Matheus Alves (@mathalveslim) header
Matheus Alves (@mathalveslim) profile picture

Médico Intensivista (CRM DF 28210 / RQE 24929) Instagram: matheusalves.dr e https://teapaw.org/t.co/Jgv2cG2MHA

Brasília, Brasil
Joined October 2017
Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)Photo by Matheus Alves (@mathalveslim)
Bora aproveitar o embalo de lançamento do Surviving Sepsis 2026 e entender um pouco mais a fundo sobre a fisiologia da ressuscitação volêmica inicial no paciente séptico? O que eu vou explorar aqui é a base para compreender o que acontece a beira leito. Segue o fio 🧶
1
9
148
14,429
Existem fatos que independem de direita ou esquerda. O Brasil é um país de renda média, mas possui uma das maiores cargas tributárias entre economias de renda semelhante (quase 34% do PIB). Temos gastos sociais elevados, sobretudo previdenciários, e seguimos muito desiguais.
1
21
609
Arrecadamos muito para nosso nível de desenvolvimento, mas não convertemos esses recursos proporcionalmente em serviços públicos de qualidade e prosperidade. O desafio não é simplesmente arrecadar ou gastar mais, mas melhorar a eficiência e a composição do gasto público.
1
1
8
170
A Constituição de 88 consolidou nosso pacto democrático e social. O próximo pacto deveria ser pela qualidade e eficiência do gasto público. Precisamos transformar impostos em serviços, produtividade e prosperidade para honrar e cumprir o pacto feito em 88.
6
117
Replying to @jonesmanoel_PE
Países diferentes em diferentes momentos do tempo têm diferentes taxas de crescimento, Jones. As taxas de crescimento potencial, como se fala entre quem entende de teoria do crescimento econômico de longo prazo, diferem, sobretudo em virtude de demografia, taxa de poupança/investimento e crescimento da produtividade. Quer um exemplo de país emergente com regra fiscal relevante que é um dos que mais cresce, se não o que MAIS cresce, na América Latina há tempos? Chile, com regra de resultado primário estrutural que leva em consideração o ciclo de preços do cobre. Quer exemplo de países do sudeste asiático que crescem muito rápido há muito tempo? Coreia do Sul e China. A primeira fez seu catching-up com os países desenvolvidos preservando equilíbrio orçamentário e fiscal; China usa déficits primários sucessivos, é verdade. Ambos, todavia, têm Estados de bem-estar muitíssimos reduzidos em relação ao modelo que a gente quer pro Brasil, e consequentemente taxas de poupança e investimento muito mais altas. Você certamente não defenderia replicar aqui os níveis de gasto social e previdenciário desses países. A gente não precisa replicar exatamente aqui qualquer desses modelos, o Brasil não precisa copiar literalmente ninguém, nem mesmo o latino-americano Chile; queremos um modelo com Estado de bem-estar amplo, como o mostram sucessivos resultados eleitorais. Felizmente não precisamos copiar ninguém, mas precisamos compatibilizar meios e fins, inclusive o equilíbrio fiscal ao longo do tempo. Como o mostrou muito bem o Bráulio Borges nesses 3 textos: blogdoibre.fgv.br/posts/conc… blogdoibre.fgv.br/posts/qual… blogdoibre.fgv.br/posts/bras…
3
12
3
123
3,142
O Brasil deu calote, reestruturou ou renegociou suas dívidas externas e internas em 1824, 1898, 1914, 1931, 1937, 1961, 1964, 1982, 1983, 1986, 1987 (duas vezes), 1990, 1993, 1994 e em 1998. Além disso, ele rasgou ou precisou amendar suas regras fiscais em 2012, 2016, 2018, 2019, 2020, 2022 e 2024. A Alemanha é, notoriamente, um dos países mais austeros e, até a adoção do euro, com política monetária mais restrititivas da história. Simplesmente, independente da orientação do governo, do tipo de regime ou se a dívida é externa ou interna, não faz sentido alguém segurar um título da dívida pública no Brasil por mais de dez anos sem esperar dor de cabeça. Está aí sua resposta.
Entre as 10 maiores economias do mundo, Alemanha e Brasil possuem as MENORES DÍVIDAS do grupo. De novo, pra não ficar dúvida: entre as 10 maiores economias do mundo, Alemanha e Brasil possuem as MENORES DÍVIDAS do grupo. Mas temos algo que nem a Alemanha tem: R$ 2 trilhões em reservas (20% do PIB). Ou seja, temos dívida (baixíssima) em 80% do PIB, mas reservas de 20%: divida liquida de 60% do PIB, uma das menores DO MUNDO! Pode investir no povo, Lula!
11
52
5
608
23,755
Acho que voltamos à normalidade: rebater o terraplanismo econômico de certos setores da esquerda.
Entre as 10 maiores economias do mundo, Alemanha e Brasil possuem as MENORES DÍVIDAS do grupo. De novo, pra não ficar dúvida: entre as 10 maiores economias do mundo, Alemanha e Brasil possuem as MENORES DÍVIDAS do grupo. Mas temos algo que nem a Alemanha tem: R$ 2 trilhões em reservas (20% do PIB). Ou seja, temos dívida (baixíssima) em 80% do PIB, mas reservas de 20%: divida liquida de 60% do PIB, uma das menores DO MUNDO! Pode investir no povo, Lula!
3
4
56
1,494
Comparar a dívida do Brasil com a de países ricos, que pagam juros muito menores, é ignorar o básico. Reservas internacionais não são dinheiro disponível para gastar. O que importa é o custo da dívida, sua trajetória e a capacidade de financiá-la.
4
208
A esquerda nordestina ganha eleições, governa estados e conhece os desafios reais da gestão pública. Tem mais pragmatismo e menos purismo ideológico de DCE. Governar exige responsabilidade, negociação e concessões. Lula sabe disso. Que se cerque de quem tem votos e sabe governar.
15
314
6
2,208
22,711
Matheus Alves retweeted
Não é só a esquerda do Piauí que chama Rafael Fonteles de neoliberal. Na Bahia, dizem que Rui Costa é o bolsonarista de maior sucesso do estado. Meu Instagram tá cheio de gente criticando Jerônimo pela privatização da BahiaGás. O PT do Nordeste é alvo da esquerda porque governa. Como diz Lula, governar é que nem nadar: não dá pra nadar teoricamente. Existem dois tipos de político: os partidários representam parte da sociedade e os majoritários governam para todos formando maiorias. Essa divisão de trabalho exige um fino equilíbrio, ainda mais pra esquerda. Os partidários não podem sabotar os majoritários, mas também não podem aceitar qualquer coisa. Quando abro o Instagram e vejo críticas a BahiaGás, acho até engraçado lembrar que as mesmas pessoas faziam campanha pra Jerônimo até semana passada. Inclusive eram as mais engajadas. Não há contradição, e sim maturidade pra entender que a Bahia é mais complexa do que uma pauta. Os próprios críticos não escondem que votaram em Jerônimo e criticam com a perspectiva de que ele é melhor do que a alternativa da direita. Esse é um equilíbrio ao qual a esquerda do Centro-Sul não consegue chegar. Por mais que Haddad ou Freixo tentem moderar o discurso, eles continuam sendo vistos pela maioria como partidários. Boa parte da militância ajuda a queimar os dois porque acha que são vendidos. A esquerda do Centro-Sul só tem um líder majoritário que consegue chegar a um equilíbrio com os militantes partidários: Lula da Silva. Não por acaso, nesta última dança de Lula, restou à esquerda olhar pro ascendente PT do Nordeste. Sem superar os nojinhos ideológicos, será impossível aprender a lição.
70
261
24
2,633
89,741
Ñ tem jeito. Todo político de esquerda quando tem q governar seja município, estado ou federal tem q fazer aliança com partidos de centro e direita pra conseguir governar. Ñ dá pra viver nessa fantasia de webcomunismo purista e sectarista de se acharem esquerda de verdade acordem
74
485
38
2,772
26,421
Replying to @vitor_dlucca
Não há criatividade que sobreviva à contabilidade
2
3
47
1,858
O Brasil já possui uma das maiores cargas tributárias entre os países emergentes, próxima de 33% do PIB. É ilusório imaginar que resolveremos nossos problemas fiscais apenas aumentando impostos. Já arrecadamos muito para nosso nível de desenvolvimento econômico.
1
1
6
537
Aumentar a arrecadação alivia o déficit no curto prazo, mas não resolve uma trajetória de gastos que cresce acima da capacidade de financiamento do Estado. Sem reformas, novas receitas serão absorvidas pelas despesas obrigatórias, comprimindo investimentos e serviços públicos.
1
2
81
Temos de enfrentar a dinâmica do gasto público, melhorar eficiência das despesas e garantir sustentabilidade previdenciária. Não dá pra aumentar impostos para financiar um Estado cada vez mais caro e seguir sem capacidade de investimento.
2
53
Papo reto: o Brasil precisa deixar os lacradores de internet falando sozinhos. A turma que brinca de revolucionária na esquerda e a direita que vive de guerra cultural que se resolvam. O país tem problemas sérios demais para perder tempo com isso.
26
296
28
1,789
18,625
O cidadão comum quer segurança, estabilidade econômica, crescimento, serviços públicos de qualidade e retorno dos impostos que paga. Não está interessado em alimentar o ego de militantes que transformaram a política numa disputa interminável por likes.
1
12
1
104
1,244
Estamos em pleno século XXI e o Brasil sequer universalizou o saneamento básico. Temos problemas graves na educação, na segurança pública e uma economia que patina há décadas. Precisamos de políticos preparados para resolver problemas, não de influenciadores de internet.
3
9
1
64
1,111
Chama o Fonteles, @LulaOficial! Já encaminha o cara pra 2030
68
253
58
3,129
277,771
Matheus Alves retweeted
E no fim quem quis transformar o Brasil na Venezuela foram os bolsonaro...
61
1,357
22
10,097
42,180