Um pouquinho de informação:
- Não se sabia do holocausto até aquele momento
- a sociedade lituana tbm possuia elementos de antissemitismo.
- a comemoração decorreu principalmente pq 2 anos antes eles foram invadidos pela URSS. Estavam comemorando a expulsão desses invasores.
Foi assim que os lituanos não judeus receberam os nazistas em Kovno em 1941.
Eles pensavam que os nazistas só iriam atrás dos judeus.
Ao final da guerra, milhares da população não judaica foram mortos e escravizados pelos nazistas.
O ódio pode vir primeiro pelos judeus, mas nunca para por aí.
@RabbiPoupko
Ela fazendo força para não entender que a taxa de juros é consequência (resultado da oferta reduzida e da demanda exacerbada por crédito).
unavailable
Sempre defendi a Tese que o problema da educação no Brasil não é oferta. É demanda.
Sobre o fim da escala 6x1, de boas intenções o inferno tá cheio. Quem não se lembra da pec das domésticas e seus efeitos?
g1.globo.com/jornal-hoje/not…
Monica Albuquerque retweeted
A Alemanha criou o Nazismo e Israel aperfeiçoou-o, dando-lhe o nome de Sionismo.
A afirmação do @SamuelBraun tem muitos erros e omissões. Infelizmente ele limitou a minha replica. Mas aparentemente ele não conhece alguns conceitos tais como:
-Balanço do bacen
-Reserva fracionada
-As 3 funções da moeda
-imposto inflacionario.
Replying to @mo_albu
Monica, que dia “o governo pediu dinheiro emprestado aos banqueiros”? Isso nunca aconteceu, sob qualquer governo, nem tem como acontecer. Todo Real é emitido pelo governo. Sua frase sequer faz sentido.
Façam o seguinte exercício mental: pegue dinheiro emprestado. Na hora de pagar fala que não só não vai pagar como precisa de mais dinheiro emprestado. Se quem te emprestou questionar como vc pretende quitar a sua dívida, responda isso aí que o Lula falou. Vai dar super certo.
“Não tenho que prestar contas a banqueiro, mas ao povo”, diz Lula
Leia no Poder360 ⬇️
poder360.com.br/governo/nao-…
Plano Real, o outro lado
Os 30 anos da estabilização monetária alcançados pelo Plano Real têm sido notabilizados exclusivamente pela versão neoliberal na mídia comercial. Sem sequer ocasionar constrangimentos, pois laudatória e a-crítica, própria do pensamento único dominante no Brasil contemporâneo.
Não há dúvidas que o lado neoliberal foi o grande vencedor da disputa travada no interior do governo Itamar entre os anos de 1992 e 1994. Mesmo sabendo que a história contada não contempla, em geral, a versão dos derrotados, cabe insistir no registro de que houve um outro lado, o social-democrata em disputa para além da estabilização monetária, a soberania do desenvolvimento econômico nacional.
Isso porque o governo Itamar continha desde a sua origem, ademais da dominância neoliberal na área econômica (FHC na Fazenda e Malan no Bacen), os sociais democratas na área social (W. Barelli no Trabalho, L. Erundina na Administração, J. Haddad na Saúde, C. Amorim nas Relações Exteriores).
Como assessor especial do ministro Barelli, acompanhei de perto a batalha em torno da montagem do Plano Real. Naquela época, dois aspectos principais nortearam as discussões e decisões acerca dos fundamentos originários da estabilização monetária almejada.
O primeiro, de natureza política, estava intrínsecamente vinculado à candidatura de FHC na sucessão de Itamar, quando Lula já liderava o cenário eleitoral. O segundo, de natureza econômica, seria consequência do primeiro, pois terminaria por aprisionar e condicionar - para sempre - a estabilização monetária aos requisitos da elevadíssima taxa real de juros e da super valorização cambial.
Com isso, a trajetória econômica possível asseguraria a via da desindustrialização e, em consequência, a prevalência da desestruturação do mercado de trabalho e o adeus ao projeto de sociedade salarial protagonizada pela Era Vargas, com a precarização e a informalização generalizada das ocupações.
Enquanto a prevalência dos altos juros reais desde então garantiriam uma vida longa e tranquila ao rentismo, a super valorização cambial patrocinaria a velha tese dos conservadores na política nacional definida pela "natural vocação agropecuária".
Em síntese, a derrota presente à velha controvérsia entre os distintos modelos econômicos da especialização produtiva do primário-exportador de Eugênio Gudin (1886-1986) e o da complexidade da industrialização nacional de Roberto Simonsen (1889-1946).
Em pleno ano de 1994, o Plano Real lançado concedeu ao lado neoliberal o poder de sufocar e massacrar o caminho social democrata. Para que pudesse oferecer resultados imediatos e favoráveis à campanha presidencial de FHC - que se mostrou vitoriosa, como se sabe, por sua estreita vinculação à contenção hiper inflacionária -, várias medidas de modernização democráticas foram deixadas para trás.
Destaca-se, por exemplo, as proposições construídas na forma de participação tripartite no âmbito do Ministério do Trabalho, como a defesa da introdução do contrato coletivo, da representação por local de trabalho, da redução da jornada laboral, da ampliação das férias, entre outras propostas presentes na pretensão da regulamentação da Constituição Federal de 1988 e em continuidade do projeto de sociedade salarial.
A greve na educação é uma sinuca de bico da anda para o governo. Se cede, impacta nos juros, no dólar e na inflação. Se não cede, base de apoio do governo fica dividida e a direita nada de braçada.
Eu queria fazer uma correlação eleitoral, mas meu advogado me impediu.
Taxa de analfabetismo no Nordeste é o dobro da média do Brasil; na região, 14% não sabem ler e escrever uma carta simples glo.bo/3V6EAUR #g1
Monica Albuquerque retweeted
Vcs tão ligado que se fosse no nordeste a mídia ia tá falando que o povo era guerreiro e que eles mesmos estavam fazendo o resgate né?
Monica Albuquerque retweeted
A fala de Margaret Thatcher é certeira e mais atual do que nunca. Infelizmente, é um retrato perfeito da situação atual da tragédia no RS.
Milhares de voluntários estão mostrando a verdadeira solidariedade do ser humano. Enquanto isso, alguns “jornalistas” tentam minimizar o trabalho dos voluntários e o governo ameaça quem mostra a realidade. Se você criticar, você corre o risco de entrar no novo inquérito das fake news, agora relatado pela ministra Cármen Lúcia.













