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【告知】
祐天寺のギャラリーで9/14から2週間、
合同写真展の一角で作品を展示しております。
そしてなんとこのギャラリー、酒を飲むことができます。カフェが併設されているので、ご飯を喰べ食べながら、お酒を嗜みながら作品を見る事ができます。
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Takeru.K. retweeted
Akademisyen olmak isteyenlere tavsiyelerim…
1-Sadece not ortalamanıza güvenmeyin. Akademik yazma, araştırma yöntemleri ve yabancı dil becerilerinizi geliştirin.
2-Makale okumayı alışkanlık haline getirin. Ama yalnızca bulguları değil, araştırmacıların hangi soruları nasıl cevapladığını inceleyin.
3-Araştırma yöntemlerini öğrenmeyi ertelemeyin. İyi bir araştırma fikri, uygun bir yöntem olmadan güçlü bir çalışmaya dönüşemez.
4-Akademik çevre oluşturun. Kongrelere, seminerlere ve araştırma topluluklarına katılın. Bilimsel iş birlikleri geliştirin.
5-Yayın yapmak için doktora sonrasını beklemeyin. Nitelikli ve özgün bir araştırma yapabiliyorsanız, danışmanınızın rehberliğinde yayın sürecini öğrenmeye başlayın.
6-Akademisyenliği yalnızca makale yazmak sanmayın. Ders anlatmak, öğrenci yetiştirmek, proje geliştirmek ve bilimsel sorumluluk almak da bu mesleğin parçasıdır.
Metafísica de Aristóteles
(Ainda refutando àqueles que negam o princípio de não contradição ) - Interessante que, em termos modernos, Aristóteles se enquadraria como um empirista. Mas sua crítica às doutrinas protagorianas (e todas aquelas que não aceitam o princípio de não contradição) se apoia justamente em estabelecer limites à autoridade dos sentidos.
Seu argumento é o seguinte: se o que aparece (o fenômeno, o que *aparece* aos sentidos) é sempre verdadeiro, então todas opinões são sempre verdadeiras desde que captadas pelo sentidos. Logo, tudo é verdadeiro, independente do que se afirme.
Para resolver o problema do subjetivismo, ele dirá que o que aparece não existe em geral. Mas existe àquele para quem aparece, só modo que aparece e enquanto aparece. Dessa forma a autoridade dos sentidos é limitada.
Em última instância, não reconhecer o limite dos sentidos é operar no extremo do subjetivismo: se uma coisa é percebida, ela existe e é real, não por si, mas pelo observador. Logo, as coisas foram destituídas de sua essência e passam a existir pelo observador.
Se nada existe por si, não existe essência, ou seja, não existe delimitação nem significado. Então o que a Aristóteles faz é reconhecer a importância dos sentidos para o formação do conhecimento humano restringir sua autoridade e reconhece a existência da essência das coisas. Do contrário, a consequência final seria até mesmo a impossibilidade do discurso, como Crátilo, discípulo de Heráclito que, segundo Aristóteles, deixou até mesmo de falar e só movia o dedo.
(O exemplo de Crátilo que dei foi mencionado por Aristóteles na refutação da doutrina Heraclitiana que “tudo está em movimento” que é distinta da Protagoriana “o que aparece aos sentidos é real”. Mas utilizei ainda assim porque ambas teorias recusam a essência, que é o ponto fundamental de Aristóteles para refutação daqueles que negam o princípio de não contradição )


























