nix e arch nas escolas vamo botar a criançada pra fazer ricing no hyprland
Replying to @monch1to
Precisamos retomar o software livre como estratégia de independência tecnológica e soberania digital no Brasil. Conte comigo!
apple music pode até ter qualidade sonora melhor mas só no spotify da pra aumentar o volume alto o suficiente pra causar dano irreparável a audição
bruno retweeted
Replying to @chaosisme__
pq vc fica postando foto da gata do perdao mano ele tem ate foto com ela no insta todo mundo sabe q nao é sua
bruno retweeted
ja prende as duas aí por precaução
Flávio Bolsonaro tem duas filhas, de 14 e 12 anos.
Há apenas 72 horas, essas meninas viviam momentos de enorme expectativa, diante da possibilidade de ver o pai eleito presidente da República. Uma mudança que transformaria ainda mais suas vidas, já tão agitadas pela exposição política da família desde que eram pequenas.
Mas tudo aconteceu de maneira diferente. O pai perdeu a eleição e, de repente, elas se viram embarcando em um avião para Foz do Iguaçu.
Sem tempo para se despedir dos amigos, dos vizinhos, dos familiares ou da vida que conheciam, atravessaram a pé, durante a madrugada, uma estrada escura na região da fronteira, como personagens de um filme de terror, até chegar a outro país.
Depois de uma madrugada e uma manhã de enorme tensão, embarcaram novamente, agora rumo a um destino no exterior, possivelmente sem compreender completamente o que estava acontecendo.
Não tiveram sequer tempo para assimilar o resultado de uma eleição que imaginavam terminar com a consagração do pai e que acabou se transformando em uma fuga diante da possibilidade de prisão.
Na tentativa de escapar das consequências de seus próprios atos, Flávio expôs as filhas adolescentes a uma experiência traumática, cujas marcas podem acompanhá-las por muito tempo.
Neste momento, metade do Brasil se solidariza com ele, enquanto a outra metade ri, comemora e debocha.
Mas, no meio de toda essa disputa política, existem duas meninas que não escolheram nada disso e que podem carregar para sempre as consequências das decisões dos adultos.
É impossível não pensar nelas.
tem que ter o cerebro muito corrompido pela pornografia e pelos videos curtos verticais pra gostar de jogar deadlock


























