Marcelo Furtado retweeted
Muita gente nos bastidores dizendo que Tarcísio e Michelle trabalharam juntos pela derrota de Flávio Bolsonaro. Cacete, na extrema-direita é cobra comendo cobra...
It is time for the American and Brazilian left to unite in order to save our continent’s democracy, not only the parties but especially the workers from all over South, Central and North America.
@SenSanders @AOC @NYCMayor @RepRashida
@LulaOficial
Marcelo Furtado retweeted
“Eu ficarei preso 100 anos, mas eu não trocarei a minha dignidade pela minha liberdade”
A história está reservada a quem não foge a luta.
Flávio Bolsonaro fugiu, é um frouxo.
Muito divertido ver os bozonaristas argumentando fervorosamente que não havia risco de fuga do cara que fugiu.
Vocês lembram ou imaginam Serra, Alckmin, Marina, Ciro, Ronaldo Caiado, Amoedo, ou qualquer outro candidato fugindo a pé do Brasil ppr medo de "perseguição" por ser oposição ao PT? Não, né?
Pq o problrma não é ser oposição, o problema é ser BANDIDO!
Marcelo Furtado retweeted
Os aliados de Flávio dizem que reter o passaporte dele um dia depois de perder a eleição passa o recado que ninguém deveria ousar concorrer contra Lula.
Discordo.
Pra mim, a mensagem é outra: "olha... a gente viu - e todo mundo sabe - que você é um bandido de merda, mas, como você era candidato desde sempre, fizemos vista grossa para não parecer marmelada. No entanto, agora que você levou uma surra de toalha molhada nas urnas, achamos melhor voltar a trabalhar antes que você fuja que nem o vagabundo do seu irmão".
PEGA LADRÃO!
noticias.r7.com/eleicoes/202…
Os bolsonaristas falaram tanto que o Brasil ia virar Argentina, e agora notícias de lá dizem que Flávio atravessou a fronteira para ser bandido foragido da Justiça justamente na Argentina.
A terra plana não gira, ela capota!
"Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão..."
Marcelo Furtado retweeted
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
Eis que o primeiro ato político da "esquerda radical" é procurar aproximação com o MBL! Deve ser porque precisam da "enorme" bancada deles pra ter "governabilidade".
Ah, se fosse o Tamir ou qualquer trabalhista kkkkkkk era surto coletivo!!
O Brasil não é mesmo pra amadores.
Renan Santos
Bora conversar @RenanSantosMBL .
Chegou a hora de buscar sínteses ao nosso país!
Estou à disposição!
Marcelo Furtado retweeted
Depois de derrubar Hitler, a Alemanha passou por um longo período de desnazificação.
Nosso erro no Lula III foi não desbolsonarizar o país. Não vamos falhar de novo no Lula IV!
O bolsonarismo precisa ficar no passado e nunca mais eleger nem vereador nesse país!
QUE DELÍCIA!
Que mofem na cadeia!
Por cada família que teve que enterrar um filho, um pai, uma mãe, por causa desses canalhas durante a pandemia!
Por cada família carioca que vive sob o terror das milícias!
Por cada minoria ofendida e perseguida por essa escória!
Vivo o mesmo.
Parece realmente impossível para as mentes binárias aceitarem que pode existir vida fora dos dois grupos.
E quando confrontados com isso, a dissonância cognitiva gera uma espécie de curto-circuito, um ódio até maior do que pelo seu "oposto".
Coisa de seita!
Isolar a extrema-direita
Mobilizar do povo
Retomada da indústria nacional
Até aí, PERFEITO.
MAS:
Afrouxar o fiscal e as metas de inflação é mandar - disfarçadamente -a conta pro POBRE, via inflação, juros e dívida.
É a saída (c respeito, Elias) politicamente covarde.
Discutir o Brasil, isolar a extrena-direita
Não tem saída ao quarto mandato do presidente Lula fora da radicalização em dois níveis: mobilização permamente do povo consciente e uma agenda de retomada da indústria nacional em outro patamar. A agenda é clara e deve começar por retirar do arcabouço fiscal os investimentos em infraestruturas e mexer, imediatamente nas metas de inflação. Ao menos movendo o centro da meta para 4,5% ou 5%. Isso é para ontem.
Manter o diálogo com as forças vivas da nação. O diálogo que proponho com o @RenanSantosMBL vai nesse sentido. Existe a chance de haver mais divergências do que sínteses. Mas a obrigação de um político marxista é buscar sínteses, não ser antítese.
Afora o fato de isolar a extrema-direita é fundamental. Negar a política é uma atitude antimarxista em essência. Não podemos deixa-los transformar nossa vida em um inferno!
Ah, Marcelo, se essa saída não serve, como faz?
Escuta a PORRA DO CALVO:
youtube.com/watch?v=YvfiH2EB…
(se tá com preguiça de ouvir tudo, vai lá no 1h 27m)
NÃO CONFUNDAM A MENSAGEM DAS URNAS!
Eu, e milhões de brasileiros, NÃO votamos em Lula, votamos CONTRA o bolsonarismo.
NÃO aprovamos corrupção nem a política econômica neoliberal que nos fazem um dos países mais desiguais do mundo e o que mais paga juros pro rentismo parasita.










