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Funcionários de rede de fast food comemorando aviso de mudança para a escala 5x2. Na moral, isso é histórico demais 🥹
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because your country's democrats aren't real leftists like the ones in brasil. if you consider yourself a "woke american" and yet still call any country by "third world", then your answer is right there. you guys think you're superior to the rest of the world.
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em um dia você é o cuzil betano reels da silva e no outro você é o farol de luz da justiça social no mundo
Sentíos orgullosos de ser la aldea gala en Europa.
De ser una luz de esperanza entre tanta penumbra en el mundo.
Si Brasil pudo, ESPAÑA PUEDE.
¡El próximo #29N la esperanza vencerá al retroceso!
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Vive Lula, vive le Brésil de la dignité. Les sondages et les commentateurs experts bla bla prédisaient son échec certain.
Il vient de gagner ! Il a battu l'extrême droite et les ingérences étrangères.
La magnifique campagne de masse a rassemblé le peuple des favelas et les salariés dans les urnes contre la dictature de l'argent-roi et du mépris du peuple.
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Pedro Rousseff explica qual personalidade de Jair Bolsonaro cada um dos filhos herdou
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Gente o homem apontando a arma e a sombra dele parecendo uma saudação nazista meu Deus
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SALVEM ESSE POST pra relembrar TODA VEZ q vcs simpatizarem minimamente com o dito cujo
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a gente não ia falar isso pra vocês porque numa guerra a gente faz coisas drásticas mas literalmente fizemos videos e vídeos de ia falando pros velhos que iam cortar a aposentadoria de todos eles enchemos eles de vídeo de ia
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QUASE IA ESQUECENDO MAS O RENAN SANTOS AINDA É A FAVOR DA ESCALA 6X1, TESOURAÇO, PRIVATIZAÇÃO, FIM DAS COTAS, "DESFAVELIZAÇÃO", PEC DE HORAS TRABALHADAS, EXTINGUIR A JUSTIÇA DO TRABALHO, FEZ "PIADA" COM ESTUPRO E AJUDOU NO GOLPE CONTRA A DILMA
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o próximo é vc, meus primos franceses já me contaram tudo
Toutes mes félicitations @LulaOficial pour ta réélection.
La France et le Brésil ont beaucoup à construire ensemble.
Face aux grands défis de notre temps, renforçons notre partenariat stratégique et faisons vivre l’amitié entre nos deux pays au service d’un monde plus juste.
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- a mulher negra mais jovem a ser eleita na história do país
- uma travesti negra que foi a mulher mais votada
- um doido
- um twink bissexual
- um idoso pcd
- um homem negro comunista nordestino
- tebet
- uma defensora ambiental negra
- uma feminista debochada
nem amo
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Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.




































