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Roger Rocha Moreira retweeted
Eu NUNCA vi a UOL postar absolutamente NADA quando uma criança está portando um fuzil porque o tráfico a recrutou.
Agora, uma criança vestida de policial é motivo de histeria, como se fosse um crime se fantasiar de uma profissão digna, de heróis que protegem nossa sociedade.
Canalhas!
A Folha não desiste
Amigo de Flávio advoga para governadora do DF contra mulher que a chamou de ladra www1.folha.uol.com.br/coluna…
Roger Rocha Moreira retweeted
S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L 👊🏽😵💫👈🏽
Que Vídeo ESPETACULAR 💯💪🏽🎯
Não faço idéia quem fez, mas já me tornei FÃ N.1 deste Artista q produziu esta OBRA DE ARTE 👍🏽
TRAGAM UM TROFÉU 🏆
POR FAVOR ASSISTAM E COMPARTILHEM SEM DÓ 🫡👈🏽
@FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣
Roger Rocha Moreira retweeted
Eu tive que ler e reler essa matéria algumas vezes porque não consigo acreditar que a Folha de São Paulo, um jornal que era para ser renomado, publicou uma matéria com tantos erros factuais e interpretativos
Primeiramente que o Sr. Lynch, embora se nomeie "cientista político", pensa mais como um prosélito do petismo. Ele me bloqueou porque foi incapaz de responder às minhas críticas, e não me impressiona que essa matéria ruim tenha saído de sua pena.
Para começar, qual o intuito dessa matéria? Explicar história? Não. Em verdade, avançar uma interpretação peculiar: a de que a nomeação de Hitler à chancelaria do Reich em 30 de janeiro de 1933 foi profundamente influenciada por "banqueiros e empresários" para um projeto de "liberalismo autoritário", que supostamente os nazistas colocariam em prática. A analogia forçada é bem clara ao final: "Eles acreditavam (esses capitalistas), como setores do empresariado brasileiro em 2018, que a presença de homens de sua confiança na condução da economia asseguraria o controle do chefe de governo". 1933-2018-2026, casos... supostamente tão parecidos porque as "elites" estariam apoiando Flávio como apoiaram Jair e... Hitler. É o que Lynch quer que o leitor pense com seu último parágrafo: "Neste segundo turno, quando parte do empresariado brasileiro volta a cortejar o candidato do bolsonarismo, a reconstrução de Chapoutot recorda os riscos de uma aposta conhecida: ajudar a eleger um governante autoritário, convencido de que haverá meios de controlá-lo depois".
Como é de se esperar de Lynch, muita ideologia e proselitismo e pouca história e fatos. Para começar, Lynch distorce os fatos ao argumentar que o plano econômico "dos capitalistas e das elites" era popular com os políticos conservadores como Franz von Papen e o Marechal Hindenburg (presidente do Reich), mas que não tinham votos e ressonância com o eleitorado. Hitler supostamente faria essa ponte... por isso a pressão para nomeá-los, viram?
Isso é apenas parcialmente verdade, porque em nenhum momento de seu livro Chapoutot afirma - e nem é possível prová-lo porque não aconteceu - que os "capitalistas" influenciaram Hindenburg a nomear Hitler por conta de seus planos de "liberalismo autoritário". Em verdade, o velho Marechal desgostava da elite capitalista mais cosmopolista e preferia a velha elite agrária da qual ele mesmo pertencia. Esses "capitalistas" tinham mais apoio, e apoiaram realmente, Franz von Papen... tanto que na eleição presidencial de 1932 eles apoiaram Hindenburg, e não Hitler, porque achavam que uma nomeação de Papen à Chancelaria lhes daria mais influência.
Mas a "prova" que houve, sim, algo como um apoio à nomeação de Hitler reside, para Lynch e Chapoutot, num documento essencial: uma petição destinada à Hindenburg, assinada pelas elites capitalistas, em novembro de 1932, requisitando a transferência da Chancelaria de Papen à Hitler. Esse documento, realmente, existe, mas o erro de ambos Chapoutot e Lynch é afirmar duas coisas sobre ele: 1) Que ele representava os "interesses das elites capitalistas", e 2) que ele foi decisivo ou pelo menos relevante para a nomeação de Hitler à Chancelaria.
Lynch ainda aponta os discursos no Clube Düsseldorf como ainda mais "prova" que havia esse interesse das "elites capitalistas" nos nazistas para emplacar seus planos econômicos de liberalismo autoritário. Em fevereiro de 1932 ocorreram os famosos discursos no Clube Düsseldorf de Hitler para as elites capitalistas alemãs, onde cerca de 650 nomes desse ramo compareceram e o ouviram.
A verdade, contudo, é que nenhum dos dois acontecimentos prova qualquer apoio das "elites capitalistas" aos nazistas. Os discursos no Clube Düsseldorf não foram bem-sucedidos, e os capitalistas não aumentaram em nada seu apoio a Hitler, e de fato continuaram a apoiar Hindenburg na eleição do mesmo ano. Não houve nenhum acréscimo significativo nas contribuições financeiras dos capitalista à causa nazi, que já eram insignificantes.
A notória petição de novembro de 1932, contudo, foi assinada apenas por... 19 empresários e banqueiros! Vejam: 19... onde, no começo do mesmo ano, Hitler discursou para 650 grandes capitalistas, e tudo o que conseguiu, ao final de 1932, foram míseras 19 assianaturas numa petição que Hindenburg achou irrelevante para suas decisões. E mais crucial ainda: os 650 presentes no Clube Düsseldorf nem sequer representavam todos os capitalistas e banqueiros relevantes na Alemanha da época, mas mesmo se pegarmos apenas esses 650 como amostra numérica da "elite capitalista" alemã, então Hitler, em novembro de 1932, conseguiu o apoio de... 2.92% da elita capitalista... que lhe assinou uma petição irrelevante.
O mais curioso, contudo, é que Chapoutot ignora esses números e, ao tentar provar a relevância do documento, afirma o seguinte: "O principal argumento reside na modesta lista de signatários, inicialmente com dezesseis nomes, depois com dezenove. Mas tal argumento fica refutado pela qualidade dos peticionários". Como assim? Chapoutot quer que o leitor acredite que apenas 19 capitalistas e banqueiros, que nem sequer envolviam os grandes nomes como Krupp e Bosch, magicamente representavam toda uma "elite capitalista" alemã apenas pela "qualidade" de seus nomes? É uma afirmação tão ridícula e absurda que, quando eu estava lendo o livro, não consegui segurar o riso.
Isso é obviamente besteira. 19 paticionários, capitalistas e banqueiros, não representam bulhufas de uma "classe capitalista" e seus supostos "interesses" como um plano de "capitalismo autoritário". Temos que acreditar que 19 peticionários conseguiram ter qualquer peso significativo para demover Hindenburg de seu ceticismo e desconfiança de Hitler para nomeá-lo Chanceler? Um Hindenburg, velho nacionalista agrário alemão, que já lhes torcia o nariz porque os achava muito pouco nacionalistas e mais interessados em seus lucros pessoais do que nos interesses da nação?
Se há alguma lição a ser retirada desse episódio histórica, é o quão HOSTIL foram os capitalistas à Hitler. E temos que lembrar que o próprio Hitler mentia e distorica seus "planos econômicos" para agradar os capitaistas em busca de apoio... E MESMO ASSIM, mesmo quando ele mentia para lhes dizer o que eles queriam ouvir, os capitalistas, em sua esmagadora maioria, nunca apoiaram Hitler em sua ascenção política e eleitoral. É extremamente bizarro o que o proselitismo e a cegueira ideológica fazem com as pessoas: Chapoutot e Lynch interpretam uma aderência de apenas 2.9% dessa "classe" como prova de que... ela apoiou Hitler como procurador de seus interesses econômicos! Isso mostra bem porque ambos estão nas "ciências sociais" e não nas exatas.
Não há nenhum malabarismo semântico e retórico capaz de esconder essa realidade: apenas 2.9% da classe capitalista fez qualquer menção pública de apoio à ascenção política e eleitoral do nazismo... possivelmente a classe social que menos apoiou a ascenção nazista. Mas prosélitos como Lynch pegam esse número e, numca retórica mirabolante e cheia de analogias insalubres, tentam te convencer que 2.9% representam 100%.
Não apenas ele erra nos fatos e na interpretação desses fatos, mas Lynch nem sequer entendeu o contexto desta eleição de 2026. A "elite" que ele tanto afirma, na verdade, apoia mais o lulopetismo do que o bolsonarismo! Lula tem mas intenção de votos nas classes altas e Flávio nas mais baixas. A elite cultural, artística e midiática, apoia Lula, e não Flávio. Do mesmo modo, o grande empresariado, como a JBS, Odebrecht, e os grandes bancos todos apoiam Lula pelas benesses que lhes são propiciadas, como altíssimos juros para o rentismo render muito às custas do trabalhador pagador de imposto.
Como que um sujeito tão alienado e desconectado tanto da realidade histórica quanto da atual tem qualquer cafique para escrever uma matéria para a Folha de São Paulo é algo que só o Brasil pode fornecer. Um artigo desses, em qualquer outro lugar do mundo, seria um escárnio. Mas esse é o calibre do Sr. Christian Lynch, um doutor em ciência política...
#Opiniao
Christian Lynch | Ascensão de Hitler nos lembra riscos de elite apoiar governantes autoritários. Livro mostra que chegada do nazista ao poder foi uma escolha de empresários e banqueiros
www1.folha.uol.com.br/ilustr…
Bobagem.
Replying to @roxmo
IMAGINA todos ricos.
Quantas coisas que você detesta fazer, teria de fazer.
Sem pobres NÃO HAVERIA ricos.
A PROPÓSITO:
Você trabalha?
Sim?, então você não é rico.
Claro
Replying to @roxmo
Quem realmente se importa com os pobres quer tirá-los da pobreza, não transformá-la em identidade política. Concorda ou discorda?
Pode crer
Replying to @roxmo
O pessoal 40- cresceu amassado nessa cultura medíocre, Roger. São ignorantes fabricados e convictos.
Communism is impossible. It’s just a fantasy.
Roger Rocha Moreira retweeted
Me recuso a acreditar que ume advogade ia inventar ume fic dessa e não ia achar que alguém ia descobrir
Replying to @gizellybicalho
No site do TSE está aparecendo seu local de votação em SP, amigue. KKKKKKKKKKKKK
Roger Rocha Moreira retweeted
Moro na Avenida Paulista. Hoje, como faço nas manhãs de sábado, desci para passear meu patrão, Hector – um Jack Russell bastante simpático que adora cumprimentar todas as pessoas na rua com efusiva alegria. Pela primeira vez, em seus 17 meses de vida, ele não me puxou pela coleira com a sua diária corrida feliz: não saiu do lugar; latiu, mas parado, até que começou a tremer diante do crescente número de sujeitos uniformizados de vermelho que gritavam em nossa direção: “Recua, fascista, recua! Recua, fascista, recua!”
Peguei Hector no colo e voltei para meu apartamento. Ele ainda treme, pois, não bastassem os gritos de guerra ensurdecedores vindos da rua, resolveram estourar fogos de artifício.
Só se for a sua metade. Que ainda por cima é bem burra.
Lei de Godwin. Os esquerdinhas da Folha comparam Bolsonaro a Hitler (absurdo!) mas não comparam Lula a Stalin.
#Opiniao
Christian Lynch | Ascensão de Hitler nos lembra riscos de elite apoiar governantes autoritários. Livro mostra que chegada do nazista ao poder foi uma escolha de empresários e banqueiros
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