Se tivéssemos outro tipo de comunicação social, esta medida podia ser noticiada como "Ajuste na retenção do IRS em Novembro reduz o montante que o Estado recebe dos contribuintes a mais durante 2026 e devolve sem juros em Abril de 2027".
Mas enfim, é o que temos...
A Ministry of Truth is required!!
Merz says that he wants new laws that would make it impossible to post anonymously on social media.
He says “don’t give me any of that free speech nonsense”
He also says that the state must be able to protect its citizens from misinformation.
Many famous writers published sensitive information and books under pseudonym, including John Locke, Thomas Paine, Baruch Spinoza and Jonathan Swift.
Double standards...
"After all, what happened to “My body, my choice”?
For years, progressives have been sternly informing us that whatever a woman chooses to do with her body is her own business, and no one has the right to criticise it."
"Sydney Sweeney’s nude advert has exposed the “hypocrisy” of the woke Left. Why doesn’t “my body, my choice” apply when the woman looks like this?"
Read Michael Deacon's latest column here ⬇️
telegraph.co.uk/news/2026/09…
Os comentadores da @sporttvportugal estão preocupados com a possibilidade de o VAR não chamar o árbitro para anular o penalti. Um misto de preocupados e consternados
Como bem questiona o Mário, "até onde deve uma sociedade tolerante tolerar o intolerável?"
Temo que na Europa estejamos já a pisar esse limite
Tem toda a razão aqui o @castrojr76. Mas esse tipo de rigor na análise não vende tanto como dizer que "desmantelaram" o projecto do Amorim. Enfim
A vantagem de estarmos em modo de controlo de jogo desde o 1-0 é que não temos razão/desculpa para ter a quebra física que se viu na segunda parte dos primeiros dois jogos.
#scp
Totalmente de acordo (e mais bem estruturado do que eu o faria)
☢️ Reflexão da Cooperativa: vamos lá começar por estabelecer uma regra civilizacional básicas! Políticos e árbitros não são bem pessoas. São categorias abstratas criadas pela humanidade para receber insultos, suspeitas, impropérios e avaliações técnicas feitas por nós, comuns mortais.
A um político podemos chamar incompetente, aldrabão, parasita, vendido, traidor, etc. A um árbitro podemos explicar, com grande detalhe e abundante referência genealógica, onde devia enfiar o apito. Faz parte do contrato social.
Depois há as "figuras públicas", ou sem aspas.
➡️➡️ Camaradas, uma figura pública é alguém que decidiu entrar voluntariamente na sala. Aparece na televisão, dá entrevistas, publica vídeos, expõe opiniões, conta episódios pessoais, constrói uma personagem e alimenta diariamente a máquina das redes sociais. Pode fazê-lo por militância, por profissão, por vaidade, por necessidade económica ou por uma mistura das quatro. É legítimo. Mas a partir do momento em que se sobe ao palco, deixa de ser possível exigir que a plateia se limite a bater palminhas.
Quem se expõe publicamente fica sujeito ao comentário público. No café, no grupo de Whatsapp, no almoço de família, aqui no X, no Face ou, imagine-se, num programa de humor na rádio.
⚠️Não existe um direito fundamental a falar para milhares de pessoas sem que milhares de pessoas possam falar sobre nós.
A polémica em torno de Joana Marques nasce precisamente desta estranha convicção de que a exposição pública deve funcionar como uma espécie de monólogo protegido, que eu conto a minha vida, transformo em conteúdo, repito, dramatizo, comercializo, moralizo e depois distribuo pelas redes; os outros, ora bem, em contrapartida, devem permanecer em silêncio respeitoso, como se estivessem numa consulta.
Não estão.
Estão perante conteúdo público.
E conteúdo público pode ser analisado, criticado, parodiado e ridicularizado. Sobretudo quando o próprio conteúdo se aproxima perigosamente da autoparódia, poupando ao humorista metade do trabalho, como foi aqui o caso.
A Joana não gozou com o autismo. O autismo não foi banalizado por Joana Marques. Foi banalizado por quem o colocou no centro de uma produção contínua de conteúdos, tornando-o numa espécie de filtro através do qual tudo passa a ser explicado e promovido.
Joana não fez do autismo um espetáculo. Encontrou o espetáculo já todo montado e fez o que sempre faz: apontou para o palco e comentou o número.
A resposta, carregada de emoção e de acusação moral, também merece cuidado. O sofrimento de alguém pode ser verdadeiro e, ainda assim, não lhe conferir razão. A dor não transforma automaticamente uma crítica em violência, nem converte o alvo de uma piada numa vítima de perseguição.
⚠️Aqui, quem reduziu o autismo a uma personagem não foi Joana. Joana limitou-se a ouvir a personagem falar.
Admito que não estejamos de acordo, mas também não sei se é a isso que chamam de neurodivergência. Mas é uma palavra com punch.
Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa
De certeza que não conseguem encontrar explicação para este jornalista ter 𝘤𝘰𝘮𝘪𝘥𝘰 "cogumelos tão traiçoeiros"? Eu consigo pensar numa...
Grande azar dos comentadores da @sporttvportugal... Lá tiveram que elogiar (+/-) um jogador do @SportingCP!
Luís Tribuna retweeted
Escandaleira das antigas. Cavaco Silva também ousa exigir reformas estruturais ao governo. Se insistir, ainda acaba a ser desafiado por Montenegro a apresentar-se a eleições internas.
Ai se o olhar matasse... Já tínhamos um palhaço a menos!
Que golaço Suarez! @SportingCP





















