serão abatidos com prejuízos fiscais, créditos que a empresa só poderia usar se voltasse a ter lucro. No fim, a Raízen paga R$ 2,5 bilhões em dinheiro, cerca de 15% do que devia.
O acordo usa a transação tributária, prevista em lei desde 2020, que permite desconto de até 65% da dívida. A Raízen está em recuperação extrajudicial e precisava do acordo para renegociar R$ 65 bilhões em dívidas.
Desde a campanha de 2022, Lula diz que quer colocar "o pobre no Orçamento e o rico no Imposto de Renda".
Ometto lidera o ranking de doadores individuais da eleição de 2026, com R$ 6,6 milhões para candidatos de vários partidos, inclusive do PT. Em fevereiro, Lula teria se reunido com a Cosan, a Shell e o BTG para discutir a crise da Raízen. O Planalto não comentou.
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Governo Lula firma contrato para preparar privatização dos Correios
Escritório receberá R$7,097 milhões para examinar a entrada de acionistas privados na estatal, enquanto a direção enfrenta greves e põe patrimônio à venda
PUBLICADO EM: 30/10/2026
Os Correios firmaram um contrato de R$7,097 milhões com o escritório Pinheiro Neto que inclui a preparação de sua transformação em sociedade de economia mista e de uma possível oferta de ações na Bolsa. A informação, publicada por O Globo em 23 de outubro, mostra a direção da estatal trabalhando para permitir a entrada de capital privado. Ainda não há decisão de vender ações, mas o governo já encomendou o serviço jurídico para examinar essa operação.
A lista de dezessete serviços inclui estudar a necessidade de autorização do Congresso, definir a estrutura societária, preparar o registro de companhia aberta, auxiliar potenciais compradores e redigir contratos de venda de ações. A contratação ocorreu sem licitação, segundo O Globo.
Numa sociedade de economia mista, a União pode manter a maioria das ações com direito a voto. Investidores privados receberiam parte dos resultados. É uma concessão aos capitalistas dentro de um serviço público construído com recursos nacionais. O plano examina ainda parcerias e venda de ativos: pedaços da estatal podem ser entregues sem tirar o nome do governo da porta. Trata-se de um eufemismo para privatização.
A direção invoca prejuízos de R$8,5 bilhões em 2025 e de cerca de R$5,5 bilhões no primeiro semestre de 2026. Em abril, contratou a consultoria McKinsey. Agora vieram os advogados. Também negocia R$7 bilhões em novos empréstimos com bancos, após contrair R$12 bilhões no fim de 2025. Para os trabalhadores dos Correios, a resposta à crise tem sido cortar direitos e postos de trabalho.
O ministro da Fazenda, o neoliberal Dario Durigan, já havia anunciado a escolha do governo. Em entrevista à GloboNews, em agosto, declarou: “Eu não tenho dilema em discutir segmentar atividades dos Correios, fazer com que você tenha mais joint ventures, ou seja, parcerias com a iniciativa privada”. Falou também em usar empréstimos para financiar investimentos, “alienação de ativos e parcerias com a iniciativa privada”. Primeiro o ministro propôs dividir as atividades da estatal com grupos particulares. Agora a direção paga para saber como abrir seu capital.
A alienação de patrimônio já foi tentada no Rio de Janeiro. A antiga sede nacional dos Correios, construída em 1878 na Rua Primeiro de Março, foi posta em leilão este ano por R$53,6 milhões. O edifício ocupa um quarteirão perto da Praça XV e faz parte de um conjunto histórico tombado. No leilão de 22 de outubro, porém, não houve ofertas: o prédio não foi vendido. Apesar disso, a decisão de pô-lo à disposição dos compradores permanece.
Em 2023, Lula retirou os Correios do Programa Nacional de Desestatização, no qual Bolsonaro havia incluído a estatal. Mas o decreto não impediu a empresa do governo de leiloar imóveis, procurar sócios privados e encomendar estudos para vender ações. Mesmo com o governo formalmente no comando, serviços e receitas podem ser transferidos a particulares.
Os ataques são anteriores a Bolsonaro. Aliás, eles são um método tradicional do próprio presidente Lula. Em 2008, no segundo mandato de Lula, um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários extinguiu o cargo de motorista e reuniu funções distintas sob a denominação de agente de Correios. A mudança facilitou a terceirização. Setores da direita permaneceram na direção da empresa, enquanto sindicalistas do PT e do PCdoB passaram à administração patronal.
Naquele mesmo ano, uma greve de carteiros alcançou mais de vinte estados. Os empregados cobravam o pagamento permanente de um adicional salarial. A direção dos Correios pediu ao Tribunal Superior do Trabalho que suspendesse a paralisação; como alternativa, exigiu que 70% do pessoal continuasse trabalhando, sob ameaça de multa de R$100 mil à Fentect. Os grevistas conquistaram o adicional de 30%, mas tiveram de compensar as horas paradas. Foi assim que o governo do antigo dirigente sindical tratou os funcionários que cruzaram os braços.
Em setembro de 2009, 27 dos 35 sindicatos da categoria recusaram uma proposta de acordo que valeria por dois anos e mantiveram a greve. A estatal voltou a recorrer ao TST. Lula criticou publicamente as lideranças do movimento e advertiu os empregados de que poderiam perder salário com o desconto dos dias parados. Sua administração tentava conter a mobilização justamente quando os trabalhadores exigiam reajuste, contratações e melhores condições de serviço.
A ofensiva não terminou com os mandatos anteriores. Em dezembro de 2025, já sob o atual governo Lula, uma greve por salários e direitos levou novamente os Correios ao TST. O tribunal determinou que 80% dos empregados permanecessem em serviço em cada unidade e fixou multa diária de R$100 mil aos sindicatos. Em janeiro de 2026, a direção da empresa obteve no STF a suspensão do abono de fim de ano, da gratificação de férias e de outras cláusulas trabalhistas. Em setembro, diante de outra greve contra mudanças no plano de saúde, a empresa recorreu mais uma vez à Justiça, que impôs a manutenção de 80% do efetivo.
Os Correios alcançam localidades onde uma transportadora privada não manteria atendimento regular por falta de lucro. Essa rede pode distribuir livros, medicamentos e mercadorias, integrar o território e apoiar o desenvolvimento nacional. Precisa de investimentos, concursos e recuperação dos serviços entregues a terceiros.
Durigan já indicou o que se pode esperar do novo governo Lula: mais participação privada, venda de patrimônio e contenção de despesas imposta à empresa. Vai trabalhar pela privatização total dos Correios. Aos empregados que resistem, a direção responde com pedidos ao TST.
Os trabalhadores dos Correios precisam organizar suas bases, unir os sindicatos e enfrentar cada retirada de direito e cada passo de privatização. A luta deve exigir a reestatização completa da empresa, sob controle dos trabalhadores, e a ampliação dos serviços públicos dos Correios em todo o País.
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Os nacionalistas precisam se unir, é um movimento urgente. Será impossível termos relevância sem cada vertente nacionalista abrir mão de algo.
Podemos reviver algo que já nos uniu no passado, o Varguismo, um Nacionalismo Tradicionalista Coletivista.
Acordem pra vida, há tempo!
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MELHORES NÃO PRESIDENTES BRASILEIROS:
1-Ciro Gomes
2-Leonel Brizola
3-Mário Covas
4-Marechal Henrique Lott
5-Renan Santos
6-Aureliano Chaves
7-Milton Campos
8-Roberto Freire
9-Ulysses Guimarães
10-Eduardo Jorge
MENÇÃO HONROSA: Eymael, Heloísa Helena, Alckimin e Cristovam Buarque
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A ver se nesses próximos 4 anos a farsa do "Lula anti-imperialista" é destruída para sempre.
Tudo que presta os liberais chamam de fascismo kkkkkk
Replying to @RobbenComCabelo @humanospp
Fascismo é outra coisa, a proposta não indicou partido único dentre outras exclusividades do fascismo.
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O PCO não acerta uma, acerta todas! E isso foi em 2013 ou 2014. E sabem o que os petistas falaram? Que o Rui estava doido em dizer que o governo da Dilma sofreria um golpe com "Supremo e tudo"!
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Eu concordo. Mas não se preocupe: vai piorar. O nacionalismo, o trabalhismo e o desenvolvimentismo vão continuar crescendo na direita. A tendência é ter até mais voz em 2030. Já vocês terão que dar "apoio crítico ao Tarcísio" e ver se ele sobrevive ao anátema bolsonarista.
Como assim agora elas estão sendo abandonadas? Onde tu esteve nos últimos 4 anos? Vimos o MBL se tornar nacionalista (e dar um aceno de volta depois que o Sol da Pátria perdeu prestígio por lá), vimos os influenciadores de finanças virarem desenvolvimentistas como Raul Sena, Pedro Mendonça e o Primo Rico. Vimos o Ícaro de Carvalho virando materialista, o 5• Elemento surgir e firmar posição na direita, com o Allan dos Santos se tornando nacionalista e fazendo parcerias com o 5•, vimos o Hélio Beltrão e o Salim Mattar fecharem as torneiras e uma penca de influenciadores que viviam de chupar as bolas deles em troca de apoio deixarem de ser liberais e virarem nacionalistas, vimos o Aldo rodar cada podcast, programa da direita, jornal, tudo que você imaginar. Vimos o Rubão crescendo, o três irmãos virando de esquerda, o sestaro crescendo como nacionalista.
Vimos isso tudo enquanto resistíamos duramente. Agora você está prestes a ver a gente retomando os corações e mentes da direita, fica vendo atentamente senão o bonde vai passar e tu não vai entender nada.
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LULA ANUNCIA PRIVATIZAÇÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
Ogoverno Lula anunciou, apenas dois dias depois da reeleição do presidente, sete leilões de transmissão de energia entre 2027 e 2029. O Ministério de Minas e Energia reservará a empresas privadas a construção e a exploração de novas linhas e instalações da rede elétrica. O mandato que ainda nem começou já tem uma oferta aos capitalistas: uma parte decisiva da expansão do sistema elétrico nacional.
O calendário, divulgado na terça-feira (27), prevê três disputas em 2027 e duas em cada um dos anos seguintes. Não foram postas à venda as linhas que hoje operam no País. O que o governo oferece são concessões para as instalações futuras. É agora, antes da construção, que se decide se a ampliação da transmissão ficará sob controle público ou será transformada em negócio de concessionárias.
A energia das usinas não chega sozinha à população. Precisa percorrer linhas e passar por subestações até alcançar cidades e regiões industriais. Quem assume a transmissão passa a explorar uma passagem obrigatória para o abastecimento do País. Ao planejar os leilões, Lula abre essa atividade aos empresários e lhes reserva uma fonte de receita sobre um serviço do qual toda a população depende.
Na campanha, o presidente pediu o voto dos trabalhadores para derrotar a direita. Mal saiu o resultado das urnas, seu governo confirmou a continuidade de uma das políticas mais caras aos grandes empresários. O programa foi apresentado imediatamente após a eleição e se estende por três anos do próximo governo. O recado aos capitalistas foi dado antes de qualquer compromisso de recuperar o que já lhes foi entregue.
O Ministério de Minas e Energia afirma que exigirá a confirmação da necessidade de algumas obras antes de incluí-las nos leilões, para evitar instalações sem uso e custos nas tarifas. Pode-se confirmar a necessidade de uma linha sem conceder sua exploração a uma empresa. O governo escolheu tratar a ampliação da rede como oportunidade para o parasitismo capitalista. A discussão sobre quando realizar cada disputa não muda quem receberá o negócio.
Os leilões de transmissão se somam às privatizações feitas sob Lula. Seu terceiro governo realizou 50 concessões federais de transportes entre 2023 e 2025. Estradas, portos e aeroportos continuaram a passar ao controle operacional dos empresários. Na concessão, o patrimônio pode permanecer formalmente público, mas a empresa recebe por anos o direito de explorá-lo. O nome do contrato não apaga a transferência de uma atividade pública para a obtenção de lucro privado.
No setor elétrico, essa política vem de longe. Fernando Henrique Cardoso abriu caminho para as grandes privatizações. Bolsonaro vendeu o controle da Eletrobrás em 2022. Lula chegou a criticar aquela venda, mas não a desfez durante o mandato que termina. Seu novo plano não aponta para a recuperação da empresa ou para a reunião do setor sob direção estatal. Acrescenta mais concessões a uma estrutura já repartida entre grupos privados.
A justificativa conhecida é que faltaria dinheiro público para construir a infraestrutura necessária. O governo restringe seus próprios investimentos e depois apresenta a entrada dos empresários como solução inevitável. A linha de transmissão precisa ser construída; disso não decorre que um capitalista deva explorá-la. O Estado pode planejar, executar e operar as obras de acordo com as necessidades do País. Lula prefere entregar a expansão da rede a empresas que só assumem a obra para receber por sua exploração, com a remuneração incluída nos custos do sistema pagos pelos consumidores.
A reeleição de Lula não interrompeu a marcha das privatizações. A primeira notícia importante do setor elétrico após a votação foi um calendário de entregas para o novo mandato. O governo que se apresentou como barreira à direita prepara uma política ainda mais direitista do que a dos seus mandatos anteriores, apoiada cada vez mais nos capitalistas para realizar obras essenciais. A dependência dos empresários cresce na mesma medida em que o Estado abre mão de controlar a infraestrutura.
É preciso barrar os leilões, recuperar as atividades privatizadas e colocar geração, transmissão e distribuição sob controle estatal. Uma rede elétrica nacional deve ser ampliada para atender a população, ligar as regiões do País e sustentar seu desenvolvimento. Lula escolheu outra prioridade: anunciar aos capitalistas, logo depois de receber os votos, que as novas linhas de transmissão também estarão à sua disposição.
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"Nacionalismo é irmão do socialismo."
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Tarcísio defende a valorização da família.
Da família dele, por óbvio. Filhão tá brilhando no BTG e no mercado do direito tributário.
Vc tem o minimo de qualidade de vida devido o nacionalismo de Vargas, sem ele tu ia trabalhar pra lucrarem 400% em cima de teu couro e voltar pra casa pra gastar em 10 dias o ganhou em um mes inteiro, andar de carroça e nem existir transporte público. Top ❤️🙃
Brasil era uma vila
Aguardando com esperança e conte comigo.
Replying to @humanospp
Eu estou criando um movimento nacionalista sociocientífico, em breve volto com mais informações. Já venho trabalhando nele há algum tempo
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Replying to @humanospp
Sou ultranacionalista e não voto em nenhum candidato desde 2014. Acredito que precisamos de algo maior, capaz de unir a esquerda e a direita em torno de um objetivo comum: o futuro e os interesses da nação.
Precisamos começar a criar essas pontes pra fundarmos nossas lideranças que irão barganhar com os setores da política estabelecida que precisam competir com a polarização (em 2030 a polarização será Alckmin/Tarcisio)
Replying to @humanospp
Ok
Gostei dessa
Agora é preciso ver as lideranças que vão juntar a galera e organizar as pautas, as lutas
Quem será o "janones" nacionalista
A cada dia cresce a necessidade de unir nacionalistas da direita e da esquerda.
Replying to @humanospp
Sou de direita e não tenho essa fixação pelo liberalismo e não creio que esse discurso de estado mínimo e tesouraço algum dia vai ganhar eleição em um país como o Brasil.
Humano comum retweeted
Sonho ...


























