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APROVADO!
As batalhas de rima no município de Cabo Frio são patrimônio cultural!
Eu não sei nem oq falar
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rindo MUITO de imbecis APOIANDO a fuga do flavio todo mundo totalmente sem capacidade ALGUMA de raciocinio logico
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Era uma vez uma ditadura muito engraçada, que deixava a oposição ter maioria na Câmara e no Senado.
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"Meu sonho é ver petista comendo lixo"
Meu sonho é ver todo brasileiro dormir sem fome. Por isso votamos diferente
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engraçado vcs sentirem empatia por duas cavalas velhas de 14 e 12 anos que foram pros estados unidos mas nao sentirem empatia por uma criança de 5 que recebeu uma bala de fuzil no peito
Flávio Bolsonaro tem duas filhas, de 14 e 12 anos.
Há apenas 72 horas, essas meninas viviam momentos de enorme expectativa, diante da possibilidade de ver o pai eleito presidente da República. Uma mudança que transformaria ainda mais suas vidas, já tão agitadas pela exposição política da família desde que eram pequenas.
Mas tudo aconteceu de maneira diferente. O pai perdeu a eleição e, de repente, elas se viram embarcando em um avião para Foz do Iguaçu.
Sem tempo para se despedir dos amigos, dos vizinhos, dos familiares ou da vida que conheciam, atravessaram a pé, durante a madrugada, uma estrada escura na região da fronteira, como personagens de um filme de terror, até chegar a outro país.
Depois de uma madrugada e uma manhã de enorme tensão, embarcaram novamente, agora rumo a um destino no exterior, possivelmente sem compreender completamente o que estava acontecendo.
Não tiveram sequer tempo para assimilar o resultado de uma eleição que imaginavam terminar com a consagração do pai e que acabou se transformando em uma fuga diante da possibilidade de prisão.
Na tentativa de escapar das consequências de seus próprios atos, Flávio expôs as filhas adolescentes a uma experiência traumática, cujas marcas podem acompanhá-las por muito tempo.
Neste momento, metade do Brasil se solidariza com ele, enquanto a outra metade ri, comemora e debocha.
Mas, no meio de toda essa disputa política, existem duas meninas que não escolheram nada disso e que podem carregar para sempre as consequências das decisões dos adultos.
É impossível não pensar nelas.
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país de primeiríssimo mundo
É comum ouvir críticas à China como “não se pode falar mal do presidente”.
Para muitos chineses, essa frase soa muito estranha.
A pergunta que surge automaticamente na cabeça do chines é: “Mas por que alguém criticaria o presidente?”
Para entender essa diferença de visão é preciso observar como funciona a seleção e a progressão de quem chega ao poder na China.
O caminho se parece mais com uma carreira burocrática longa e competitiva do que com a política eleitoral ocidental.
O primeiro passo é a filiação ao Partido Comunista da China (PCC), que constitui a espinha dorsal do poder. O processo é seletivo e demorado: o candidato precisa de recomendação, histórico familiar atestado por membros do partido, pelo menos um ano de acompanhamento com redações e exames políticos e, depois, mais um ano como membro probatório. Ter passado pela Liga da Juventude Comunista ou mesmo ter sido representante de turma no ensino fundamental e médio conta positivamente como indício precoce de liderança.
Além da filiação partidária, o sistema valoriza fortemente a formação técnica. Há uma tradição consolidada de engenheiros e cientistas nas altas esferas — os últimos presidentes, incluindo Xi Jinping, têm formação em engenharia. Antes de assumir cargos de liderança, o quadro precisa demonstrar resultados expressivos em sua atividade profissional.
Ninguém chega ao topo sem antes passar décadas administrando a base. O político inicia em escalas pequenas — um quarteirão, um comitê de rua ou a gestão de uma praça, por exemplo. Nessa função, precisa mostrar excelência concreta: garantir a zeladoria e a infraestrutura (lâmpadas, brinquedos da praça, limpeza), avaliar problemas de segurança e trânsito no entorno e manter contato direto com os moradores, recolhendo reclamações e sugestões. Se cumprir metas de desenvolvimento econômico, redução da pobreza e boa avaliação da população, é promovido.
A partir daí a carreira avança de forma piramidal e geográfica concorrendo com outros iguais. O quadro passa a gerenciar um bairro inteiro, depois um distrito municipal, torna-se prefeito de uma cidade de médio porte e, em seguida, governa províncias com populações maiores que muitos países. Só depois disso disputa espaço nos órgãos centrais em Pequim. Para alcançar o círculo máximo do poder, como o Comitê Permanente do Politburo (apenas sete pessoas), exige-se em geral uma trajetória de 30 a 40 anos de serviços contínuos e bem avaliados.
Esse processo se apoia em eleições indiretas e piramidais. Os cidadãos votam diretamente apenas para os congressos populares locais. Esses representantes elegem os do nível provincial, que por sua vez escolhem os membros da Assembleia Popular Nacional. A Assembleia e os comitês internos do PCC definem os cargos mais altos do Executivo, incluindo o presidente. Ao longo de toda a escalada, as avaliações são frequentes e incluem cumprimento de metas macroeconômicas, pesquisas de opinião e investigação de conduta.
Desse modo, a figura do presidente deixa de ser vista, por grande parte da população, como um político qualquer. Por isso a crítica direta e pública soa, para muitos chineses, menos como um direito natural e mais como algo que precisa de justificativa muito forte.
Diante desse caminho de décadas de resultados comprovados e avaliações constantes, você, se fosse chinês, acharia algo normal falar mal do presidente?
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O Flávio é tão azarado que além de perder no Brasil vai ajudar o Trump a perder nos Estados Unidos também KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK os democratas tão sedentos
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Pessoas com quem REALMENTE devemos buscar diálogo, quadros do nosso campo que podemos e devemos engajar e fortalecer - um fio👇
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56 MILHÕES DE OTÁRIOS VOTARAM EM UM TRAIDOR DA PÁTRIA
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off: traição a pátria é crime de pena de morte no brasil
Flávio Bolsonaro pretende se declarar presidente eleito do Brasil após não reconhecer a derrota nas eleições.
Segundo o UOL, aliados do senador planejam articular a criação de um “governo paralelo” a partir dos EUA, em uma estratégia semelhante à adotada na Venezuela.
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A Constituição brasileira não prevê pena de morte para traição à pátria. A única exceção é em caso de guerra declarada pelo presidente da República, uma competência privativa dele (CF 88 art. 5°, XLVI e art. 84, inciso XIX).
jusbrasil.com.br/topicos/107290…
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É Vorcaro, seu irmãozão perdeu a eleição e fugiu e vai viver a vida boa nos EUA, com a grana que você deu pra ele.
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🇧🇷🇨🇺 LOS JÓVENES DE BRASIL se apropian de los símbolos cubanos y los hacen parte de las celebraciones: gorras, boinas, pañuelos rojos, imágenes del Che y de la bandera cubana se vieron por todo Brasil. Cuba es un símbolo de libertad para los jóvenes brasileños.
IMPRESIONANTE 🚩
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Caso isso aconteça os próximos passos tem que ser:
· O PL precisa removê-lo como filiado
· Caso o PL não o faça, o partido deve ser extinto
· O parlamentar que apoiar a narrativa golpista precisa ser cassado
Poucas ideias com isso. O Brasil não é uma Venezuela.
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🚨 URGENTE: Flávio Bolsonaro já chegou nos EUA e vai se autodeclarar o presidente do Brasil, na expectativa de que Trump reconheça ele como chefe do governo e Lula como "ditador"! (informação do UOL)
É uma nova tentativa de golpe de Estado!
Esses canalhas não cansam!
















































