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fiquei sabendo que a old demi tá envolvida em confusão novamente
finalmente dias de glória
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eu na igreja enquanto tava todo mundo sentindo a presença do espírito santo
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a gente sofreu muito, era governo incompetente, reprise de fina estampa, salve-se quem puder e essa cena ridícula
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quando a demi mandou a nicki minaj mamar a rola dela em 2016. ela foi vingada
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Por isso sempre serei a favor de ser a elize matsunaga, porque da cadeia você sai mas do caixão ninguem te livra!
A Polícia Civil prendeu um homem que agrediu duas mulheres dentro de um condomínio na Avenida Maracanã, na Tijuca. Entre as vítimas está uma senhora de 65 anos. #BalançoGeralRJ
🎥 Reprodução/Record Rio
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vcs não tem noção da importância disso e ficam fazendo piadinha pqp
Justiça manda anular demissão de 1878 de promotor que acusou baronesa por morte de menino escravizado no MA glo.bo/e4iut3i
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Neste dia, a 4 de Novembro de 1969, Carlos Marighella foi assassinado em uma emboscada realizada por agentes do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), órgão de repressão da ditadura empresarial-militar (inaugurada em 1964). Marighella foi considerado o "inimigo número um" da polícia na época.
Marighella foi militante comunista e um dos principais organizadores da luta armada brasileira. Foi militante histórico do PCB, tendo exercido inclusive o cargo de deputado constituinte, mas rompe com o partido logo após a deflagração do golpe de 1964, criticando o que considerava uma postura imobilista dos comunistas brasileiros. Funda, com outros camaradas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), organização armada que tinha como meta o fim da ditadura e a deflagração de um processo revolucionário no Brasil. A ALN organizou roubos a bancos, sequestros de embaixadores para trocar por presos políticos, justiçamento de agentes do regime, etc. Ao longo da vida, Marighella escreveu poesia, e livros como o "Minimanual do Guerrilheiro Urbano". Vivia desde 1965 na clandestinidade.
A ação que resultou na sua morte, alvejado, foi coordenada por Sérgio Paranhos Fleury, delegado do DOPS e chefe de diversas ações de tortura e homícidios cometidos por agentes de Estado durante o período ditatorial. Em 2012, durante o governo de Dilma Rousseff - também guerrilheira durante o período ditatorial - o Estado brasileiro oficializou uma amnistia post mortem a Marighella.





































