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🚨ATENÇÃO: 3 atualizações em relação à mpox.
1) Demandamos mais 20 mil doses da vacina junto à OPAS/OMS, que centraliza as negociações com o único laboratório que produz o medicamento.
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Ah, jura? Agentes de Epstein operaram no Brasil por anos. E vcs acham que o desespero para eleger o surubento Jr era pra quê? Exploração sexual comercial movimenta cerca de US$ 99 bilhões/ano no mundo, segundo a OIT.
Pesquise no Google: Zwi Migdal
🚨 PF prende suspeita de comandar rede que enviava brasileiras para exploração sexual em Israel!
A Polícia Federal deflagrou a Operação Dirty Dancing para desarticular uma organização criminosa internacional suspeita de recrutar brasileiras para exploração sexual em Israel e outros países.
E o que chama atenção é a estrutura financeira por trás do esquema investigado!
Segundo a PF, a organização recrutava mulheres por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens, organizava viagens e hospedagens no exterior e mantinha operadores no Brasil responsáveis por anunciar as mulheres em sites de prostituição e agendar clientes.
Parte do dinheiro arrecadado era retida pelos integrantes da organização. Os valores eram recolhidos em espécie no exterior e enviados clandestinamente ao Brasil, por intermédio de brasileiros residentes em outros países.
A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 10 milhões, além da suspensão das atividades de duas empresas vinculadas à principal investigada.
Uma mulher teve a prisão preventiva decretada. Outros dois investigados receberam medidas cautelares, incluindo monitoramento eletrônico e proibição de deixar o país.
Agora, algumas perguntas precisam ser respondidas.
Quem são os operadores financeiros dessa rede? Quais são as duas empresas envolvidas? Quanto dinheiro efetivamente circulou pelo esquema? E quem eram os beneficiários finais?
Os investigados poderão responder por organização criminosa, tráfico de pessoas, favorecimento da prostituição, rufianismo, promoção de migração irregular e operação ilegal de câmbio.
A operação aconteceu no Pará e em Goiás, mas a estrutura investigada atravessava fronteiras.
Fonte: Polícia Federal — Operação Dirty Dancing, 05/11/2026.
Eu não sabia q eles tinham sido presos, chocada
Olivia Jade was 19 when federal investigators uncovered that her famous parents had paid $500,000 to get her and her sister into USC as fake rowing recruits. Neither girl was on a rowing team. Olivia found out about the scandal while partying with friends in Mexico, and both of her parents eventually went to PRISON.
Her mother was Full House actress Lori Loughlin. Her father was fashion designer Mossimo Giannulli. They had secretly paid a college admissions consultant to help get their daughters into the University of Southern California.
The scheme involved presenting the girls as athletic recruits, including staged rowing-related photographs, even though they didn't compete in the sport.
Meanwhile, Olivia was running a successful YouTube beauty channel. Before the scandal, she'd publicly said she cared more about college parties than school.
Then, in March 2019, everything collapsed.
Olivia was on spring break in Cabo San Lucas when someone called asking if she'd spoken to her mother.
She searched her mom's name online and discovered the federal investigation. She was sitting with friends and knew they were about to find out too.
"I remember just freezing and feeling so ashamed."
She returned home and never went back to USC.
Her parents eventually pleaded guilty. Her mother received 2 months in prison, and her father received 5 months.
In the interview featured below, Olivia sits with Jada Pinkett Smith's family while both parents are serving their sentences.
She admits that when the scandal first became public, she couldn't understand why people were angry. Wealthy families around her had always donated money to schools.
Then Jada's mother, Adrienne Banfield-Norris, challenges her decision to come to 3 Black women to tell her redemption story.
Olivia says she doesn't deserve pity and acknowledges how privileged her upbringing was.
The girl whose parents spent $500,000 to manufacture a college sports career ended up leaving the university altogether.
And her first major interview about it took place while both parents were behind bars.
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"não americanos não deveriam falar de política nos EUA" minha filha o seu país financiou uma ditadura no meu e ainda tenta meter as garras imperialistas nele
Eu estaria fazendo esse tt da cadeia pq ia m4t4r o padrasto
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Diversos povos originários americanos sofrendo com altos índices de câncer nos EUA depois de serem "recrutados" para trabalhar na mineração de urânio em condições extremamente precárias, e vocês, idiotas, elogiando a forma como os estadunidenses tratam os indígenas
Viajar pra um país de “férias” e querer impor sua cultura, seus costumes, sua ideologia, suas crenças e sua visão de mundo, inclusive ameaçando pessoas locais, não me parece coisa de turista mas sim de colonizador. Não dá pra ignorar o que está acontecendo em Itacaré.. é simplismo raso dizer que qualquer crítica ou olhar mais atento é automaticamente antissemitismo. O que acontece por ali não é simples nem normal nem corriqueiro nem ok
Lula chamava Cármen de 'falsa humilde', Fachin de 'fdp' e Fux de 'cachorro pidão' e 'canalha' na prisão, diz carcereiro
www1.folha.uol.com.br/coluna…
Vou ter que roubar uma urna e ficar apertando 13 daqui de casa
Já que uma publicação sobre o livro Banho de Sol: os 580 dias de Lula na prisão provocou o bloqueio da minha conta aqui no X, resolvi compartilhar ainda mais histórias dessa obra!
E encontrei passagens extraordinárias.
Começo pela nota da editora WMF Martins Fontes, que achei fantástica!
A editora decidiu adiar o lançamento até depois das eleições presidenciais de 2026 para impedir que a obra fosse transformada em instrumento de campanha.
Na nota, explica que o relato oferece uma perspectiva inédita de um momento decisivo da história brasileira.
E encerra sua reflexão destacando que aqueles 580 dias evidenciaram, mais do que qualquer outro episódio, a grandeza e a dignidade do homem.
Que reconhecimento!
O livro também traz um prefácio do jornalista Juca Kfouri, que conta uma história muito bonita.
Juca conhece Lula desde as greves de 1979, quando foi escalado pelo jornal Unidade, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, para acompanhar o movimento dos trabalhadores.
Em 4 de abril de 2019, foi visitar Lula na prisão, apenas 33 dias depois da morte de Arthur, netinho de sete anos do ex-presidente.
Juca explica que não foi uma visita profissional. Foi um gesto de solidariedade, de um avô para outro, diante de uma dor que ambos compreendiam.
Ele se comprometeu a não publicar nada sobre aquele encontro.
Foi nessa visita que conheceu Jorge Chastalo Filho, o policial responsável pela custódia de Lula.
No prefácio, Juca descreve o agente com bom humor, conta que os dois tiveram uma simpatia imediata e brinca que aconteceu um verdadeiro “match”.
Posteriormente, ao descobrir que Chastalo mantinha um diário daqueles acontecimentos, Juca ajudou a aproximá-lo da editora.
Assim, registros feitos durante 580 dias se transformaram em um documento importante da nossa história.
E o conteúdo revela situações que vão muito além da política.
Em 20 de abril de 2018, Chastalo providenciou um pão francês com mortadela para Lula.
O ex-presidente agradeceu e confessou que estava com muita vontade de comer um pãozinho, mas tinha vergonha de pedir.
Imaginem alguém que governou o Brasil por oito anos sentir constrangimento até para pedir um pão com mortadela!
Durante uma conversa no banho de sol, Lula falou sobre a privação da liberdade e a falta que sentia de caminhar, encontrar amigos e realizar atividades simples do cotidiano.
E mesmo naquela situação, sua consciência social continuava presente.
Lula reconheceu ao policial que aproximadamente 80% da população brasileira não tinha acesso às mesmas condições de custódia que ele recebia.
Parem para pensar nisso.
Mesmo preso, sofrendo com o isolamento e enfrentando decisões judiciais que considerava injustas, Lula demonstrava consciência sobre a realidade de outros brasileiros encarcerados.
Ele sabia que a condição de ex-presidente lhe assegurava um tratamento diferente daquele enfrentado pela maioria das pessoas presas no país.
Para mim, isso revela uma característica fundamental: a capacidade de reconhecer o sofrimento dos outros mesmo quando estamos atravessando o nosso próprio sofrimento.
O livro também mostra a dimensão humana de Jorge Chastalo, um policial que precisava cumprir ordens e garantir a segurança de Lula, mas registrou com sensibilidade as pequenas situações daquele convívio.








































