Desculpa, mas tem que acabar benefícios pra estrangeiros incluindo o acesso ao SUS, isso aqui tá a casa da mãe joana
A “empresária” venezuelana chamada Laleshka DLima expandiu sua “assessoria”. Agora também se dedica a conseguir imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida para estrageiros além de prometer até imóveis com entrada de apenas 200 reais.
De acordo com o IBGE cerca de 48,7 milhões de brasileiros vivem de aluguel.
O número de brasileiros morando de aluguel cresceu 54,1% desde 2016. Em contrapartida, a proporção de brasileiros com casa própria caiu de 66,8% para 60,2% nesse mesmo período, impulsionada pelo preço dos imóveis e das taxas de juros.
O aumento do impacto do aluguel está pesando no orçamento de muitas famílias brasileiras. Famílias relatam que precisaram reduzir o gasto com alimentação, roupas e lazer para poder pagar um aluguel. Muitos brasileiros mesmo com a redução dos gastos não estão conseguindo pagar, como consequência estão fazendo uma migração forçada para as periferias e regiões metropolitanas.
Existem aproximadamente 389 mil pessoas em situação de rua no país em 2026, em 2020 eram 194 mil, quase dobrando um período de seis anos. São muitos fatores mas dois fatores que posso destacar são: vulnerabilidade socioeconômica e crise habitacional.
Qual é o objetivo do programa Minha Casa, Minha Vida? O acesso á moradia digna para famílias brasileiras. Embora tenha alcançado milhões de beneficiários ainda existem brasileiros em situação crítica morando de aluguel ou nas ruas.
É justo ofertar moradia para estrangeiros enquanto muitos de nós não temos casa própria? Não estou de acordo e acredito que muitos brasileiros também não estão. É injusto brasileiros se afundarem para pagar aluguel ou morar na rua enquanto imóveis estão sendo entregues a estrangeiros.
Existe o projeto de lei 5.518/2025, de autoria do deputado Nicoletti. O projeto visa proibir a participação de estrangeiros no programa habitacional. Uma das justificativas é que o investimento em moradia popular deve atender de forma prioritária as necessidades das famílias brasileiras de baixa renda. Esse projeto ainda não foi votado, vamos ficar de olho e pressionar para que seja aprovado.
Dia 14 de novembro de 2021 meu pai já em coma na UTI há 3 dias, isso um dia antes do aniversário dele, minha mãe saiu da UTI chorando e disse pra eu ir ver painho, eu entrei e eu sabia oq ia acontecer
Quando eu cheguei em casa, fiquei sozinha eu gritei assim caindo de joelhos
3, os outros dois eu não me importo de verdade, se eu pudesse trazer meu pai de volta a vida e ele pudesse viver pra sempre com saúde eu não ia precisar de mais nada no mundo
gabizinha retweeted
Porque quando você nasce e cresce no catolicismo e absolutamente tudo ao seu redor remete a catolicismo (família, amigos, comunidade, etc), você não precisa ficar reafirmando sua fé constantemente. Todo mundo ao seu redor sabe o que você é. Você sabe o que você é.
Ser católico pra quem nasce católico é tão natural quanto sei lá, a existência do mar numa cidade litorânea. Ela não precisa fazer disso um outdoor da própria identidade e falar sobre toda hora, não é um fenômeno fora do normal.
É diferente da pessoa que vive no meio de Minas Gerais e vai à praia pela primeira vez quando tá mais velha e passa a dar uma importância gigantesca pra isso e tratar a praia como o paraíso na terra.
Os convertidos estão chegando na praia e se encantando agora. Os nascidos já conhecem o mar há tanto tempo que ele é parte comum da vida.



















