
Cristianismo do mundo real. Busco ler a Bíblia ao peito da letra. Reformado, carismático, aliancista e pedobatista. ENG: @reformedmystic
New York, NY
Joined April 2009
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Se você acredita que a vida cristã é simples, “linear”, então talvez você não devesse me seguir.
Se você acha que é apenas uma questão de obedecer a Deus e aí você será protegido(a), receberá o melhor e, de uma forma ou de outra, alcançará o que o coração deseja, eu tenho pouco a lhe oferecer.
Veja bem: não é que Deus não tenha regras e promessas. Ou que o princípio geral de Deus abençoar a obediência não exista. Mas não é linear, simples. É cheio de testes e voltas. E todos falhamos nisso, pois todos somos pecadores. E isso mesmo salvos: a nossa carne miserável ainda vive.
A leitura bíblica, as experiências de gabinete e a vivência pessoal foram suficientes pra me mostrar que não há garantias. Jó, Paulo, José do Egito, Jesus…todos sofreram muito. Foram rejeitados. A obediência não os impediu de serem presos, ficarem doentes, serem abandonados pela igreja e até ouvirem um não do Pai.
Por outro lado, a Bíblia é cheia de heróis da fé que nós reprovamos. Salomão viveu e morreu em paz. Jefté nunca foi flor que se cheire, mas é herói da fé em Hebreus. Davi traiu e matou e o Senhor jamais o rejeitou e deu a ele tudo o que ele queria.
Por quê? Porque tirando Jesus, é tudo graça. Ninguém é obediente a ponto de merecer algo. E ninguém é tão miserável que a graça de Deus não possa alcançar e purificar.
Deus não segue a nossa lógica simples e linear. Ele age como lhe apraz. Abençoa a quem quer. E amaldiçoa também. Mas tudo com justiça.
Não tenho nada a oferecer a quem pensa diferente, de modo automático. Quanto a mim, a maior graça é a salvação, que inclui a santificação e a transformação do ser. Que dá o contentamento em toda situação. Que descansa na Justiça e na Providência de Deus. Que entende que eu posso apenas receber de Cristo, porque tudo o que sou e tenho sempre foi dele.
Não tenho outra coisa a oferecer. Se te basta, bem vindo. Se não, não tenho o que lhe acrescentar.
Lobo solitário não é a melhor representação de um cristão, que serve a um Senhor que é Pastor e Cordeiro. Contudo, já beirando os 50, talvez seja a hora de admitir que sou um e que isso não vai mudar.
O Ocidente vai na direção em que não quero ir. E não sou oriental e nem seria aceito no Oriente. Em relação às igrejas, o cenário não é muito diferente. Não me identifico com o evangelicalismo brasileiro. E, em NY, o progressismo é forte mesmo nas igrejas evangélicas conservadoras.
Sem falar nas minhas particularidades teológicas, que parecem bem únicas mesmo.
Ainda bem que sou casado. Ao menos nas famílias de origem eu ainda me sinto ovelha de um rebanho.
Mas, de resto…o senso aqui é de “despertencimento”. Nem todo mundo tem uma tribo. Há gente que nasceu para ser lobo solitário.
Helder Nozima retweeted
O XADREZ DE SACHSIDA: A DISSECAÇÃO CIRÚRGICA DA FANTASIA DE ANDRÉ LARA RESENDE
Adolfo Sachsida fez o que quase ninguém no debate público brasileiro tem estofo técnico para fazer. Ele não apelou para ofensas de rede social, não chamou André Lara Resende de lunático e não desqualificou o autor do Plano Real. Pelo contrário: desmontou a tese na raiz com a elegância de quem domina a econometria pesada da Escola de Chicago.
A pegadinha genial do texto de Sachsida reside na armadilha metodológica em que ele enquadra André Lara Resende.
Sachsida começa concedendo terreno intelectual: admite que existem modelos teóricos onde a proposta de ALR funciona. Ao citar nominalmente Marco Antônio Martins, orientado por Robert Lucas (prêmio Nobel e pai das expectativas racionais), Sachsida sinaliza para a elite acadêmica: "eu conheço a literatura da Teoria Fiscal do Nível de Preços (FTPL) e da Teoria Monetária Moderna (MMT) muito antes de vocês a transformarem em cartilha política".
Ao admitir que a tese tem consistência interna em um modelo abstrato, Sachsida desarma qualquer acusação de dogmatismo ideológico. E é exatamente aí que ele aciona a guilhotina da realidade empírica.
Em economia pura, um modelo matemático precisa de hipóteses comportamentais para parar em pé. E quais são as hipóteses obrigatórias para a tese de André Lara Resende funcionar sem destruir uma nação?
1. Uma demanda por moeda perfeitamente elástica e estável.
2. A posse de uma moeda de reserva global hegemônica.
3. Agentes econômicos com memória hiperinflacionária apagada e sem canais de fuga de capital.
Nenhuma dessas três condições existe no Brasil.
O que Sachsida expõe com clareza cristalina, e que a Faria Lima finge não ver, é a mecânica da curva de juros. Se o Banco Central derrubar a Selic na marreta e o governo decidir monetizar a dívida emitindo moeda para recomprar títulos, ele pode até controlar o juro da noite (overnight). Mas ele perde instantaneamente o controle da curva longa.
Nenhum fundo de pensão, nenhum banco e nenhum investidor internacional aceitará carregar papéis de 5 ou 10 anos pagando juros artificiais em um país cujo governo imprime dinheiro para cobrir rombo primário. O resultado é a desancoragem brutal: a Selic cai no palanque, mas o juro real futuro no DI dispara para 16% ou 18%, e a inflação implícita explode.
Para tentar conter essa fuga, ALR propõe duas medidas ainda mais perigosas: controle de toda a estrutura a termo dos juros (Yield Curve Control) e queima de reservas internacionais no mercado de câmbio.
Aqui está o abismo prático. Queimar reservas para segurar ataque especulativo contra desarranjo fiscal é como queimar os móveis da sala para aquecer a casa no inverno. As reservas diminuem de 350 bilhões de dólares para 200 bilhões em poucos meses, o mercado fareja o sangue da insolvência externa e a desvalorização cambial vira corrida desordenada.
A maior coragem de Sachsida no artigo é a honestidade moral que falta à esquerda: ele admite explicitamente que o ajuste fiscal conservador cobra um preço doloroso no curto prazo. Ele não promete paraíso na terra; afirma com todas as letras que conter gastos públicos pode gerar dois trimestres consecutivos de queda do PIB em 2027. Isso é maturidade de Estado. A esquerda vende a mentira confortável de que emitir moeda gera riqueza sem dor; o economista sério avisa que o remédio amargo evita a morte do paciente pela hiperinflação.
A contribuição essencial para aprofundar o texto de Sachsida é o fator da economia política: André Lara Resende oferece ao petismo o salvo-conduto acadêmico perfeito. Lula não precisa de um debate sobre a Teoria Quantitativa da Moeda; Lula precisa de um economista respeitado para assinar o cheque em branco da gastança sem limite. Na mão de um governo que precisa comprar apoio no Congresso e financiar o fisiologismo, o modelo elegante de laboratório vira a rota mais rápida para a destruição do padrão monetário.
Sachsida foi impecável.
Concedeu a elegância da teoria para sepultar a irresponsabilidade da prática.
Mooska, fica por aqui.
Voltamos amanhã, se assim Deus permitir.
Zumm...
O Trovador está no ar! E olha só o artigo de estreia:
O fator André Lara Resende: Uma proposta econômica pode ser intelectualmente sofisticada e, ainda assim, arriscada demais para ser adotada.
Se você mora no Brasil sugiro ler e divulgar. Esse debate vai chegar mais cedo ou mais tarde no seu bolso!
otrovador.com/2026/11/03/o-f…
Com dor no coração, concordo. A direita hoje tem o nome, mas não os princípios que caracterizavam a direita nos seus bons anos.
A direita mundial tem prestado um desserviço ao bom senso.
Populismo fiscal, anti vacina, guerra identitária, ideias anti ocidente e pró Rússia. Hoje dá vergonha se associar a essa direita. Pegaram as piores ideias do mundo, colocaram em um liquidificador, e estão servindo para uma militância idiotizada. A esquerda tem ganho de W.O.
E a direita mundial vai continuar sendo isso aí, se bobear dobram a aposta. Por isso é necessário criar um novo campo político.
“E leu no livro, diante da praça, que está fronteira à Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender; e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei.” (Neemias 8:3)
1. Nunca tinha ouvido falar em Alan Gentil. Já adianto que não gostei do que vi. Ex-pastor adventista, doutorado em Teologias Contextuais (normalmente progressista) e ele me lembrou muito o Ed René Kivitz. Meu viés não é favorável.
2. Eu discordo dele em duas coisas fundamentais: quando contar as histórias bíblicas e que tipo de adulto (ser humano) deveríamos criar.
3. Histórias são a ferramenta educacional e de formação de caráter mais poderosa que existe. Tudo que é história impacta você. E a infância é a época em que seu caráter é formado.
4. As histórias bíblicas precisam ser contadas desde que possível. Ensinar a Bíblia a crianças é mandamento (Dt 6), foi feito em Neemias 8:3 e Jesus disse para as criancinhas irem até Ele (Mt 19:14). É pela Bíblia que se conhece Jesus.
5. Hoje há desenhos e material infantil que filtram as partes que só podem ser compreendidas mais tarde. Não vejo motivo para recomendar apenas a quem tem 12 anos, sendo que os governos de esquerda apresentam conteúdos impróprios na infância (assunto de outro post).
6. E eu discordo de que crianças não devam conhecer histórias onde há medo e violência, inclusive quando se trata de Deus. Eu diria que essa é uma grande fraqueza do Ocidente “woke”.
7. O mundo é mau, com pessoas más e ideologias más. Sempre foi. Até a natureza é hostil. Isso também é mundo real.
8. Crianças precisam ser formadas sabendo disso. Caso contrário, serão presas fáceis, almas ingênuas tomando decisões destrutivas, que é o que vejo na Europa, no Canadá, nos EUA e no Brasil.
Para quem sabe inglês e quer aprendet grego e hebraico bíblicos…isso aqui é muito interessante.
Helder Nozima retweeted
Um cara chegou dando carteirada de teólogo e cientista da religião, só para dizer um absurdo que até mesmo alguns teólogos liberais teriam vergonha de dizer: “Os textos bíblicos não são produtos para serem consumidos por crianças. Não foram inicialmente pensados para crianças.”
Há muito que poderia ser dito aqui, mas vou tentar resumir. Primeiramente, as Escrituras não são produtos para consumo, seja de crianças, seja de adultos. Por mais que os teólogos liberais não gostem da ideia, a Bíblia não é um produto das experiências religiosas subjetivas de povos antigos, a partir das quais buscamos inspiração para nossas próprias experiências subjetivas. A Bíblia é a Palavra de Deus, dada por Deus para ser ouvida, conhecida, crida e obedecida.
Segundo, a ideia de que os textos bíblicos não foram originalmente destinados também às crianças é insustentável à luz das próprias Escrituras. Vejam alguns exemplos: em Dt 31:12-13, Deus ordena que homens, mulheres e crianças sejam reunidos para ouvir a leitura da Lei, aprender a temer ao Senhor e obedecer à sua Palavra; em Js 8:34-35, lemos que Josué proclamou todas as palavras da Lei (incluindo as bênçãos e maldições!) diante de toda a congregação, incluindo as crianças; em Dt 6:6-7, os pais são ordenados a ensinar diligentemente a Palavra de Deus aos filhos; em Êx 12:26-27, Deus ordena que os pais expliquem aos filhos o significado da Páscoa (incluindo o juízo divino sobre o Egito!); em 2Tm 3:15, Paulo diz que Timóteo conhecia as Sagradas Escrituras desde a infância; etc., etc., etc. Óbvio que isso não significa que toda passagem bíblica deva ser ensinada a qualquer criança da mesma maneira, com todos os seus detalhes, sem considerar sua idade e maturidade. Significa, porém, que a revelação divina foi dada também às crianças.
Enfim, Deus sempre quis que as crianças ouvissem, conhecessem e aprendessem sua Palavra. Quem quiser contestar essa ideia terá de enfrentar o testemunho das próprias Escrituras. E não creio que uma carteirada de teólogo e cientista da religião vá ajudar muito.
Helder Nozima retweeted
As both a historian & a Millennial (born in 89), I've been pondering for quite some time why so many in my generation think this way. Because what we've lived through is not even remotely historically abnormal or chaotic.
My idea: Our formative years came in the 1990s, an unusually peaceful period in global history, especially in the West. Childhood experiences anchor our views of normalcy well into adulthood; we Millennials are tacitly used to the world of the 90s, so when history returned with a vengeance, it felt overwhelming to many.
But we haven't lived through anything prior generations didn't. Not even close.
Helder Nozima retweeted
O lado da Dinamarca que ela não vai comentar:
Piora para melhorar. Não tem como o país inteiro viver com subsídios e auxílios. O Estado não tem grana pra isso indefinidamente. Claro: quando acaba, o choque vem. Mas é mundo real. E a realidade sempre se impõe, não adianta.
Replying to @defiremora
Morei lá por 1 ano e meio (tenho até uma filha argentina) e tecnicamente sou economista, vai o meu pitaco:
Segurou a inflação e deu um pouco de "segurança econômica" para os investidores e empresários, até o crédito, que tinha acabado com a inflação de 100%+ por ano está voltando.
Porém, o povo está tendo que trabalhar bem mais, custo de vida explodiu, um exemplo é a conta de energia, antes tinha subsídio e depois que ele cortou subiu 10 VEZES. Supermercado é muito caro, aluguel dolarizado, etc.
Até o pessoal pró Milei fala "estamos sofrendo pelo nosso futuro", mas ainda dizem "estamos sofrendo".
A questão é que o que existia no passado era também insustentável, um país sem estabilidade fiscal e monetária é inviável.
Ou seja, está arrumando a economia mas o "Peso mais forte" e o fim dos subsídios está pesando sob o povo. Milei salvou a economia e sacrificou o "bem estar social".
O ESTADO PROTETOR
1. No mundo todo, eu vejo os governos de esquerda tentando proteger as crianças de dois “inimigos”: os pais e a fé cristã. E a censura aos desenhos bíblicos da Record é um bom exemplo.
2. Ao colocar uma censura de 12 anos, o Estado está dizendo que as histórias bíblicas não devem ser conhecidas pelas crianças. E os desenhos suavizam as partes que seriam mais complicadas.
3. Usando a linguagem da própria esquerda, é uma “micro perseguição”. Ainda não é o Estado proibindo o cristianismo. Mas é o Estado usando o seu poder para restringir a divulgação de material religioso, sob o pretexto de proteger as crianças.
4. Onde a esquerda ganha, cresce essa tendência de “proteger” as crianças dos pais e da Igreja. Por isso o horror ao homeschooling, o incentivo às denúncias contra os pais, as “pesquisas” para monitorar o que é pregado e as tentativas de restringir atos religiosos em vias públicas.
5. Mas Carnaval, ensinar a ter relações, colocar em dúvida o gênero das crianças, fazer transição hormonal na infância já…tudo isso é ok e incentivado pela esquerda no mundo todo.
6. Imagino que se os muçulmanos fizerem desenhos animados sobre o Corão e a história de Maomé, a censura seria livre no Brasil. O problema é ser cristão.
Helder Nozima retweeted
MMT é uma teoria popular entre os defensores da esbórnia fiscal que pelo menos duas afirmações esdrúxulas:
1. Que nenhum país quebra em moeda local.
2. Que imprimir dinheiro não gera inflação.
O truque do 1 é que é realmente impossível um “país” quebrar em moeda local. Mas por “país” eles querem dizer o Governo, não o povo daquele país. Sim, se quiser o Governo pode imprimir quadrilhões de reais pra pagar sua dívida.
Mas isso significaria escangalhar completamente a vida do povo. Quebrar empresas, afastar capital causar atraso, desemprego, inflação.
Fora que o resto do mundo não é idiota, e ninguém vai querer chegar perto da sua moeda, como bolívares venezuelanos ou os famosos dólares do Zimbabwe com suas notas de trilhão.
O 2 já não tem truque, é só negacionismo em estado bruto mesmo. Simplesmente resolveram afirmar que a lei da oferta e demanda não vale pra moeda e foda-se.
Como pretexto, usam alguns exemplos pinçados de casos onde a impressão de moeda não gerou IMEDIATAMENTE inflação, ou onde forças opostas (como ganhos de produtividade ou queda de preços globais) geraram deflação para compensar - ignorando o fato que sem a impressão estaria tudo mais barato.
Helder Nozima retweeted
“Can a Baptist really be Reformed? I found it harder and harder to answer in the affirmative.” - Dr. Carter
That was also true of me during my journey. The further into the great theological tradition I journeyed, the more I realized my modern imagination didn’t fit with Scripture or the history of the church.
On my Substack: "My Journey to Presbyterianism."
craigacarter.substack.com/p/…
Helder Nozima retweeted
Don’t empathize with Anakin.
Identify with Aragorn.
He’s the ultimate anti-doomer.
When all seemed lost, Aragorn still acted out of principle & not self-interest.
He didn’t change his actions based on feelings or probabilities.
He didn’t harbor vengeance.
He had a duty, and he risked life and love to fulfill it (saving both in the process).
1. Estude sobre como o pastor pode ser confrontado e exortado na sua denominação. Cada lugar tem uma lei. Dependendo do lugar, o pastor é o “deus” e não responde a ninguém.
2. Confronte o pastor. Se ele for grosseiro, procure a ajuda dos presbíteros ou de quem tem autoridade sobre ele.
3. E, se ele não reconhece o erro, mude de igreja. Simples.

ALT Se um pastor compartilha posts xingando eleitores do 13 de burros, dizendo que nao sao cristaos, em pregacoes diz que eles flertam com ideologia anticrista sem levar em conta a diferença entre voto pragmatico, seque existem varios eleitores do 13 na igreja, é antietico? O que um membro deveria fazer
1. O que fazer? Continuar adorando a Deus e nos tratamentos. Principalmente se você tiver um histórico depressivo. Algumas vezes a única coisa a se fazer é perseverar, dia após dia.
2. Lembre-se de Jesus, que sofreu por você e sentiu uma solidão e um vazio existencial inimagináveis quando Ele tomou sobre si os pecados de todos. E de Noemi, Jó, José e tantos outros na Bíblia que perseveraram, mesmo quando não tinham esperança.
Eu não quero debater com militante petista que vai, de post em post, tentar desmentir ou trazer argumentos para defender o governo Lula. Fácil de ver: checo as Respostas e vejo que aplica o padrão comigo e com outros que criticam. É block.
Também não estou muito a fim de debater com quem discorda da minha atitude atual. Será block também.
Se não gostou, pode dar unfollow. Meus posts não são democráticos: é debate controlado pelo uniditador desta conta: eu mesmo.
Helder Nozima retweeted
Passado uns dias da eleição, é hora de tirar conclusões com calma.
Nos últimos dias, evitei falar do assunto. Evitei até postar muito sobre qq coisa. Como um colega disse aqui outro dia, eu tenho um irritante senso de realidade. Se eu postasse antes, ia ser com o fígado, não com o cérebro. E esse não é o meu estilo.
Agora o cérebro tá de volta, então vamos lá.
Tem quem ache que houve fraudes. Tem quem ache que não. O que eu acho? Acho que não importa.
Se a vítoria do consórcio da esquerda suprema tiver dependido das fraudes e manipulações, ninguém vai fazer nada a respeito, então o poder deles tá consolidado.
Se a vitória veio de votos honestos, então a maioria dos brasileiros está alinhada com o consórcio, seja pelas oportunidades ou pelo medo das ameaças, e o poder deles está consolidado.
Não importa os porquês, o consórcio venceu e não há perspectivas de qq mudança no horizonte.
Mudanças por dentro das instituições estão fora do cardápio.
Mudanças à força também não parece nada prováveis nem possíveis.
Qq tentativa de mudança de base, pela cultura, por boicotes ou por qq outra iniciativa, serão confrontadas com censura, perseguição e violência.
Então, restam três opções: 1) conformidade e participação. Na linha não pode vencê-los junte-se a eles.
2) aeroporto. Pra quem pode e quer sair do país, a hora é essa. Mas vale lembrar que é um caminho com muitos desafios também.
3) recolhimento. Submergir e buscar sobreviver até que novos ares surjam, ficar abaixo do radar e cuidar da própria vida, de preferência bem em silêncio. Nada é para sempre.
Se alguém quiser continuar participando do jogo político na oposição eu desejo boa sorte, mas vai ser um jogo cada dia mais perigoso.


























