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Já sabíamos que, para este governo, havia cidadãos de primeira e cidadãos de segunda.
Agora sabemos que há uma terceira categoria: Renata Cambra
Em verdade vos digo: nunca registei desta pessoa senão o mais puro suco da sabujice, assim elevada à sua síntese suprema, até todo ele ser apenas uma gosma pegajosa que se cola aos assuntos ao sabor dos interesses dominantes, feito penso rápido para opinião alinhada a la carte.
Luís Rosa, comentador da CNN Portugal, analisa a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, que permite a Renata Cambra que mantenha a tenda no Rossio até 24 de novembro. cnnportugal.iol.pt/videos/de…
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Excelente esforço coletivo para abafar a viabilização do Orçamento do Estado. Isto é gente que estudou.
O @diogolmayer gosta de vinho, cavalos e, alegadamente, de lançar petardos em manifestações pacíficas.
Vale a pena apontar que isto não é de agora, a diferença é mostrar-se em prime time.
Quem mora em qualquer bairro dito da periferia ou "problemático" conhece bem esta forma de actuar de PSP e forças de segurança. Incluindo episódios pouco edificantes como este do paisana armado.
Habitação exige solução, não repressão
Os acontecimentos desta noite em Lisboa e no Porto, a exemplo dos que lhes antecederam nestes últimos dias, são inseparáveis da intensificação da ofensiva do Governo PSD/CDS, apoiada por Chega e IL, contra as condições de vida e os direitos dos trabalhadores e do povo.
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“A lei é para cumprir”*
*excepto em casos como Covas do Barroso, MAI, festival de neonazis não autorizado ou até apologia ao fascismo por parte de um partido na AR.
Sobre LLMs e a famigerada "IA"
As a computer scientist in AI (and also a tech founder), I see it the other way around.
People who have no idea how AI works trying to draw relations and conclusions about its abilities telling me I don’t know what I’m talking about.
My stance shouldn’t be controversial, AI is a computer program, a mathematical model doing large matrix statistics, and it is impossible for it to give rise to feelings, desires, emotions, awareness, understanding, or consciousness, and comparing it to biological systems is foolish.
And before you start telling me about the people who are saying it who are experts… they have an agenda.
Even the “Godfather of AI” (more like “God Complex”) is selling books and fear sells, as does popularity, interviews, and making batshit crazy claims.
Most of the tooling that people use to build and inference models is open source. You can read it yourself (if you know how) or you can have agent do it and explain it to you. I can assure you, its design is to emulate and generalize on its training data, not be alive.
So I’m curious how many people who know very little about how AI works will argue with me saying how little I know about consciousness, biological processes, or that my stance is somehow influenced by me being a tech bro / CEO in AI…
Recordando que o PS é muito, mas muito, de esquerda
Em doses homeopáticas
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Replying to @AqueleVasco
Se eu fosse o advogado da familia, eu invertia o argumento: não existe qualquer prova de que Ana Paula tivesse conhecimento do risco, mas pelos vistos a Fidelidade sim tinha conhecimento do risco, o que a torna cúmplice deste acto gravissimo de negligência
Brilhante.
"Primeiro, abstemo-nos violentamente, para marcar uma posição.
Depois pomos muita muita fé em que este parlamento de grumhos deixe passar coisas que nem quando éramos governo nos atrevemos a propor ou aprovar, que leis vindas do PCP ou BE são anátema.
PSers 🤦
Replying to @abelcosta98
Divergimos na estratégia. chumbar já ou tentar alterá-lo na especialidade. Não percebo por que razão consideras preferível uma eventual negociação com o Ch a permitir que o PS tente fazer aprovar as suas propostas.
A seguradora da Carris escreveu em tribunal que o Elevador da Glória "não poderia ser visto como um meio de transporte altamente confiável" e que o desastre "não poderia ser considerado totalmente imprevisível".
Usou isto para discutir 55 mil euros a uma família.
Ana Paula Lopes morreu no acidente do Elevador da Glória. A família pede uma indemnização. A Fidelidade, seguradora da Carris, contesta os valores alegando que o elevador não era suficientemente fiável e que a vítima, por utilizá-lo diariamente, devia conhecer os riscos. Se não era fiável, porque é que a Carris o mantinha ao serviço?
A seguradora argumenta ainda que o sofrimento antes da morte, por mais intenso que tenha sido, durou menos de um minuto.
Uma mulher morreu, uma família ficou destruída e é com estes argumentos que se discute a indemnização. Que país é este em que vivemos?
(RTP Noticias, Telejornal, 27.10.2026)
O PCP entende que está a haver uma interpretação forçada da lei para limitar o direito de manifestação. O que é preciso é que se cumpra a Constituição, que se garanta a liberdade e o direito de manifestação e que não se encontrem subterfúgios para o limitar ou condicionar.
Esta interpretação restritiva da lei, com o objetivo de limitar a liberdade e o direito de manifestação, direito consagrado na Constituição de 1976, desconsiderando o entendimento que perdurou durante décadas, é inaceitável. Durante estes anos houve inúmeros protestos e ações de luta, com ocupação do espaço público, em alguns casos interruptamente durante vários dias e o entendimento que houve foi bastante distinto, do entendimento que se pretende agora impor à força. Não houve problema com a lei ao longo destes anos, o problema é o Governo PSD/CDS usar todos os pretextos para limitar o direito de manifestação.
O PCP alerta para que a pretexto da alteração da lei se vise uma restrição do direito de manifestação que é inaceitável.
O que tem a maior urgência é a retirada da lei das rendas e dos despejos da responsabilidade do PSD e CDS com o apoio do CH e da IL.
Não se desvie o foco das respostas que são necessárias dar para garantir o que determina a Constituição, o direito de todos a uma habitação condigna e que o Governo não só está a negar como está a agravar as dificuldades no acesso à habitação, para atacar o direito à manifestação e para desviar a atenção das consequências das políticas desastrosas do Governo PSD/CDS e que tem contado com o apoio da IL e do CH. A atual situação exige que o Governo assuma a sua a responsabilidade no aumento da oferta de habitação pública, com um sério investimento público no valor de 1% PIB; que combata a especulação imobiliária, garanta a estabilidade no arrendamento, o controlo e redução do valor das rendas, revogue o balcão dos despejos; que proteja a habitação de quem tem crédito à habitação, pondo os escandalosos lucros da banca a suportar o aumento das taxas de juros e que promova uma lei de solos que salvaguarde as necessidades atuais e no futuro, incluindo na habitação.


















