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Não caiam na narrativa de que as COMISSÕES são mais importantes porque blá blá blá
Mais importante é a PRESIDÊNCIA DO SENADO e se houver um milagre 🙏🏻 da CÂMARA.
Entendam ⬇️⬇️⬇️⬇️
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Sou cristã, por isso , dízimo , rifas de almoços, jantas e pizzas para a igreja , estão há muito tempo fora dos meus gastos , pois a @CNBBNacional não me representa.
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Quero ver Erika Hilton, Duda Salabert, Dani Balbi e outres, abrirem a boca agora.
Aguardo notícias!
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04/11/2026 - CONVERSA TIMELINE teapaw.org/i/broadcasts/2VNLMYNXA…
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NOTÍCIA URGENTE
A presidente da UE, Ursula von der Leyen, diz que as contas de poupança das pessoas são um problema e que ela deve colocar esse dinheiro "a serviço das empresas europeias" diz que seu plano é "torná-las títulos" e "supervisioná-las" Eles estão vindo atrás das suas economias, Europa.
Ainda temos alguma duvida da sincronização?
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Senadora @TerezaCrisMS esperarmos que a Senhora apoie o @rogeriosmarinho, e não se deixa se elevar por apenas pelo seu partido.
O povo Brasileiro precisa da sua ajuda colocando o Rogério Marinho na Presidência do Senado.
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OESTE COM ELAS - 04/11/2026 teapaw.org/i/broadcasts/2KolbNmNZ…
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É sério que a Senadora Tereza Cristina vai se candidatar como TERCEIRA VIA dividindo a direita e ajudando Alcolumbre? Nem disfarçam mais. Já nao bastou essa maldita terceira via ter impedido a vitória de Flávio no primeiro turno? #DesisteTerezaCristina #RogerioMarinhoPresidente
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É inevitável a conclusão de que Tereza Cristina esteja agindo em conluio com Davi Alcolumbre e, portanto, com o consórcio PT/STF para dividir os votos da direita e garantir a vitória do sistema no Senado.
Se ela mantiver a candidatura, ficará marcada e deverá ser tratada como uma das maiores traidoras da direita.
Ainda há espaço para voltar atrás!
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NEM TUDO ESTÁ PERDIDO: A CARTA NA MANGA DE TRUMP PARA 28 youtu.be/czcyNbtY97c?si=mLc0… via @YouTube
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JORNAL DA OESTE PRIMEIRA EDIÇÃO - 04/11/2026 teapaw.org/i/broadcasts/2vypoKABK…
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Confere senadores?! Nao seja um vendido, lembre sempre que o eleitor anota cada ação do parlamentar. Não estamos juntos, com quem não está com a Direita!! @SenadoFederal Roberto Marinho Presidente do Senado.
>>>>>> xn--politicmetro-kib.org <<<<<
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🇺🇸 O partido republicano sofreu uma derrota muito grande nesta eleição de midterm, nas próximas horas será possível aprofundar a dimensão da derrota.
No partido, o grande derrotado foi o vice-presidente JD Vance. Em meio aos escombros, o grande vencedor foi Marco Rubio, que ganhou força com o projeto liderado pelos políticos da Flórida.
Abaixo deixo a análise prévia que já tinha construído de cenários possíveis.
Obrigado pela confiança de sempre em nossa cobertura. 🙏
🇺🇸 O pato manco bate à porta da Casa Branca
Nenhuma cédula distribuída hoje nos Estados Unidos traz o nome de Donald Trump. Ainda assim, nas filas que se formaram desde cedo em escolas, igrejas e ginásios pelo país, é nele que boa parte do eleitorado está pensando. A pesquisa Reuters/Ipsos concluída ontem ouviu os independentes, aqueles que não são filiados nem ao Partido Democrata nem ao Republicano. Metade deles disse que o voto desta terça-feira é um voto contra o presidente. Só 13% afirmaram votar a favor dele.
As midterms, as eleições de meio de mandato, acontecem na metade do mandato presidencial e definem com quem o presidente vai governar. Na prática, isso pode pesar quase tanto quanto a própria Casa Branca. Estão em jogo as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e 35 das 100 do Senado. Os republicanos controlam as duas casas por margens estreitas. Aos democratas bastam três cadeiras líquidas para retomar a Câmara e quatro para virar o Senado.
O governo chega às urnas carregando peso. A aprovação de Trump está em 32%, perto do menor patamar de sua carreira política. O ano foi marcado pela guerra contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, e pela disparada dos combustíveis que veio com ela. No voto genérico, que mede a preferência partidária nacional para o Congresso, os democratas lideram por 46% a 38%. Uma semana antes, a vantagem era de 11 pontos. A distância encolheu na reta final.
Esse número, porém, engana quem o lê como placar. A Câmara é decidida distrito a distrito, e o Senado, estado a estado. O Cook Political Report, uma das referências mais respeitadas em análise eleitoral no país, projeta para a Câmara um ganho democrata entre 12 e 25 cadeiras, muito acima das três necessárias. No Senado, o suspense é real. Há disputas apertadas no Maine, Texas, Iowa, Ohio e Michigan, alguns deles tradicionalmente fora do alcance democrata, e isso fez da câmara alta a grande incógnita da noite.
Por que isso importa? Porque o Congresso controla três instrumentos que nenhum presidente dispensa: orçamento, leis e fiscalização. Trump continua presidente seja qual for o resultado. Mas uma casa nas mãos da oposição pode convocar secretários, exigir documentos, abrir investigações e travar recursos.
A política externa é a primeira a sentir. A guerra contra o Irã foi conduzida como operação militar, sem autorização específica do Congresso, e os democratas acusam o governo de atropelar uma prerrogativa do Legislativo. Com maioria, eles poderiam condicionar verbas, levar o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário da Guerra Pete Hegseth a audiências e votar resoluções exigindo autorização formal. Na Ucrânia, a coalizão bipartidária pró-ajuda ganharia fôlego. O acordo de diesel fechado com Vladimir Putin em outubro, que suspendeu sanções e irritou até senadores republicanos, entraria na mira. O apoio a Israel segue bipartidário, mas cresce entre democratas a pressão para vincular a ajuda militar à conduta do governo israelense em Gaza e na Cisjordânia. E o pedido de US$ 1,5 trilhão para a defesa, um salto de cerca de 40%, dificilmente passaria intacto.
Há um limite que no Brasil costuma ser ignorado. Uma vitória democrata não encerra as tarifas nem a guerra comercial com a China. O governo americano sustenta que as autoridades usadas por Trump na política comercial são amplas o bastante para resistir a um Congresso hostil. Para quem exporta do Brasil, a leitura é de cautela: o Capitólio pode criar atrito, mas a caneta tarifária continua na Casa Branca.
Quando as urnas fecharem, três cenários estarão sobre a mesa:
Republicanos ficam com as duas casas. Trump sai fortalecido.
Democratas levam a Câmara e republicanos seguram o Senado. É o desfecho com que boa parte do partido do presidente já trabalha: governo dividido, com investigações e brigas orçamentárias.
A oposição conquista as duas casas. Trump entra em janeiro como “pato manco”, expressão americana para o presidente que segue no cargo, mas perdeu boa parte da capacidade de governar.
A apuração desta noite dirá se a assinatura de Trump ainda basta. A alternativa é que cada decisão sobre o Irã, a Ucrânia, Israel e a China tenha de atravessar, antes, os corredores do Capitólio.






























